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	<title>ANAGEA &#187; ANAGEA</title>
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	<description>Associação Nacional dos Gestores Ambientais</description>
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		<title>Mensagem do Presidente</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 12:15:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Projeto de Regulamentação da Profissão do Gestor Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Prezados (as) Profissionais
O ano de 2011 aproxima-se de seu término. Graças a inúmeros esforços, foi um período de resultados significativos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><img class="alignleft size-full wp-image-935" src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2011/12/ale.jpg" alt="" width="129" height="161" />Prezados (as) Profissionais</strong></em></p>
<p>O ano de 2011 aproxima-se de seu término. Graças a inúmeros esforços, foi um período de resultados significativos que representam a grandeza e a relevância da profissão<strong> Gestor Ambiental</strong>.<br />
Isso concede ainda mais responsabilidades em dar continuidade a missão da Associação, atuando com eficácia na orientação, valorização e aperfeiçoamento do exercício profissional.<br />
Aproveito a oportunidade para destacar algumas metas que foram consolidadas:<br />
Após o reconhecimento do Gestor Ambiental pela<strong> Classificação Brasileira de Ocupações &#8211; CBO</strong>, em 2010, demos mais um grande passo em busca da regulamentação da profissão em 2011: a protocolização do  <a href="http://www.anagea.org.br/2011/10/apresentado-projeto-de-lei-para-a-regulamentacao-dos-gestores-ambientais/" target="_blank"><strong>PL2664/2011</strong></a>, que trata da <strong>Regulamentação da Profissão do Gestor Ambiental</strong>. Ministramos diversas palestras, participamos de eventos, concretizamos parcerias e oficializamos nosso endereço da Sede Nacional.<br />
Também nos mobilizamos para uma maior integração com as Instituições de Ensino e com a sociedade. Além disso, buscamos um melhor aparelhamento físico e administrativo, assistência gerencial e organizacional visando sempre o melhor atendimento ao profissional.<br />
Entendemos que estas iniciativas são fundamentais para fortalecer a Associação e possibilitar ainda mais conquistas para os Gestores Ambientais.<br />
Em 2012, teremos grandes desafios e projetos. Já adianto que a aprovação da PL 2664/2011 precisará do seu apoio! Mobilizações serão nossas ferramentas para, de forma organizada, nos apresentar e fazer com que esta Lei seja aprovada.<br />
Acompanhe novidades em relação a isso em breve em nosso site.<br />
Quero parabenizar a todos os profissionais Gestores Ambientais no que tange aos esforços despendidos em prol da profissão, visto que, existem em diversos Estados da Federação, fomentação e mobilização para fundação de regionais da ANAGEA. Em 2012 muitas delas serão concretizadas.<br />
Aproveito ainda para solicitar a você, caro Gestor (a) Ambiental, que conclua seu cadastro associativo. Venha compor nosso quadro de associados e contribuir para a efetivação da profissão. Afinal, a união é a fórmula para o sucesso!<br />
Por fim, quero agradecer o apoio, a colaboração e o comprometimento de todos os nossos parceiros e colaboradores que nos ajudam a cumprir as metas e compromissos assumidos no início desta gestão, e que tornam a ANAGEA uma instituição cada dia mais séria, transparente e comprometida com os valores e ideais da sociedade como um todo.<br />
A você, meus sinceros votos de Feliz Natal e um Ano Novo repleto de conquistas e realizações!</p>
<p><strong>Um forte abraço,<br />
Alexandre Robim &#8211; Presidente ANAGEA<br />
Gestão 2009/2012</strong></p>
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		<title>Apresentado Projeto de Lei para a regulamentação dos Gestores Ambientais</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 21:50:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João</dc:creator>
				<category><![CDATA[ANAGEA]]></category>
		<category><![CDATA[gestão ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[PL 5825]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Regulamentação Profissional Gestores Ambientais]]></category>

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		<description><![CDATA[Já se passaram quase quatro anos desde de a fundação da ANAGEA na capital do estado de São Paulo. Naquele dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_847" class="wp-caption alignnone" style="width: 483px"><img class="size-full wp-image-847    " src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2011/10/P0.jpg" alt="" width="473" height="277" /><p class="wp-caption-text">Foto da fundação da Associação Nacional dos Gestores Ambientais - ANAGEA -em 16 de fevereiro de 2008</p></div>
<p>Já se passaram quase quatro anos desde de a fundação da <strong>ANAGEA</strong> na capital do estado de São Paulo. Naquele dia 16 de fevereiro de 2008, estiveram presentes estudantes e profissionais formados em Gestão Ambiental de várias partes do estado apoiados por gestores de outras regiões do país. Assim nasceu a ANAGEA, com o objetivo de promover, congregar e representar os Gestores Ambientais em âmbito nacional. Surge devido à ausência de representação da classe frente às discussões relacionadas ao reconhecimento, regulamentação profissional e inserção no mercado de trabalho.<br />
A Associação também atua junto à sociedade, isenta do vínculo político-partidário, compartilhando o conhecimento de seus profissionais nas questões ambientais, cumprindo assim com suas responsabilidades ideológicas inerentes a profissão.<br />
Mesmo com pouco tempo de existência, já participou e promoveu eventos em vários estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e a capital federal Brasília, discutindo e ouvindo sugestões dos Gestores Ambientais para que através disto pudesse adquirir informações suficientes para a elaboração de um Projeto de Lei que pudesse responder aos anseios dos profissionais de Gestão Ambiental.</p>
<div id="attachment_868" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-868  " src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2011/10/P11.jpg" alt="" width="480" height="179" /><p class="wp-caption-text">Conversando com alunos em Cuiabá e palestrando na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul</p></div>
<p>Articulou reuniões com os principais conselhos que incluem o Gestor Ambiental, como CREA, o CRQ e o CRA, além de encontro com coordenadores de cursos. Reuniu-se com ONGs, como a SOS Mata Atlântica e com estudantes de Gestão Ambiental, como o ENEGeA.</p>
<div id="attachment_834" class="wp-caption alignleft" style="width: 252px"><img class="size-full wp-image-834  " src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2011/10/P2.jpg" alt="" width="242" height="428" /><p class="wp-caption-text">Reuniões com principais conselhos: CREA, CRA e CRQ</p></div>
<p>Vem desde sua fundação discutindo e trabalhando junto aos gestores ambientais pela regularização da profissão de Gestor Ambiental, assunto este que afeta a todos os que escolhem esta carreira como profissão.</p>
<p>No ano de 2010, uma importante conquista da ANAGEA, o primeiro passo para a regulamentação da profissão, a inclusão do Gestor Ambiental na <strong>Classificação Brasileira de Ocupações &#8211; CBO</strong>, sob o código &#8220;2140-10&#8243;, cuja as atribuições também serviram de base para a elaboração do Projeto de Lei.</p>
<p>Foi através do trabalho da ANAGEA  que nasceu o PL 5825/09 de autoria do ex deputado federal Renato Amary, que obriga as empresas constantes no cadastro nacional do IBAMA como potencialmente poluidoras a contratarem um profissional graduado ou pós-graduado em curso que lhe permita atuar em gestão ambiental. Esse projeto ainda está tramitando no Congresso Nacional.<br />
Diante de tantas iniciativas, era questão de tempo, empenho e dedicação até que fosse possível protocolar o projeto de regulamentação dos Gestores Ambientais.<br />
No último dia 21 de outubro, em São Paulo, a ANAGEA participou do “<strong>I</strong><strong>V Encontro de Gestores Ambientais – Compromisso dos Municípios</strong>&#8220;, realizado no Auditório Teotônio Vilela da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.<br />
Este evento, idealizado pelo deputado federal Arnaldo Jardim &#8211; PPS-SP, reuniu cerca de 200 pessoas entre prefeitos, vereadores, secretários de meio ambiente, gestores ambientais e lideranças políticas, empresariais e de organizações não governamentais.</p>
<div id="attachment_836" class="wp-caption alignleft" style="width: 482px"><img class="size-full wp-image-836  " src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2011/10/P3.jpg" alt="" width="472" height="148" /><p class="wp-caption-text">Encontro com a ONG SOS Mata Atlântica e participando do IIIº ENEGeA, no Paraná</p></div>
<p>Arnaldo Jardim é um dos relatores da importantíssima “<strong>Política Nacional de Resíduos Sólidos &#8211; PNRS</strong>”, aprovada no fim do ano passado e que leva o país a dar um grande passo para possibilitar o melhor gerenciamento de seus resíduos.<br />
O deputado também tem forte atuação na área ambiental e, por isso, foi o principal aliado para a elaboração do PL de Regulamentação da Profissão dos Gestores Ambientais.</p>
<div id="attachment_838" class="wp-caption alignnone" style="width: 469px"><img class="size-full wp-image-838  " src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2011/10/P4.jpg" alt="" width="459" height="160" /><p class="wp-caption-text">Momento da entrega da minuta do PL as mãos do Deputado Arnaldo Jardim e membros da ANAGEA no IV Encontro de Gestores Ambientais</p></div>
<p>O PL, já protocolado, quando aprovado, trará luz ao profissional de GAs, possibilitando os mesmos a finalmente exercerem suas funções que lhe são por direito.<br />
Para ter acesso ao Projeto de Lei na íntegra, baixe <a title="PL Gestor Ambiental Autenticado" href="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2012/01/PL-Gestor-Ambiental-Autenticado.pdf" target="_blank">aqui</a>.<br />
Um grande passo foi dado, mas a vitória ainda precisa de muito empenho e dedicação. Nós da ANAGEA, conclamamos todos os Gestores Ambientais do país para se unirem  em prol deste mesmo ideal.<br />
Ajude-nos a fazer história e concretizar um dos principais objetivos dos gestores ambientais!<br />
Agora é a hora de nossas vozes serem ouvidas!<br />
A ANAGEA agradece aos gestores ambientais, professores, coordenadores de curso e especialmente diretores e ex-diretores que participaram ativamente deste processo.</p>
<p>Muito obrigado!</p>
<p><strong>Att.<br />
</strong><strong>João Paulo Rodrigues<br />
</strong><strong>Diretor de Comunicação e Imprensa &#8211; ANAGEA</strong></p>
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		<title>Reconhecimento, regulamentação e inserção profissional  do  Gestor Ambiental</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 23:27:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PL 5825/2009]]></category>

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		<description><![CDATA[Para os gestores ambientais e universidades

O reconhecimento profissional, a regulamentação da profissão e a efetiva inserção do gestor ambiental no mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Para os gestores ambientais e universidades<br />
</strong></h3>
<p>O reconhecimento profissional, a regulamentação da profissão e a efetiva inserção do gestor ambiental no mercado de trabalho, têm sido tema de debate em diversos fóruns pelo Brasil. A <strong>ANAGEA</strong>, com o propósito de esclarecer a situação atual dos profissionais em gestão ambiental, graduado nas três modalidades de formação, publica este documento.</p>
<p>Antes de entrar no mérito da questão dos conselhos profissionais, é importante falar sobre o <a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=446048"><strong>projeto de lei 5825/2009</strong></a> que, aprovado, exige que todas as empresas do cadastro de potencialmente poluidoras e utilizadora de recursos naturais, contratem um profissional graduado ou pós graduado em gestão ambiental exigindo apenas o diploma na área correspondente. Muitos gestores ambientais me perguntam; por que apresentamos um projeto abrangente, por que não reservar somente aos GAs graduados os postos de trabalho criados quando aprovado o PL? Explico: A Constituição Federal não permite, à princípio, a reserva de direitos e a resolução do <strong><a href="http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res86/res0186.html">CONAMA 001</a></strong> ( do licenciamento ambiental ) também prevê a presença de equipes multidisciplinares. Portanto, exclusivizar atribuições representa uma transgressão à legislação, seria sujeita-lo à derrota. Quando sugerimos que todas as empresas do citado cadastro sejam obrigadas a contratar um gestor ambiental, ampliamos, de forma extraordinária os postos de trabalho, além da segurança ambiental desejada ao sistema produtivo.</p>
<p>Feito este esclarecimento quanto ao projeto de lei que sustentamos, podemos entrar  na questão dos conselhos profissionais e o reconhecimento profissional conquistado pelos tecnólogos. A discussão sobre conselho profissional e, particularmente, sobre o CREA, tem sido tema recorrente em visitas que fazemos à universidades, debates internos da ANAGEA, debates com outras instituições e pedidos de informações de gestores que acessam a pagina da web da associação, merece, portanto, uma reflexão mais aprofundada. Desde a fundação da ANAGEA, temos mantido  conversações com o CREA, especificamente com a CEAP (Comissão de Educação e Atribuição Profissional), departamento que sustenta boa parte das investidas sobre a educação profissionalizante ( cursos tecnológicos). Em meados do ano passado, através de convite a título de fornecimento de instruções para o preenchimento de formulário de requerimento de credenciamento das universidades à está autarquia federal, uma exigência esdrúxula e descabida indignou os participantes da reunião- a carga horária dos cursos tecnológicos de gestão ambiental teria que ser aumentada para 2.400hs para as turmas em curso e as universidades deviam complementar a carga horária dos egressos com carga horária menor da que o órgão exigia- Pergunta: Para que; se os coordenadores presentes à reunião representavam o curso de gestão ambiental? A confusão estava criada.</p>
<p>Houve muito tumulto e discórdia no encontro e o objetivo principal perdeu-se por conta das imposições descabidas.</p>
<p><strong>Uma análise</strong>: O quorum da reunião era dado, predominantemente, por coordenadores de curso tecnológico em gestão ambiental, porém, está graduação não consta como especialidade contemplada na resolução 1010 do confea, que normatiza e estabelece atribuições às carreiras do sistema CREA Confea. A exigência imposta pela CEAP para o credenciamento de uma universidade ao sistema são as seguintes:</p>
<p><strong>-Carga horária de 2.400 hs</strong></p>
<p><strong>- número de docentes ENGENHEIROS estabelecido pelo CREA.</strong></p>
<p><strong>- Matriz curricular com ênfase em efluentes e resíduos.</strong></p>
<p>Pois bem, cumpridas as exigências, seu curso Tecnológico de gestão ambiental se transforma em <strong>TECNOLÓGICO DE  SANEAMENTO AMBIENTAL</strong>, com atribuições muito a quem das de uma graduação em gestão ambiental e com suas competências subordinadas integralmente a um engenheiro. Apenas para ilustrar essas afirmações, cito o exemplo de outros profissionais da área tecnológica vinculados ao CREA que, apenas conseguem trabalhar e, com o mínimo de atribuições, através de mandado de segurança expedido pela justiça de São Paulo. Portanto, espero que esse conflito entre gestor ambiental e o CREA tenha ficado bem claro. A insistência das universidades e alunos dos cursos de gestão ambiental em procurar o CREA, somados às exigências deste conselho, levará ao final da carreira. E isso é tudo o que os CREA quer. Para as universidades que prometem inscrição de seus alunos no CREA, fiquem cientes que apenas o curso de saneamento ambiental é aceito no sistema e, mesmo assim, com as exigências descritas acima.</p>
<p>Com relação ao CRA (conselho regional de administração), a resolução publicada no final do ano passado por esse conselho, representa um ingrediente a mais nessa disputa. Excetuando-se os tecnólogos vinculados à área das engenharias, todas as demais são abarcadas pelo CRA sem nenhuma espécie de imposição ou exigência às universidades quanto ao corpo docente nem à matriz curricular. Basta o egresso ir à uma delegacia deste conselho com seu diploma e solicitar o cadastro. Ele acata as atribuições estabelecidas pelo MEC e a matriz curricular da universidade. Isso é respeito à lei federal</p>
<p>Mas, sem dúvida, a grande conquista dos tecnólogos em gestão ambiental, foi o reconhecimento profissional por parte do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que, sob o código 2140-10, com a denominação “Tecnólogo em Gestão Ambiental” incluiu esse profissional no mercado de trabalho de forma consistente e definitiva. O que representa isso? Qualquer empresa pública ou privada que necessite contratar um gestor ambiental sob o regime de trabalho celetista, ou seja, com a carteira de trabalho assinada e com todos os direitos trabalhistas assegurados, a partir de agora poderá fazê-lo, ou, até mesmo contratar uma assessoria de um tecnólogo em gestão ambiental.</p>
<p><strong>Quando publicada a nova tabela da CBO<br />
</strong>(Classificação Brasileira de ocupações) documento que estabelece os parâmetros para a contratação de qualquer profissional, indicava o CREA como conselho de classe exigível aos tecnólogos em gestão ambiental, entretanto, a pronta ação da ANAGEA solicitou a retirada dessa exigência  e o argumento foi imbatível. Como a CBO pode indicar um conselho no qual não consta o Gestor ambiental com as atribuições da tabela publicada e a ser seguida como referência para as contratações, se Gestão Ambiental não consta na grade de profissões desse conselho?</p>
<p>Há uma polêmica e um entendimento estreito sobre esse procedimento de reconhecimento de uma profissão,  vamos tentar esclarecer: Quando uma empresa quer contratar um funcionário de qualquer ocupação, deve fazê-lo pelas vias legais, ou seja, deve registrar o empregado em carteira de trabalho e recolher os tributos e direitos trabalhistas  que incidem sobre o salário pago a ele: Imposto de renda, fundo de garantia, previdência social e demais arrecadações. Entretanto, apenas as profissões constantes na CBO podem ser contratadas pelo regime celetista. Muitos afirmam que a presença do tecnólogo em gestão ambiental não representa avanço. Ora, se para operar na legalidade a empresa deve recorrer à tabela da CBO e apenas profissões reconhecidas constam da mesma, concluímos ser esse um avanço extraordinário</p>
<p>O reconhecimento por parte do governo federal desse profissional também é digno de menção. A lei 10.410 de 2002, que cria e disciplina a carreira de especialista em meio ambiente no âmbito da administração pública federal, prevê a presença do gestor ambiental, com todas as  atribuições e, bastando a comprovação do diploma de curso superior na área para, depois de processo seletivo, ingressar na carreira e, o mais importante, sem a necessidade de registro em conselho de classe para o ingresso. Como podemos ver, o Estado nos garante direitos, se para isso formos obrigados a fazer a lei ser cumprida por via judicial, que assim seja.</p>
<p>A <strong>ANAGEA</strong> sente-se honrada em representar os Gestores Ambientais e o faz da maneira mais responsável que poderia. Fundamentar suas ações na legalidade foi a melhor escolha para os gestores ambientais e para o Brasil, afinal, somos profissionais imprescindíveis e já estamos ocupando nosso espaço. Alguns insinuam que pretendemos ser engenheiros; a insinuação não confere, mas não deixaremos de indicar que existem atualmente no Brasil 12 milhões de habitações em condições precárias, construídas sem plantas e muitas delas sobre “lixão”. Como entidade representativa de classe, cumpriremos nossa função;  defender os interesses da classe que, em última instância é o interesse do todo.  Por isso precisamos de todos os Gestores Ambientais, precisamos que nos acompanhem nos projetos que apoiamos e nas leis que tentamos alterar para mudar  essa realidade, tanto a do Gestor Ambiental como do Brasil. Vamos construir um Brasil sustentável e acima de tudo, justo.</p>
<h5><strong>Léo Urbini<br />
Membro da ANAGEA</strong></h5>
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		</item>
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		<title>ANAGEA reúne-se com o Conselho Regional de Química &#8211; CRQ</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 16:27:20 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[ANAGEA]]></category>
		<category><![CDATA[atribuições]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Regional de Química]]></category>
		<category><![CDATA[CRQ]]></category>
		<category><![CDATA[gestão ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 4 de agosto os membros da ANAGEA, presidente Alexandre Robim, vice presidente Minoru Furuya, diretora administrativa Raquel Moraes, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_730" class="wp-caption alignleft" style="width: 506px"><a rel="attachment wp-att-730" href="http://www.anagea.org.br/2011/08/anagea-reune-se-com-o-conselho-regional-de-quimica-crq/crq/"><img class="size-full wp-image-730 " src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2011/08/CRQ.jpg" alt="" width="496" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Membros da ANAGEA Minoru, Raquel, Gérson e Alexandre. Membros do CRQ Sr. Manlio, Sérgio Rodrigues e José Glauco. Foto: JP Rodrigues</p></div>
<p>No dia 4 de agosto os membros da ANAGEA, presidente Alexandre Robim, vice presidente Minoru Furuya, diretora administrativa Raquel Moraes, o tesoureiro Gérson Eli e o diretor de comunicação e imprensa João Paulo estiveram reunidos, na sede do <a href="http://www.crqsc.gov.br">Conselho Regional de Química – CRQ &#8211; de São Paulo</a>, com o presidente do conselho, Sr. Manlio de Augustinis, o superintendente José Glauco e Sergio Rodrigues, do departamento de infraestrutura. Na ocasião discutiram os caminhos, os cursos e quais as atribuições que o CRQ e a gestão ambiental podem compartilhar.<br />
Lembrando que o Gestor Ambiental exerce muitas funções onde há atividade química, o presidente Manlio comentou que um dos grandes problemas no Brasil em relação a área química, é que existem mais de 40 títulos relativos ao setor, dificultando as atribuições permitidas.<br />
O Gestor Ambiental sabe muito bem disso, pois também sofre com as diferentes nomenclaturas dos cursos de Gestão Ambiental espalhados pelo país. E isso confunde as empresas na hora de contratar o G.A. e também os Conselhos que, dependendo da grade curricular, podem ou não conceder as atribuições.<br />
Abaixo há uma tabela fornecida pelo CRQ para que possamos entender um pouco mais sobre como funciona as atribuições dentro do Conselho, de acordo com a nomenclatura e grade curricular de cada curso de Gestão Ambiental.<br />
Todos os representantes do CRQ  foram solícitos e a reunião foi  descontraída e produtiva. Fomos muito bem recebidos e disseram que as portas do CRQ estão abertas aos Gestores Ambientais.<br />
Agradecemos aos Srs. José Glauco, Manlio e Sério Rodrigues por nos receberem tão bem e em especial a secretária Tereza, que foi muito atenciosa, cordial e solícita.</p>
<p><strong>Tabela de Atribuições do Conselho Regional de Química  - CRQ relativo a área ambiental:</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-734" src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2011/08/tabela-CRQ.jpg" alt="" width="510" height="719" /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-735" src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2011/08/tabela-CRQ2.jpg" alt="" width="510" height="507" /></p>
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		<item>
		<title>Até 2014 coleta seletiva estará implantada em todo Brasil</title>
		<link>http://www.anagea.org.br/2011/07/ate-2014-coleta-seletiva-estara-implantada-em-todo-brasil/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 12:04:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Até 2014 coleta seletiva estará implantada em todo Brasil
Municípios terão de se adaptar à Política de Resíduos Sólidos que proíbe os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-674" src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2011/07/lixo_coletaseletiva.jpg" alt="" width="236" height="118" />Até 2014 coleta seletiva estará implantada em todo Brasil<br />
Municípios terão de se adaptar à Política de Resíduos Sólidos que proíbe os lixões e o descarte de resíduos que possam ser reciclados ou reutilizados</p>
<h1><strong>Por: Suelene Gusmão &#8211; www.mma.gov.br<br />
Foto: Divulgação</strong></h1>
<p>Em quatro anos, no dia 3 de agosto de 2014, o Brasil estará livre dos lixões a céu aberto, presentes em quase todos os municípios brasileiros. Isso é o que define o artigo nº 54 da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), recentemente regulamentada por Decreto Presidencial, em 23 de dezembro de 2010. Também ficará proibido, a partir de 2014, colocar em aterros sanitários qualquer tipo de resíduo que seja passível de reciclagem ou reutilização.</p>
<p>Isso significa que os municípios brasileiros, para se adequar a nova legislação, terão que criar leis municipais para a implantação da coleta seletiva.<br />
Uma outra data definida na regulamentação da PNRS é quanto à elaboração do Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Pela regulamentação, a União, por meio do Ministério do Meio Ambiente, tem 180 dias de prazo, a contar da publicação do Decreto, para elaborar a proposta preliminar do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, com vigência por prazo indeterminado e horizonte de 20 anos, devendo ser atualizado a cada quatro. A proposta do plano será submetida à consulta pública, pelo prazo mínimo de 60 dias.Em sua versão preliminar, o Plano de Resíduos Sólidos vai definir metas, programas e ações para todos os resíduos sólidos. Para sua construção, a ser coordenada por um comitê interministerial, será utilizada a experiência e estudos sobre resíduos sólidos já acumulados em 18 estados da Federação.</p>
<p>O Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos, será coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e composto por nove ministérios mais a Casa Civil e a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.<br />
<strong>Logística reversa </strong>- De acordo com o texto do Decreto, logística reversa é o instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado pelo conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada.<br />
A regulamentação definiu como se dará a responsabilidade compartilhada no tratamento de seis tipos de resíduos e determinou a criação de um comitê orientador para tratar destes casos específicos. São eles: pneus; pilhas e baterias; embalagens de agrotóxicos e óleos lubrificantes além das lâmpadas fluorescentes e dos eletroeletrônicos. O comitê orientador vai também definir cronograma de logística reversa para um outro conjunto de resíduos que inclui as embalagens e produtos que provoquem impacto ambiental e na saúde pública.<br />
Os instrumentos para operar os sistemas de logística reversa são: acordos setoriais; regulamentos expedidos pelo Poder Público; ou termos de compromisso.<br />
O Secretário de Recursos Hídricos de Ambiente Urbano (SRHU) do MMA, Silvano Silvério, explica que pela nova lei, o cidadão passa a ser obrigado a fazer a devolução dos resíduos sólidos no local, a ser previamente definido pelo acordo setorial e referendado em regulamento, podendo ser onde ele comprou ou no posto de distribuição. Segundo ele, a forma como se dará essa devolução, dentro de cada cadeia produtiva, será definida por um comitê orientador, a ser instalado ainda no primeiro semestre de 2011.<br />
Atualmente, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) estabelece, por meio de Resolução, os procedimentos para o descarte ambientalmente correto de quatro grupos de resíduos. São eles: pneus(Resolução 416/2009); pilhas e baterias (Resolução 401/2008); óleos lubrificantes (Resolução 362/2005); e embalagens de agrotóxicos (Lei nº 7.802/1989). Os acordos setoriais ou os termos de compromisso servirão para revalidar ou refazer os que está definido nas resoluções e leis em vigor.<br />
Embalagens &#8211; A novidade que a regulamentação traz é a obrigatoriedade da logística reversa para embalagens. O secretário explica que é possível aplicar o procedimento para todo o tipo de embalagem que entulham os lixões atualmente, inclusive embalagens de bebidas. Ele relata, inclusive, que o Ministério do Meio Ambiente já foi formalmente procurado pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) para informar que estão aptos a fazer a coleta de óleos lubrificantes. O MMA foi também procurado pela Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro) que demonstrou interesse em implantar a logística reversa em embalagens de vidro.<br />
Segundo ele, existem duas formas de se fazer a logística reversa para embalagens. Uma, de iniciativa do setor empresarial, que pode instituir o procedimento para uma determinada cadeia. A outra, de iniciativa do Poder Público. Neste caso, o primeiro passo é a publicação de edital, onde o comitê orientador dá início ao processo de acordo setorial. No edital estarão fixados o prazo, as metas e a metodologia para elaboração de estudos de impacto econômico e social.</p>
<p>Os acordos setoriais são atos de natureza contratual firmados entre o Poder Público e os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes visando à implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto.<br />
Depois de definidas as bases do acordo setorial, os setores envolvidos no processo de logística reversa definem como pretendem fazê-lo. A proposta é levada ao Governo Federal para análise. Estando em acordo ao que estabelece o edital, a proposta é acolhida e homologada via Comitê Orientador. A partir de então, o processo de logística reversa começa a ser implementado. O Governo Federal pode transformar o acordo em regra nacional por meio de regulamento.<br />
O processo vale para os eletroeletrônicos. A partir do momento em que o Comitê Orientador definir o processo de logística reversa, ficará determinado onde o cidadão deve devolver seu resíduo. Silvano Silvério informa que o comitê orientador estabelecerá, por edital, o início dos acordos setoriais.<br />
<strong>Catadores </strong>- A regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) dá atenção especial aos catadores de materiais recicláveis. Está definido, por exemplo, que o sistema de coleta seletiva de resíduos sólidos e a logística reversa priorizarão a participação de cooperativas ou de outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis constituídas por pessoas físicas de baixa renda.<br />
Determina também que os planos municipais de gestão integrada de resíduos sólidos definam programas e ações para a participação dos grupos interessados, em especial das cooperativas ou outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis também constituídas por pessoas físicas de baixa renda.<br />
<strong>Diretrizes </strong>- A Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada em agosto de 2010, contém as diretrizes para a gestão, o gerenciamento e o manejo dos resíduos sólidos. Ela também incentiva os fabricantes a adotar procedimentos adequados à produção de produtos não agressivos ao ambiente e à saúde humana e à destinação final correta dos rejeitos da produção.<br />
Sua aprovação representou um amplo consenso envolvendo todos os atores que fazem parte dos mais diversos ciclos da produção de resíduos sólidos no Brasil. Ela trata de temas amplos e variados que fazem parte do dia-a-dia das pessoas, envolvendo conceitos como área contaminada, ciclo de vida do produto, coleta seletiva, controle social, destinação final ambientalmente adequada, gerenciamento de resíduos, gestão integrada, reciclagem, rejeitos, responsabilidade compartilhada e reutilização.<br />
A nova política é clara em definir de que forma se dará o gerenciamento dos resíduos, indicando inclusive sua ordem de prioridade que será a de não-geração, a de redução, reutilização, reciclagem e tratamento de resíduos. A nova política cria também um sistema nacional integrado de informações sobre resíduos sólidos. O sistema será responsável por recolher e divulgar informações com rapidez e qualidade.</p>
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		<title>ANAGEA elege nova diretoria</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 22:58:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No mês de janeiro de 2011 foi eleita a nova diretoria da ANAGEA para o próximo triênio. A nova diretoria assume [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_599" class="wp-caption alignleft" style="width: 159px"><img class="size-full wp-image-599" src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2011/03/ale.jpg" alt="" width="149" height="184" /><p class="wp-caption-text">Alexandre Robim, Presidente da ANAGEA</p></div>
<p>No mês de janeiro de 2011 foi eleita a nova diretoria da ANAGEA para o próximo triênio. A nova diretoria assume com a responsabilidade em dar continuidade nos projetos de inserção, defesa e apresentação dos GAs com o objetivo primordial de expandir a atuação da Associação em todo o Brasil.<br />
O novo presidente, o GA Alexandre Robim, fala sobre a importância da participação dos gestores ambientais na discussão dos assuntos pertinentes a classe: “A nova diretoria terá como objetivo expandir a ANAGEA nos estados através da criação das regionais, fazendo com que as informações do que ocorre hoje em relação a regulamentação da profissão, conselhos de classe e CBO possam chegar aos GAs em todo o Brasil e que a ANAGEA passe a ser o fórum de discussão e apresentação de idéias na busca da solução destas questões. A necessidade de ampliar a participação dos gestores ambientais de todas as localidades do País se faz urgente e necessária. Por isso, aproveitamos para convidar os gestores ambientais a se associarem, reunir seus colegas e levar a ANAGEA para a sua região.” finalizou Alexandre.</p>
<p>A nova diretoria é composta por:</p>
<p><strong>Alexandre Robim</strong> – Presidente<br />
<strong>Minoru Furuya</strong> – Vice-presidente<br />
<strong>Hugo D’angelo</strong> – 1º secretário<br />
<strong>Zoroastro Júnior</strong> – 2º secretário<br />
<strong>Gerson Eli Fernandes</strong> – 1º tesoureiro<br />
<strong>João Paulo Rodrigues</strong> – 2º tesoureiro<br />
<strong>José Maurício</strong> – Conselho Deliberativo e Fiscal<br />
<strong>Rodolfo Picalho</strong> &#8211; Conselho Deliberativo e Fiscal<br />
<strong>Felipe Gonçalves</strong> &#8211; Conselho Deliberativo e Fiscal<br />
<strong>Raquel Moraes Costa Pereira</strong> &#8211; Conselho Deliberativo e Fiscal<br />
<strong>Juliano Cucollo</strong> &#8211; Conselho Deliberativo e Fiscal<br />
<strong>João Paulo Rodrigues</strong> – Diretor de Comunicação e Imprensa</p>
]]></content:encoded>
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		<title>ANAGEA participa do 4º Seminário de Gestão Ambiental em Minas Gerais</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 14:36:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Encontro Gestão Ambiental]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste ultimo sábado, 4 de dezembro de 2010, o presidente em exercício da ANAGEA, Alexandre Robim, foi até Juiz de Fora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_555" class="wp-caption alignnone" style="width: 475px"><img class="size-full wp-image-555 " src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2010/12/esta-mesa.jpg" alt="" width="465" height="262" /><p class="wp-caption-text">Alexandre Robim, Francisco Marra, Wagner Pedersoli e Monica Andrade</p></div>
<p>Neste ultimo sábado, 4 de dezembro de 2010, o presidente em exercício da ANAGEA, Alexandre Robim, foi até Juiz de Fora (MG) para participar do “4º Seminário de Gestão Ambiental do Instituto Vianna Junior”.<br />
Organizado por alunos e ex-alunos do Instituto, o evento contou com a palestra de representantes de empresas como Arcelor Mittal, Votorantin, Mercedes Benz e Central Globo de Produções. Como responsáveis pelo setor de meio ambiente das empresas, falaram das experiências, da importância e como implementaram o SGA (Sistema de Gestão Ambiental).<br />
Na última mesa redonda do evento, nosso presidente pode compartilhar e receber informações relevantes à classe com o  Gestor Ambiental Francisco Marra e o Presidente do CRQ/MG, Wagner Pedersoli.<br />
Os palestrantes responderam as perguntas dos gestores presentes, principalmente em relação a regulamentação da profissão, conselho de classe e o papel da associação na discussão, atuação e esclarecimento dos assuntos em questão.</p>
<div id="attachment_556" class="wp-caption alignleft" style="width: 259px"><img class="size-full wp-image-556  " src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2010/12/esta.jpg" alt="" width="249" height="153" /><p class="wp-caption-text">Auditório teve uma boa participação de alunos e ex-alunos</p></div>
<p>Para Alexandre, esse tipo de evento contribui muito para a profissão, principalmente na busca da identidade do Gestor Ambiental.<br />
Aproveitamos este artigo para parabenizar os gestores alunos e ex-alunos do Instituto Vianna Junior, responsáveis pela organização do  encontro, e agradecer o convite em nome da Coordenadora do Curso de Gestão Ambiental Raquel Zacarias e dos Gestores Monica Andrade e George Amaro da Silva.<br />
Parabéns e até a próxima!</p>
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		<title>Comunicado</title>
		<link>http://www.anagea.org.br/2010/11/comunicado/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 14:40:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tendo em vista compromissos profissionais assumidos, nosso  presidente Leo Urbini solicitou dispensa das funções de Presidente da  ANAGEA para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img class="alignleft size-full wp-image-503" src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2010/11/anagea-logo.jpg" alt="" width="97" height="109" />Tendo em vista compromissos profissionais assumidos, nosso  presidente <strong>Leo Urbini</strong> solicitou dispensa das funções de Presidente da  <strong>ANAGEA</strong> para se dedicar a novas atividades, desde o dia 17 de outubro de  2010.</div>
<div>Sendo assim, a diretoria executiva aprovou e publicou nesta data, desejando sucesso ao nosso companheiro nesse desafio.</div>
<div></div>
<div><strong>Att.<br />
</strong></div>
<div><strong>Alexandre Robim</strong></div>
<div><strong>1º Vice Presidente</strong></div>
<div><strong>Hugo D&#8217; Angelo</strong></div>
<div><strong>1º Secretario</strong></div>
<div><strong>João Paulo Rodrigues</strong></div>
<div><strong>Diretor de Comunicação e Imprensa</strong></div>
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		<title>Membros da ANAGEA fazem palestra na SIPAT de empresa de transporte urbano</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 01:32:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[palestra]]></category>
		<category><![CDATA[SIPAT]]></category>
		<category><![CDATA[STU]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Os membros Hugo D’angelo (1º Secretário) e João Paulo Rodrigues (Diretor de Comunicação e Imprensa), palestraram no dia 10 de agosto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_468" class="wp-caption alignleft" style="width: 345px"><img class="size-full wp-image-468 " src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2010/08/palestra2.jpg" alt="" width="335" height="183" /><p class="wp-caption-text">1º secretário Hugo D&#39;angelo fazendo a explanação sobre os conceitos relativos a sustentabilidade</p></div>
<p>Os membros<strong> Hugo D’angelo</strong> (1º Secretário) e <a href="http://twitter.com/jperre"><strong>João Paulo Rodrigues</strong></a> (Diretor de Comunicação e Imprensa), palestraram no dia 10 de agosto de 2010 na &#8220;<strong>Semana Interna de Prevenção de Acidentes  de Trabalho</strong>&#8221; (SIPAT), na <strong>STU</strong> (Sorocaba Transporte Urbano), em Sorocaba, interior de São Paulo.</p>
<p>Este é o segundo ano onde os dois participam do evento, que já teve como palestrantes o 1º vice presidente da ANAGEA, <strong>Alexandre Robim</strong>.</p>
<p>O tema este ano foi “<strong>Sustentabilidade</strong>”. Ambos decorreram sobre o assunto durante uma hora, abordando os problemas crônicos atuais – como o esgotamento do Rio Jordão, no Oriente Médio e o vazamento da British Petroleum &#8211; para levantar a questão se, conforme a definição de Desenvolvimento Sustentável dada pela <strong>Organização das Nações Unidas </strong>(ONU), estamos “<em>suprindo as necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das gerações futuras.</em>”</p>
<p>Sugerindo soluções, foi dado o exemplo da cidade de <strong>Estocolmo</strong>, na Suécia (local da Primeira Conferência Mundial sobre Meio Ambiente em 1972), que curiosamente tem um bairro, chamado<strong> Hammarby Sjöstad</strong>, que é  considerado um dos mais ecológicos do mundo!</p>
<p>Indo do global para o local, o consumo de cada um dos brasileiros, o problema das embalagens, das bitucas de cigarro, do desperdício de água, da falta duma educação ambiental que realmente transforme o indivíduo também fizeram os presentes pensar a respeito.</p>
<div id="attachment_469" class="wp-caption alignright" style="width: 288px"><img class="size-full wp-image-469 " src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2010/08/palestra3.jpg" alt="" width="278" height="175" /><p class="wp-caption-text">Dir. Comunicação e Imprensa João Paulo explicando o processo de compostagem</p></div>
<p>Aproveitando o gancho, algumas dicas sustentáveis foram dadas como o uso do transporte coletivo, coleta seletiva dos resíduos e dicas de compostagem que qualquer um pode fazer em sua própria casa, basta ter criatividade e disposição.</p>
<p>Tudo foi abordado respeitando a seriedade do tema, mas também com sensibilidade e muito bom humor.</p>
<p>O evento contou com cerca de <strong>50 </strong>colaboradores, entre funcionários e visitantes. Os presentes participaram através de perguntas e dúvidas que foram esclarecidas.</p>
<div id="attachment_466" class="wp-caption alignleft" style="width: 134px"><img class="size-full wp-image-466   " src="http://www.anagea.org.br/wp-content/uploads/2010/08/palestra4.jpg" alt="" width="124" height="127" /><p class="wp-caption-text">Claudir fazendo a simulação da pegada ecológica</p></div>
<p>Ao final, foi feito uma simulação da pegada ecológica com um dos presentes, o <strong>Claudir</strong>, e apesar dele comer carne apenas duas vezes por semana, levar em conta a preocupação dos produtos que consome com o meio ambiente e nunca ter viajado de avião, de acordo com o programa, se todas as pessoas que habitam a Terra consumissem como nosso voluntário amigo, ainda assim seriam necessários dois planetas para suportar a demanda.</p>
<p>Ficou claro que os problemas ambientais não são situações das quais devemos sentar e esperar dos governantes providências. É hora de olhar pro próprio umbigo, mudar hábitos e sair da zona de conforto de cada um para inspirar outros, fazendo a nossa parte através da mudança dos paradigmas diários a qual cada um de nós estamos, em maior ou menor grau, atados.</p>
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