Reconhecimento, regulamentação e inserção profissional do Gestor Ambiental

Postado na categoria ANAGEA, artigo do léo, artigosno dia 27 de agosto de 2011 , por admin | 260 Comentários


Para os gestores ambientais e universidades

O reconhecimento profissional, a regulamentação da profissão e a efetiva inserção do gestor ambiental no mercado de trabalho, têm sido tema de debate em diversos fóruns pelo Brasil. A ANAGEA, com o propósito de esclarecer a situação atual dos profissionais em gestão ambiental, graduado nas três modalidades de formação, publica este documento.

Antes de entrar no mérito da questão dos conselhos profissionais, é importante falar sobre o projeto de lei 5825/2009 que, aprovado, exige que todas as empresas do cadastro de potencialmente poluidoras e utilizadora de recursos naturais, contratem um profissional graduado ou pós graduado em gestão ambiental exigindo apenas o diploma na área correspondente. Muitos gestores ambientais me perguntam; por que apresentamos um projeto abrangente, por que não reservar somente aos GAs graduados os postos de trabalho criados quando aprovado o PL? Explico: A Constituição Federal não permite, à princípio, a reserva de direitos e a resolução do CONAMA 001 ( do licenciamento ambiental ) também prevê a presença de equipes multidisciplinares. Portanto, exclusivizar atribuições representa uma transgressão à legislação, seria sujeita-lo à derrota. Quando sugerimos que todas as empresas do citado cadastro sejam obrigadas a contratar um gestor ambiental, ampliamos, de forma extraordinária os postos de trabalho, além da segurança ambiental desejada ao sistema produtivo.

Feito este esclarecimento quanto ao projeto de lei que sustentamos, podemos entrar  na questão dos conselhos profissionais e o reconhecimento profissional conquistado pelos tecnólogos. A discussão sobre conselho profissional e, particularmente, sobre o CREA, tem sido tema recorrente em visitas que fazemos à universidades, debates internos da ANAGEA, debates com outras instituições e pedidos de informações de gestores que acessam a pagina da web da associação, merece, portanto, uma reflexão mais aprofundada. Desde a fundação da ANAGEA, temos mantido  conversações com o CREA, especificamente com a CEAP (Comissão de Educação e Atribuição Profissional), departamento que sustenta boa parte das investidas sobre a educação profissionalizante ( cursos tecnológicos). Em meados do ano passado, através de convite a título de fornecimento de instruções para o preenchimento de formulário de requerimento de credenciamento das universidades à está autarquia federal, uma exigência esdrúxula e descabida indignou os participantes da reunião- a carga horária dos cursos tecnológicos de gestão ambiental teria que ser aumentada para 2.400hs para as turmas em curso e as universidades deviam complementar a carga horária dos egressos com carga horária menor da que o órgão exigia- Pergunta: Para que; se os coordenadores presentes à reunião representavam o curso de gestão ambiental? A confusão estava criada.

Houve muito tumulto e discórdia no encontro e o objetivo principal perdeu-se por conta das imposições descabidas.

Uma análise: O quorum da reunião era dado, predominantemente, por coordenadores de curso tecnológico em gestão ambiental, porém, está graduação não consta como especialidade contemplada na resolução 1010 do confea, que normatiza e estabelece atribuições às carreiras do sistema CREA Confea. A exigência imposta pela CEAP para o credenciamento de uma universidade ao sistema são as seguintes:

-Carga horária de 2.400 hs

- número de docentes ENGENHEIROS estabelecido pelo CREA.

- Matriz curricular com ênfase em efluentes e resíduos.

Pois bem, cumpridas as exigências, seu curso Tecnológico de gestão ambiental se transforma em TECNOLÓGICO DE SANEAMENTO AMBIENTAL, com atribuições muito a quem das de uma graduação em gestão ambiental e com suas competências subordinadas integralmente a um engenheiro. Apenas para ilustrar essas afirmações, cito o exemplo de outros profissionais da área tecnológica vinculados ao CREA que, apenas conseguem trabalhar e, com o mínimo de atribuições, através de mandado de segurança expedido pela justiça de São Paulo. Portanto, espero que esse conflito entre gestor ambiental e o CREA tenha ficado bem claro. A insistência das universidades e alunos dos cursos de gestão ambiental em procurar o CREA, somados às exigências deste conselho, levará ao final da carreira. E isso é tudo o que os CREA quer. Para as universidades que prometem inscrição de seus alunos no CREA, fiquem cientes que apenas o curso de saneamento ambiental é aceito no sistema e, mesmo assim, com as exigências descritas acima.

Com relação ao CRA (conselho regional de administração), a resolução publicada no final do ano passado por esse conselho, representa um ingrediente a mais nessa disputa. Excetuando-se os tecnólogos vinculados à área das engenharias, todas as demais são abarcadas pelo CRA sem nenhuma espécie de imposição ou exigência às universidades quanto ao corpo docente nem à matriz curricular. Basta o egresso ir à uma delegacia deste conselho com seu diploma e solicitar o cadastro. Ele acata as atribuições estabelecidas pelo MEC e a matriz curricular da universidade. Isso é respeito à lei federal

Mas, sem dúvida, a grande conquista dos tecnólogos em gestão ambiental, foi o reconhecimento profissional por parte do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que, sob o código 2140-10, com a denominação “Tecnólogo em Gestão Ambiental” incluiu esse profissional no mercado de trabalho de forma consistente e definitiva. O que representa isso? Qualquer empresa pública ou privada que necessite contratar um gestor ambiental sob o regime de trabalho celetista, ou seja, com a carteira de trabalho assinada e com todos os direitos trabalhistas assegurados, a partir de agora poderá fazê-lo, ou, até mesmo contratar uma assessoria de um tecnólogo em gestão ambiental.

Quando publicada a nova tabela da CBO
(Classificação Brasileira de ocupações) documento que estabelece os parâmetros para a contratação de qualquer profissional, indicava o CREA como conselho de classe exigível aos tecnólogos em gestão ambiental, entretanto, a pronta ação da ANAGEA solicitou a retirada dessa exigência  e o argumento foi imbatível. Como a CBO pode indicar um conselho no qual não consta o Gestor ambiental com as atribuições da tabela publicada e a ser seguida como referência para as contratações, se Gestão Ambiental não consta na grade de profissões desse conselho?

Há uma polêmica e um entendimento estreito sobre esse procedimento de reconhecimento de uma profissão,  vamos tentar esclarecer: Quando uma empresa quer contratar um funcionário de qualquer ocupação, deve fazê-lo pelas vias legais, ou seja, deve registrar o empregado em carteira de trabalho e recolher os tributos e direitos trabalhistas  que incidem sobre o salário pago a ele: Imposto de renda, fundo de garantia, previdência social e demais arrecadações. Entretanto, apenas as profissões constantes na CBO podem ser contratadas pelo regime celetista. Muitos afirmam que a presença do tecnólogo em gestão ambiental não representa avanço. Ora, se para operar na legalidade a empresa deve recorrer à tabela da CBO e apenas profissões reconhecidas constam da mesma, concluímos ser esse um avanço extraordinário

O reconhecimento por parte do governo federal desse profissional também é digno de menção. A lei 10.410 de 2002, que cria e disciplina a carreira de especialista em meio ambiente no âmbito da administração pública federal, prevê a presença do gestor ambiental, com todas as  atribuições e, bastando a comprovação do diploma de curso superior na área para, depois de processo seletivo, ingressar na carreira e, o mais importante, sem a necessidade de registro em conselho de classe para o ingresso. Como podemos ver, o Estado nos garante direitos, se para isso formos obrigados a fazer a lei ser cumprida por via judicial, que assim seja.

A ANAGEA sente-se honrada em representar os Gestores Ambientais e o faz da maneira mais responsável que poderia. Fundamentar suas ações na legalidade foi a melhor escolha para os gestores ambientais e para o Brasil, afinal, somos profissionais imprescindíveis e já estamos ocupando nosso espaço. Alguns insinuam que pretendemos ser engenheiros; a insinuação não confere, mas não deixaremos de indicar que existem atualmente no Brasil 12 milhões de habitações em condições precárias, construídas sem plantas e muitas delas sobre “lixão”. Como entidade representativa de classe, cumpriremos nossa função;  defender os interesses da classe que, em última instância é o interesse do todo.  Por isso precisamos de todos os Gestores Ambientais, precisamos que nos acompanhem nos projetos que apoiamos e nas leis que tentamos alterar para mudar  essa realidade, tanto a do Gestor Ambiental como do Brasil. Vamos construir um Brasil sustentável e acima de tudo, justo.

Léo Urbini
Membro da ANAGEA

260 Comentários para "Reconhecimento, regulamentação e inserção profissional do Gestor Ambiental"

  1. no dia 21 de junho de 2010 Francisco Xavier de Lima escreveu:

    Caro Léo Urbini (Presidente da ANAGEA), parabéns pela iniciativa. Como participante da ANAGEA, ratifico a cua colocação de que a nossa presença no mercado é irreversível. Tenho convicção de que aos poucos a sociedade brasileira vai criando consciência da importância do Gestor Ambiental na defesa do desenvolvimento econômico associado à sustentabilidade como forma efetiva de crescimento e garantia de acesso aos recursos naturais pelas gerações atuais e futuras.

    Francisco Xavier
    Belém-Pará

  2. no dia 21 de junho de 2010 Gésio da Silva Amaral escreveu:

    Fico muito grato pela luta da ANAGEA,e orgulhoso por pertencer a esta classe de gestores.E deixo aqui a minha opinião e sugestão;nos não somos engenheiros,não fazemos calculos,nos somos ambientalistas protegemos a natureza e trabalhamos para ela e dela temos conhecimento, para fazer sua gestão.Não precisamos de titulação de engenhero porque somos gestores.
    Minha profissão esta registrada no CRQ-RJ,sugiro que se cadastrem no CRQ e deixe a titulação do CREA-RJ para os ”matematicos da natureza”!

  3. no dia 22 de junho de 2010 Ricardo Salles escreveu:

    Prezado Léo,
    Atuo na área ambiental desde quando não havia “escolas” de Meio Ambiente. Sou técnico em Agropecuária, e desde 1992 desenvolvo soluções para a agricultura orgânica, posteriormente para a Agroecologia e hoje me dedico a área de Responsabilidade Social, não poderia ser diferente, sou “AUTODIDATA”.
    Estudo Gestão Ambiental, na UMESP e sei que muito do que se ensina, advem do que desenvolvi(emos) com o passar dos anos, muito do que se fala sobre conservação, biodiversidade e recuperação de áreas degradadas foi “descoberto” no campo, ou melhor revelado pelo saber popular. As coisas são assim, e como diz o Zé Geraldo…”Tá vendo aquele edifício, moço?”. Somos operários de uma construção e Gestão Ambiental não se faz só com canudos. Como não tenho curso superior e para dar consultoria para emporesas publicas, porque tenho “capacidade” para tanto, sou aceito por “notório saber”…enfim, alguns pioneiros são doutores naquilo que fazem e desenvolveram, “honoris causa” portanto. Deêm a quem de direito o devido reconhecimento.

  4. no dia 29 de junho de 2010 Diego escreveu:

    Leo,
    é bastante interessante tudo, porém percebo que a ANAGEA briga especificamente pelos tecnólogos em GA, e não por todos os profissionais. Eu sou bacharel em Gestão Ambiental e até então não tenho a carreira regulamentada na CBO, então fica bastante difícil. Espero que a ANAGEA seja para todos os gestores, e não apenas para tecnólogos.
    Obrigado

  5. no dia 29 de junho de 2010 Léo Urbini escreveu:

    Prezado Diego, saudações
    Preferi a resposta por essa via para que todos os leitores que compartilham de sua dúvida possam, também, esclarecê-la
    Caro Diego, sua leitura está iludindo sua percepção. Os esforços da ANAGEA estão direcionados, principalmente, ao projeto de lei 5825 de 2009 que preve a inclusão de todas as carreiras que atuam com gestão ambiental, inclusive a modalidade de graduação declarada por você. Leia a proposta na integra com atenção e poderá constatar isso.
    Todavia, não podemos deixar de comemorar a vitória de uns, apenas por que não ter sido de todos.
    Seu apontamento sugere um “apartheid” que não existe, A ANAGEA se propões a trabalhar por todas as modalidades de graduação e assim tem feito, mas as coisas não acontecem da noite para o dia e, principalmente, não espere por interferência divina.
    Precisamos que todos os gestores ambientais, de todas as modalidades de graduação apoiem o citado PL. No momento,
    conseguimos reverter o parecer contrário ao PL apresentado anteriormente e estamos jogando muito forte em cima dele,
    Temos um novo parecer favorável pelo relator da comissão de CDEIC. Peço sua ajuda , bem como a ajuda de cada leitor
    para que, em breve, essa comemoração seja de todos.
    Léo Urbini
    Presidente ANAGEA

  6. no dia 11 de julho de 2010 Léo Urbini escreveu:

    Oi Léo, boa tarde!
    Parabéns pelo texto! É isso mesmo. A ANAGEA vem batalhando cada centímetro do caminho…e as coisas não acontecem da noite para o dia! Sabemos que a Gestão Ambiental, diferentemente de outras carreiras, esbarra na dificuldade em transpor grandes e ocultos interesses! Mas acredito em nossas forças! A união de todos como você acertadamente solicita, consolida e ratifica a democracia existente em nosso meio. Desejo sinceramente que todos os profissionais da vertente ambiental se esforcem para a consolidação de uma outra história ambiental para o Brasil!
    Abraço,
    Raquel Moraes
    Gestora Ambiental
    ———–
    Abraço e até mais,

    Raquel
    GADES – GESTÃO AMBIENTAL
    Diretoria Administrativa e de Projetos
    11- 4105-4626

  7. no dia 21 de julho de 2010 Marcio escreveu:

    Olá!

    Além de Gestor Ambiental sou Tec de Segurança no Trabalho, vejo que são duas profissões que sofre forte interferencia de Engº “CREA”, o que talvez esteja faltando é união, e este sindicato pode ser o caminho.

    Obrigado!

  8. no dia 10 de agosto de 2010 EMERSON SANTANA DE ALMEIDA escreveu:

    SR LEO BOA NOITE,MUITO OPORTUNA SUA EXPLANAÇAO.SOU ACADEMICO DE GESTAO AMBINTAL EM CUIABA MT,FUI RECENTEMENTE PARA O QUARTO SEMESTRE,ADORO O CURSO,ACHO ELE FANTASTICO, EO SISTEMA DE ENSINO DA FACULDADE NAO LHE DA MOLEZA,TEM QUE CORRER MUITO ATRAS,ISSO PARA OS QUE QUEREM REALMENTE SER GESTORES AMBIENTAIS NA PRATICA E COM CONHECIMENTO TECNICO.EU ME MEUS COLEGAS VEMOS COM MUITA PREOCUPAÇAO ESTA POLEMICA DE CONSELHOS A SE FILIAR.POREM EM SUAS PALAVRAS ACIMA E NO ORGANISMO QUE PRESIDE,TAIS INFORMES CHEGAM COMO UM BALSAMO A NOS TRANQUILIZAR.O BRASIL E IMINENTEMENTE O BERÇO MUNDIAL DA SUTENTABILIDADE,MESMO PESANDO A FALTA DE CONCIENCIA, E EDUCAÇAO DE MUITA GENTE QUE AINDA INSISTEM EM NOS ENVERGONHAR PERANTE O MUNDO,POREM MAIS TEMOS A MOSTRAR EM EXEMPLOS POSITIVOS DO QUE NEGATIVOS, E OLHA QUE SOMOS A NAÇAO COM UMA DAS PIORES DIVISOES DE RENTA DA TERRA,FATO QUE AJUDA E EM MUITO A DEPALPERAÇAO DAS RIQUESAS NATURAIS,MAS NA MEDIDA DO POSSIVEL TEMOS NOS SAIDO MUITO BEM,E POR FIM O GESTOR AMBIENTAL CHEGA PARA FECHARMOS COM CHAVE DE OURO O CIRCULO DE DEFESAS DO NOSSO MEIO AMBIENTE NUMA OBRIGATORIEDADE JUNTO A QUALQUER PROJETO,POR MENOR QUE ELE SEJA, E EM QUE AREA SEJA DEQUE DORAVANTE SOMENTE COM RESPONSABILIDADE AMBIENTAL E SOCIAL O CIDADAO SE MANTERA NO CONTEXTO.NAO ESTA MAIS HAVENDO ESPAÇO PARA PREDADORES,E UM CAMINHO SEM VOLTA,UMA QUESTAO DE SOBREVIVENCIA,E POR FIM COM CERTEZA,NAO HAVERA DE SER O RANÇO DO CREA A TURBAR NOSSAS PASSADAS.UM ABRAÇO, EMERSON.

  9. no dia 16 de agosto de 2010 Vilmar Xavier escreveu:

    Prezados;
    Esterei me formando no final do ano e acho de grande importância este espaço.
    Gostaria de falar sobre a importância em termos o registro no CREA, por dois motivos:
    1 – Quase todas as empresas que procuram profissionais de Meio Ambiente, os querem para elaborar e principalmente asinar progetos (EIA, RIMA, Laudos, etc) e isso sem CREA é inaceitável.
    2 – Como as áreas de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente são afins, grande parte dos Técnicos em Segurança do Trabalho estão buscando o curso de Tecnologia em Getsão Ambiental. Se o registro for no CREA, porteriormente poderão fazer Pós Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho.
    Acho que é hora de união para unirmos as áreas que se completam.

    Abraços a todos.

    Vilmar Xavier

  10. no dia 24 de agosto de 2010 Leila escreveu:

    Olá Leo
    Bastante tranquilizante este artigo, porém, ainda tenho uma dúvida. Os estados são obrigados a fornecer o registro no CRA ou é opcional?

  11. no dia 3 de setembro de 2010 Vilmar escreveu:

    Prezado Leo;

    Sou Técnico em segurança do Trabalho e estou concluindo o curso de Gestão Ambiental.
    Assim como eu existem vários com a mesma formação e desejam fazer pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho.
    O problema é que sem o CREA não conseguimos nem fazer o curso.
    Já existe algo nesse sentido.

    Sds.

    Vilmar Xavier

  12. no dia 7 de setembro de 2010 Léo Urbini escreveu:

    Olá Vilmar, saudações
    Você se declara técnico em segurança do trabalho, que fez um curso superior em tecnologia de gestão ambiental e pretende fazer pós em segurança do trabalho.
    Adianto que não há o que fazer em seu caso. Gestão Ambiental está sobrando no meio de suas opções.
    Academicamente falando, a priori, não há proibição, entretanto, será um curso sem validade legal.
    Todo curso de pós graduação deve ser reconhecido pelo MEC e seu respectivo diploma registrado no conselho de origem do curso de GRADUAÇÃO. Nesse caso, em particular, você deveria registrá-lo no CRA, no entanto, segurança do trabalho é uma competência do CREA e não do conselho de administração.
    Egressos do curso de gestão ambiental não têm nada a ver com o conselho de engenharia (CREA)ou com áreas de competência desse conselho. Sugiro que você reavalie a carreira que pretende e que sua pós seja na área de gestão ambiental.
    Cordialmente
    Léo Urbini
    ANAGEA

  13. no dia 28 de setembro de 2010 Maiara Costa escreveu:

    Prezado Léo!
    Muito bacana sua iniciativa, concordo plenamente que toda a classe de Gestores Ambientais devem se unirem para conquistar o nosso espaço! Pude perceber no texto e nos comentários acima que não é referido o registro de Tecnólogos Ambientais no CRQ. O que você sabe me falar sobre esse conselho?!Ele é efetivo com os tecnólogos e qual é a principal diferença entre o CREA e CRQ?
    Obrigada.
    Maiara
    Estudante em tecnologia em Gestão Ambiental.

  14. no dia 1 de outubro de 2010 Maurício Viana escreveu:

    Olá Leo;

    - Me formei como tecnologo em Gestão Ambiental e logo após a formatura corri atras do registro CRA, qual seria as competências e responsabilidades que poderei exercer obtendo este registro?

    Abraço;

  15. no dia 7 de outubro de 2010 Léo Urbini escreveu:

    Maurício, saudações.
    Considerando que seu curso esja reconhecido pelo mec,
    suas atribuições são aquelas elencadas no diploma.
    Caso um contratante qualquer exija inscrição em conselho, deverá fazêlo no CRA.
    As atribuições de referência são as da tabela da CBO MAIS
    assinatura de projetos, competência omitida nessa tabela.
    Publicaremos em breve esta tabela para maior facilidade de identificação das atribuições. Por ora,procure no site do MTE na área CBO

  16. no dia 16 de outubro de 2010 Francisca Oliveira escreveu:

    Caro Leo,
    Sou Tecnologa em Gestão Ambiental, adoro nossa profissão, porém fico triste com os políticos que fazem as leis, em não observar a importancia da regulamentação de nossa profissão e a definição urgente de qual conselho iremos pertencer (CREA?, CRA?, CRQ?…) no meu diplona tem atribução para elaboração de relatorio ambiental, RIV etc, porém qual desses conselhos nos dá ART-(doc. exigido por qualquer orgão federal,estadual ou municipal) quando da elaboração de qualquer estudo ambiental. Como se diz aqui no Nordeste, Estou servindo de bate esteira para engenheiros, elaborando alguns desses relatorios, porém sem a ART, não são válidos para os orgão licenciadores.Quem assina? Um engenheiro. Por isso acho que, mesmo com todo estrelismo do CREA ainda é o Conselho que mais nos dará condições de exercer nossa profissão com mais amplitude.
    Tem alguem no congresso preocupado com o meio ambiente?
    SE TIVER, SAIBA QUE TEM MUITOS TECNÓLOGOS PREPARADOS E DISPOSTOS A TRABALHAR.
    ABRAÇOS, e fiquem com DEUS.

  17. no dia 23 de outubro de 2010 Léo Urbini escreveu:

    Em resposta a questões sobre conselho profissional e ARTs
    levantadas po Francisca Oliveira e Maiara Costa, que também atende outras dúvidas.
    Francisca Oliveira aponta dificuldades em trabalhar por exigêncis esdruxulas dos orgãos ambientais.
    Por que sempre temos que acreditar que todos os procedimentos são passiveis de ARTs
    ART é uma exigências para procedimentos tecnicos compreendidos na área de competência do CREA.
    Todavia, nem todos os procedimentos ambientais são de competência exclusiva aos engenheiros.
    O grande problema, é que ao criar protocolos para o recebimento e andamento desses processos, “funcionários desinformados” quanto as atribuições das carreiras do sistema, tendem a criar mecanismos de exclusão.
    São, em sua maioria, engenheiros ou técnicos absolutamente desinformados sobre o assunto.
    Sugiro que ao ser proibida de executar alguma tarefa que não seja exclusiva ( por lei ) aos engenheiros, que pergunte ao funcionário onde está a legislação que determina essa exclusividade.
    Caso não seja explicado. Entre com uma denûncia crime sob a alegação de estar sendo impedida de realizar um trabalho não exclusivizado por lei.
    Maiara Costa me pergunta qual a diferença entre CRQ e CREA
    É mais fácil falar sobre a igualdade entre os dois.
    Um conselho profissional tem a função de fiscalizar o exercício de uma atividade regulamentada no âmbito de sua competência. O CREA, fiscaliza o exercício profissional de atividades regulamentadas no âmbito das engenharias, o que não representa a grande maioria das atividades da área ambiental, fosse assim, a resolução 001 do CONAMA não determinaria equipes multidisciplinares em processos de licenciamento, bastaria um engenheiro para fazer tudo.
    O CRQ cumpre a mesma função; fiscaliza o exercício de atividades circunscritas na área de engenharia quimica.
    Para concluir, vai uma receita bem simples.Exija a apresentação da lei federal que determina a cobrança de ART.
    Mas não vale normas estaduais, o que vale é uma determinação federal
    Muitas vezes um estado ou município cria uma legislação
    que exclui um profissional qualquer.
    Se a lei não tiver amparo federal, é inconstitucional
    Impedir qualquer pessoa habilitada por lei e com competências determinadas em diploma de exercer seu trabalho é crime previsto no código civil.
    e a atitude do CREA tem sido criminosa.

  18. no dia 5 de novembro de 2010 Salomão Almeida escreveu:

    PARABÉNS A TODOS QUE FAZEM PARTE DA ANAGEA, E NOS DEFENDEM COM GARRA, COMPETÊNCIA, CLASSE E BRILHANTISMO.

  19. no dia 5 de novembro de 2010 Salomão Almeida escreveu:

    ALUNO – GESTÃO AMBIENTAL UMESP

  20. no dia 12 de novembro de 2010 jorge luis teixeira euzebio escreveu:

    presado Leo
    sou formado em gestão ambiental a pouco tempo, e adoro muito o que faço que estudar e pesquisar e divulgar tudo sobre gestão ambiental. mas o que me questiono muito é porque que certos cras, não concordam com o resgistro de tecnologos. pois e um proficional que se formou na area especifica,não entrando em conflito com administradores e busca cada vez mais conhecimento na area em que se dedicou a estudar, aqui no RS o conselho do CRA não aceita o registro de tecnologos. Mesmo que o conselho federal aprovou o registro de tecnologos, poi bem conforme orientação do CFA fiz minha inscrição atraves do conselho federal de administração encaminhando todos os documentos exigidos e tambem pagamentos referente as taxas de confecçõa de carteira e anuidade e registro, enviando ao mesmo e ja faz 45 dias e não me derão retorno entrei em contato com eles , e me responderam que assim que tiverem resultado entraram em contato, meu questionamento referente a esta resposta e que ficou uma resposta no ar, sem data e sem compromisso de resposta emediata, ou seja vou conseguir o registro ou não. quanto o valor pago não me preocupo mas sim minha espectativa de ser um proficional com registro profissional, pois quando me dediquei a estudar depositei toda a minha espectativa de ser um profissional reconhecido pois e o meu projeto de vida. a qual muitos, sonha em conseguir. e triste saber que todo um sonho de repente não se conclui devido a certos pretestos de uma minoria, que acha que registrar um diplomado em tecnologia e não em bacharel e degradar uma profissão, pois bem sabe eles que estes profissionais são preparado para uma profissaõ especifica e que não farão concorrencia a eles a não ser que muitos????? bom quero aqui deixar minha indignação com que ta acontecendo com os tecnologos em gestão ambiental, não sou um ambientalista , sou um gestor ambiental.creio que a naturesa precisa mais de um gestor ambiental do que qualquer outra coisa. e o homem tambem pois o mesmo faz parte do meio e não pode se excluir, pois o processo so e concluido com a participação do homem seja positivo ou negativo. abraços e espero contato

  21. no dia 18 de novembro de 2010 Enisson Cabral escreveu:

    Olá Léo,
    Parabéns pelo trabalho da ANAGEA, sou Tecnologo em Gestão Ambiental, trabalho há 06 anos no licenciamento Ambiental do Município de Eunápolis, na Bahia. Realmente, a questão da ART tem sido um problema na hora de recebermos o processo para obtenção da Licença Ambiental do empreendimento,isto me preocupa,pois tenho pretenções de atuar como consultor ambiental, enfim, porém, o fato de não termos um conselho que nos dê sustentação, nos causa um grande prejuizo profissional. Recentemente um amigo meu perdeu um emprego numa grande empresa por falta do tal CREA ou CRQ.A direção da empresa alegou que seria uma função de campo, nao administrativa, enfim, é muito preocupante, mas quero aqui dizer que sou muitissimo agradecido pelo empenho da ANAGEA. Um grande abraço atodos.

  22. no dia 22 de dezembro de 2010 Antonio Giovannni Pontes Viana escreveu:

    Olá, sou formado em Tecnólogo em Gestão Ambiental desde 2007, de serta forma, também passamos por todas estas dificuldades. Muitos colegas acabaram perdendo seu trabalho, por não terem registro em um concelho, ou mesmo, quando registrados pelo CRQ, não eram aceitos por não possuirem registro no CREA. Aqui na região Norte, praticamento a áreas de atuação mais frequente, ou com mais dispolibilidade de trabalho, são nas assistência técnicas a projetos de nanejo, CAR, entre outras. O problema é que os proprios ôrgãos federal (INCRA)e estadual (SEMA, não estao aceitando outro concelho que não seja o CRE ou o CRBIO para licenciamento de atividade, CAR, etc. assim fica difícil.
    Gostaria que alguem podesse comentar sobre o PL de criação do concelho de tecnólogos.

    Att.

    Giovanni Viana

  23. no dia 5 de janeiro de 2011 Camila Bonkevich escreveu:

    Caro Léo Urbini!
    Como estudante do Curso de Tecnólogo em Gestão Ambiental, sinto na pele a falta de estrutura e de valorização deste curso em todos os seus níveis, e infelizmente estas ações partem, muitas vezes, das próprias Universidades. Tem-se a impressão que este curso foi lançado apenas com o intuito de arrecadar mensalidades, pois muitas Univeesidades ficam imóveis diante desta situação de desencontro do curso com o poder público. A falta de empenho e compro metismo das instituições de ensino são as principais causas responsáveis por este empasse. Com isso, chega-se a uma péssima conclusão: a questão ambiental continua sendo levanda apenas com um empecilho para o desenvolvimento economico e social.Sendo que este curso, vem com o objetivo de reorganizar o sistema desenvolvimentista, para assim garantir a esta e as futuras gerações, um mundo equilibrado ambientalmente, baseado na sustentabilidade do planeta.Mas antes desta disputa, temos uma batalha pública e até mesmo judicial, e esta, assim como o que se objetiva por meio da função de um(a)gestor(a)ambiental, também será uma longa disputa.

  24. no dia 7 de janeiro de 2011 Diego escreveu:

    Olá Leo,
    Fiquei sim feliz com a inclusão dos tecnólogos em Gestão Ambiental no CBO. Não tive uma visão deturpada da realidade, apenas acho que a inclusão no CBO não deveria ser de tecnologo em Gestão Ambiental, e sim do “Gestor Ambiental”, tendo como requisito tanto o tecnologo quanto o bacharelado. Vejo Gestores Ambientais tanto tecnologos quanto bachareis. Não sugiro aparthaeid nem nada, apenas gostaria que a Associação fosse para todos, já que o próprio nome dela diz que são para os Gestores, e não apenas para os tecnologos. O requerimento feito pela ANAGEA poderia ter sido para a inclusão do Gestor Ambiental.
    é isso.

  25. no dia 8 de janeiro de 2011 Antonio Moreira escreveu:

    Olá caros tecnólogos estou na mesma situação me formei em 2010 e não tive resposta de coneselho nenhum.espero que essa conquista venha logo pois precisamos trabalhar.

  26. no dia 25 de janeiro de 2011 Antonio Moreira escreveu:

    Esse ano a Unuversidade metodista de São Paulo onde me formei fala que o curso é reconhecido pelo CRQ.mas se nós que somos formados não podemos emitir laudos o que vamos fazer então.pretendo entrar na justiça para poder trabalhar.

  27. no dia 26 de janeiro de 2011 Walter Luiz escreveu:

    Pessoas, descobri esse site recentemente e já me associei e agora esse artigo me sanou diversas dúvidas a respeito da minha profissão. Formarei no meio do ano agora em tecnologia em Gestão Ambiental pelo SENAC GOIÀS. Aqui no estado o CRQ disse que irá ser o nosso conselho que legitima nossa profissão, preferia que fosse o CREA, mas como em todos os outros estados, está sofrendo resistência. Entretanto, pelo que eu me lembre, nas diligências como profissional pelo CRQ não informa que podemos assinar em projetos (é com J) de licenciamento que é um ramo eminente e vasto aqui no país. Mas em outro caso, tratamento com resíduos e efluentes é o que mais permitiu que o CRQ-Goiás abraçasse o nosso curso do SENAC. È foda, mas espero que em âmbito nacional nossa profissão seja devidamente regularizada, documentada e reconhecida em todos os níveis.

  28. no dia 30 de janeiro de 2011 Márcio Borba escreveu:

    Olá caros tecnólogos,me graduei em tecnologo em segurança do trabalho, depois de muita luta conquistamos o CBO 2149-45 no início de 2010, e no final do ano citado foi, aprovado à inclusão desta profissão junto ao CONFEA/CREA pela votação de 11 votos favoravel, contra 4 desfavoravel pela inclusão na tabela de titulos deste conselho, com o código 414-01-00, isto nos mostra que não devemos desistir e lutar por nossos objetivos, então venho através informalos que terão mais um aliado ambientalista nesta luta, pois estou me pós graduando em Gestão Ambiental, área no qual me identifico pois luto por sustentabilidade e resposabilidade social.

  29. no dia 5 de fevereiro de 2011 Nicole escreveu:

    Olá, eu e meus colegas estamos em duvida a respeito de qual registro iremos ter ao termino do curso, pois nosso coordenador nos informou que teremos o registro do CREA como sanitaristas ambientais, e que com CRA so podemos trabalhar em escritórios, Agradeço se poder me esclarecer.

  30. no dia 8 de fevereiro de 2011 Rogerio Pitrowsky escreveu:

    Ola Leo gostei muito do seu artigo, estou muito preocupado com este caso, pois estou me formando agora em agosto e preciso trabalhar. Vejo que tem muita empresa preocupada com o meio ambiente, ou em nao ter problemas com a justiça.
    Estou me formando no curso de Tecnologo em Gestão Ambiental, espero que esta situaçao seja resolvida logo .

  31. no dia 19 de fevereiro de 2011 m escreveu:

    Olá,me formei em gestão ambiental,sera que posso ter registro no crea-ms?

  32. no dia 8 de março de 2011 Geraldo Mendes Soares escreveu:

    Sou formado no curso de Gestão Ambiental,atua na area,mas enfrento varios problemas com questão de não termos um conselho,principalmente esta discriminação causada pelo CREA.Estou nessa luta e podem contar comigo.

  33. no dia 25 de março de 2011 alberto escreveu:

    estou formado em tecnologo ambiental mas não atuo na area por favor que conselho me dão

  34. no dia 27 de março de 2011 Tadeu Souza escreveu:

    Caro e guerreiro colega Léo,parabéns pelo artigo e atitude tomada por esta maravilhosa associação nacional protetora dos Gestores Ambientais ,seja de qualquer modalidade a ANAGEA,como Gestor Ambiental e vice presidente da AGAMSC aqui e Santa Catarina ,acho importante que sejamos regulamentados pelo CREA e aqui vamos lutar para que isso aconteça,pois a nossa grade curricular consta,Licenciamento ambiental e Auditoria ambiental,e aqui que tem melhor condição acadêmica somos nos Gestores Ambientais e não os engenheiros,e como será necessário a ART ,temos urgência para que o CREA nos reconheça e pare de ser classista e arcaico monopolizado por engenharia que simplesmente é uma modalidade acadêmica,o mundo só fala em GESTÂO AMBIENTAL.mas não dão direito a quem é de direito a atuação
    abraço e saiba que em Santa Catarina seremos pelo CREA

  35. no dia 27 de março de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Caro colega Alberto,
    Caso não tenha percebido, seu questionamento tem duplo sentido. O primeiro , que sugere que está fora do mercado e pede um “conselho”. O segundo, que “pode referir a entidade de classe ora em debate, um conselho de classe.
    Para não deixá-lo sem resposta, seja qual for o sentido da pergunta, faço uma tentativa.
    Como colega de profissão sugiro que se lance no mercado, nas redes sociais e em grupos de GAs que debatem os inúmeros temas do ofício. Pode ser bastante proveitoso, e, principalmente, atualizador.
    Caso o sentido da pergunta for o de uma orientação quanto a conselho de classe, sugiro, procurar o CRA ou CRQ para analisar as atribuições que lhe oferecem.
    O CREA não credencia GAs tecnólogos, portanto, não adianta procurá-lo. Exceto no caso de seu curso for de Tecnólogo em Saneamento Ambiental

  36. no dia 28 de março de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Olá Tadeu,
    É muito bom saber que existe um grupo de GAs organizados para avolumar a luta da classe. Que seja bem binda a AGAMSC!
    Todavia, Não compreendo onde o CREA pode nos ajudar com sua postura corporativa, egoista, autoritaria e excludente.
    Não devemos nos conformar e aceitar com as exigências impostas por este conselho, devemos mudar esse senso comum de que todas atividades praticadas em meio ambiente são passiveis de ART. ISSO NÃO É VERDADE.
    Não podemos nos curvar a esse conselho de classe que nada tem a ver com os gestores ambientais.
    Não faço parte da atual diretoria da ANAGEA, mas continuo trabalhando com ela como associado
    A AGAMSC precisa conversar com a ANAGEA sobre as diretrizes e direcionamento da atual executiva
    Também coloco-me, com satisfação, para esse diálogo.
    Que legislação federal impõe a ART à todos os profissionais que atuam em meio ambiente?
    Essa tal ART é uma criação metamorfósica desse tal “conselho”, como você bem disse, ARCAICO
    O MUNDO SERÁ MELHOR E MAIS SEGURO SEM O CREA!
    Ao criarem seu conselho, os arquitetos já deram seu exemplo ao saltarem fora desse monstro. Porque vamos brigar para entrar?

  37. no dia 28 de março de 2011 Vilmar escreveu:

    Olá prezados.
    Vejo que as discussões estão cada vez mais acirradas e não podia ser diferente. Os interesses são os mais variados possíveis.
    Infelizmente, várias empresas aqui em MG procuram especialistas em Meio Ambiente que possuam registro no CREA. Errado ou não é uma realidade, uma vez que o CREA exige a ART que por sua vez responsabiliza o profissional quanto ao trabalho executado. Bem sou Gestor Ambiental e além de não possuir registro no CREA não posso fazer a Pós Graduação em egurança do Trabalho, que sempre foi meu objetivo.

  38. no dia 1 de abril de 2011 Daniel Mendes escreveu:

    Realmente a questão da ART é um entrave nos processos de licenciamento nos órgãos ambientais de diversos estados. Todo projeto seja PCA, PGA, RCA, EIV/RIV e etc, só tem validade para dar entrada nos órgãos se estiverem acompanhados da sua respectiva ART (Apesar de como citado em outros comentários ser inconstitucional é uma realidade). Sou formado em Gestão Sanitária e Ambiental pela UEG desde 2007, meu curso não é tecnólogo e sim considerado como de formação específica superior na área Sanitária e Ambiental. Trabalho em uma empresa que atua no licenciamento ambiental em diversos estados, meu curso foi abraçado pelo CRQ porém não fiz o cadastro por receio de ficar pagando anuidade e não ter muita utilidade para minha atuação. CRQ é o conselho para quem trabalha na área de controle de qualidade, processos produtivos e areas afins de química, já para licenciamento tenho muita dúvida visto que quem emite ART (o que é exigido nos processos) é só o CREA ou o CRBIO. Já entrei em contato com o CRQ e me informaram que todo projeto ambiental que eu faça existe validade sim, só que não fazem como o CREA que é liberar a ART, eles carimbam o projeto e fica registrado, ou seja, lhe dá a validade para dar entrada em qualquer órgão. Se realmente este carimbo do CRQ tiver a mesma função e aplicabilidade que a ART, não precisamos nos preocupar mais com CREA. Contudo defendo e apoio completamente um conselho específico para a área de meio ambiente, não é justo uma área de extrema importância ter que ir atrás de conselhos específicos para engenharia, biologia, química ou administração. Temos que ter um conselho próprio com as atribuições bem definidas e que também como o CREA e o CRBIO emita sim uma assinatura de responsabilidade técnica para acabar de uma vez com toda essa polêmica que preocupa a área e novos profissionais que se formam a cada dia. Excelente abordagem Léo, tenha certeza de que se depender de mim o apoio é total. Abraço a todos espero ter dado uma boa contribuição, valeu galera !

  39. no dia 1 de abril de 2011 Rafael Fernandes escreveu:

    Leo, Tudo bem?

    Minha dúvida é se o profissional registrado no CREA poderá fazer o registro também no CRA e, portanto, estar registrado em dois conselhos simultaneamente.

    Att.

    Rafael Fernandes

  40. no dia 1 de abril de 2011 Éric Zucatelli Libardi escreveu:

    Olá, sou Tecnólogo em Gestão Ambiental há 1 ano e minha dúvida é quanto à concursos para Tecnólogos em Saneamento Ambiental. Ouço dizer que aqui no Espírito Santo existe a possibilidade de ter um registro como “Saneamento” podendo as duas graduações concorrerem por igual, devido as similaridades das disciplinas e tal…Esta informação procede?

  41. no dia 4 de abril de 2011 willian de oliveira escreveu:

    estou me formando em gestão ambiental será que as instituições publicas vão abrir concurso na área de gestão ambiental?A nossa profissão tem que ser levada mais a serio pelos os governantes,esta na hora deles pararem de só olharem para a aréa administrativa e investir em sustentabilidade.os gestores ambientais estão ocupando o seu espaço a nossa profissão vai dar um passo maior quando os intituicões publicas começarem a abrir concursos para a nossa classe.

  42. no dia 5 de abril de 2011 Miguel Barbosa escreveu:

    Meu caro Léu, sou formado em tecnólogo em segurança no trabalho e faço pós graduação em gestão ambiental. Uma vez que posso me cadastrar no CREA como tecnólogo, posso atuar como gestor ambiental com esse mesmo registro ou tenho que me inserir em outro conselho para atuar como GA?

  43. no dia 5 de abril de 2011 Miguel Barbosa escreveu:

    No comentário anterior, onde lê Léu, Lê-se LÉO.

  44. no dia 5 de abril de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Olá Miguel,
    Sua perguntá é muito boa para esclarecer alguns tópicos.
    Como tecnólogo em segurança do trabalho você é credenciado ao CREA. Pois bem, sua pós graduação deve ser registrada no conselho de origem de sua graduação principal, ou seja o CREA. Entretanto você será titulado em Gestão Ambiental apenas como Pós Graduado Sua pós em gestão Ambiental lhe dá o direito de atuar na área sem outro registro apenas com sua titulação de pós desde que reconhecida pelo MEC.
    Mesmo nesse caso há problemas com as atribuições dadas pelo CREA. Verifique.

  45. no dia 6 de abril de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Rafael,
    Não há impedimento para o registro em dois ou mais conselhos embora não veja função nesse procedimento.
    O melhor é eleger um que atenda as necessidades da atividade a ser desenvolvida.

  46. no dia 11 de abril de 2011 Carlos Raul dos Santos Filho escreveu:

    Olá, Léo,
    Estou conhecendo este movimento agora, e aprecio sua importancia. Gostaria de obter o seu contato a fim de conhecer os valores dessa organização pois, estou sem trabalho na area de MA (estatuto – não vi disponivel). Tenho Formação Superior Especifica em Gestao do Meio Ambiente e registro no CRQ.

  47. no dia 11 de abril de 2011 Carlos Raul dos Santos Filho escreveu:

    Comentario 46 … enviar para carlosraulfilho@gmail.com

  48. no dia 15 de abril de 2011 Arnaldo escreveu:

    Bom dia a todos Gestores Ambientais.

    Gostaria de comunicar a todos que eu estou registrado no CRA de santa catarina,com carteira profissional sem problema.Apresentei as doc e em 40 dias ja estava com a carteira na mão,´quando o CREA sair eu tenho a opcão de mudar de conselho.mas eu penso que nos somos administrador ambiental Gostaria do contato do sr. Tadeu de Souza vice presitente da AGAMsc.
    Obrigado.

  49. no dia 20 de abril de 2011 JADSON escreveu:

    BOA TARDE A TODOS.

    GOSTARIA DE SABER SE UM GESTOR AMBIENTAL PODE SER RESPOSAVEL TÉCNICO DE UM EMPRESA DE DESRATIZAÇÃO. VISTO QUE QUEM DEFINE A RESPONSABILIDADE TECNICA E SUAS ATRIBUIÇÕES E O CONSELHO. O GESTOR AMBIENTAL PODE OU NAO PODE SER.HA ENTREI EM CONTATO O O CRA, E ME INFORMARAM QUE NÃO ESTA DIFINIDO AS ATRIBUIÇÕES DE FORMA CLARA DOS GESTORES AMBIENTAIS JUNTO AO MESMO.
    OBRIGADO.

  50. no dia 22 de abril de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Olá Carlos,
    Para informações sobre a instituição, reporte-se diretamente ao diretor de comunicação, João Paulo ou ao presidente atual, Alexandre Robim. Se eu puder ser útil no que diz respeito aos temas aqui debatidos meu e-mail é leourbini@yahoo.com.br
    Grande abraço
    Léo

  51. no dia 26 de abril de 2011 Luís Henrique escreveu:

    Gestor Ambiental precisa tomar consciência e parar de perder tempo com o CREA.
    A maioria da grande empresa só contratam um Gestor Ambiental se o mesmo tiver CRQ, nossa profissão está intimamente ligada ao ramo químico e biológico. Na maioria dos casos de contratação de um gestor ambiental, a exigência do CRQ é imprescindível. O perfil do mercado determina o CRQ, basta pesquisar nos sites de empregos.
    Agora, se um Gestor acha que o CREA é melhor, então procure um curso de Engenharia Anbiental.Está resolvido.

  52. no dia 27 de abril de 2011 jian rodrigo da luz escreveu:

    acho muito importante o trabalho de nossa entidade a qual defende nossa classe porem gostaria de obter maiores informações sobre as atribuições que temos junto ao CRQ, pois somos recem formados e estamos indecisos sobre que rumo tomar e qual emtidade de classe seria melhor aceita pelos Orgão fiscalizadores como em MT¨é o caso da SEMA

  53. no dia 28 de abril de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Prezado colega Jadson,
    Sua dúvida expçoe duas questões bastante distintas.
    Quanto a responsabilidade técnica de uma empresa da área quimica não sou capaz de responder sobre o assunto, penso que deve ter formação tecnica na área.
    Quanto a responsabilidade técnica AMBIENTAL desta mesma empresa, respondo que sim. tendo formação em gestão ambiental você pode ser resaponsável na área de gestão ambiental dessa empresa.

  54. no dia 28 de abril de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Olá Luís Henrique,
    grato pelo coro. devemos ecoar que um gestor ambiental NÃO PRECISA DO CREA para exercer sua atividade. Enquanto tiver colega correndo atrás dess conselho para atuar, eles vão continuar nos humilhando e nos “negando” o direito de exercer a atividade para a qual nos preparamos. Peço que esqueçam esse conselho e reverberem essa atitude.
    No momento, temos o CRA e CRQ. e a disposição de iniciar uma campanha pela regulamentação do ofícipo e, posteriormente, edificar nosso proprio conselho.

  55. no dia 28 de abril de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Aqueles que querem informações sobre atribuições dadas pelo CRQ, entrem na página da WEB CRQ-SP.
    Na barra superior-horizontal clique em atribuições e veja as distinções entre atribuição RT (responsabilidade tecnica) e para meio ambiente (gestão ambiental)

  56. no dia 28 de abril de 2011 veridiane escreveu:

    ola! sou gestora ambiental , me formei em agosto de 2010, pela unopar , e ate agora nao nos credenciamos nem no cra nem no crea, a universidade diz q o cra é o correto , mas aki no rio grande do sul o cra nao aceita nosso curso para cadastro oq devo fazer??? para onde devo requerer minha carteira??? e podemos assinar projetos ambientais??? o cra nao licencia a assinar projetos!

  57. no dia 29 de abril de 2011 jose carlos modesto escreveu:

    caros colegas,existem muitas duvidas na minha cabeça e uma delas é a seguinte.
    sou formado em tecnologia em gestão e planejamento ambiental,com pós gradaução em meio ambiente com ênfase em recursos energéticos,tenho varios cursos de atualização voltados para area ambiental exemplo:auditoria interna de sga,interpretação iso 14001,legislações ambientais,tecnicas de chefia e liderança.práticas de sustentabilidades,6 sigmas,logistica empresarial,entre outros. pois bem não estou conseguindo nem realizar entrevistas na area,já enviei quase dois mil curriculos por e-mail para diversas empresas,minha duvida é a seguinte,será que a profissão de tecnólogo ambiental não pegou ainda,ou sera que meu curriculo é muito ruim para area?
    por favor me deêm uma resposta.

  58. no dia 1 de maio de 2011 Vera Lúcia Ferreira escreveu:

    Boa noite Léo, parabéns pela matéria acima, ainda tenho muitas dúvidas com relação a regulamentação da profissão e achei muito legal este canal.
    Eu sou Bióloga e estou fazendo pós graduação em Engenharia Ambiental, esta especialização me dá direito a registro no CREA? Apenas o CRBIO é suficiente para assinar projetos ambientais? Qual seria o mais adequado?
    Abraços,

  59. no dia 2 de maio de 2011 Lívia escreveu:

    Olá! Gostaria de saber qual conselho seria melhor me registrar! Se é o CRA ou CRQ! Qual deles me daria mais
    atribuicões!
    Obrigada

  60. no dia 3 de maio de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Ola Veridiane e Jose Carlos
    Para o caso de Veridiane recomendo encaminhar a solicitação diretamente ao CFA ( conselho federal de Administração) Entre no site desse conselho e faça a requisição diretamente.
    Jose Carlos, seu curriculo é muito bom, todavia, temos no mercado milhares de bons curriculos para trabalharem na área ambiental. Sugiro aprimorar ainda mais seu curriculo como por ex. outro idioma, excelente portugues, excelente escrita, entre outros. O mercado não tem preterido os GAs,
    ele tem distinguido o melhor entre os melhores para contratar.

  61. no dia 4 de maio de 2011 janete escreveu:

    Sou formada em tecnologia em gestaão ambiental; faço pós graduação em direito ambiental, ainda não sei em qual conselho cadastrar-me, o CRA segundo informaram-me não aceita este curso, foi sugerido até o conselho de química. O que devo fazer, preciso urgentemente de uma resposta. Obrigado. Janete

  62. no dia 5 de maio de 2011 Mayara escreveu:

    Olá,

    tenho uma dúvida com relação a concursos públicos. Vejo muitos editais abertos para Analista Ambiental, sendo essa uma das atribuições do curso de Gestão Ambiental. Porem até hoje nao vi um concurso que permitisse Gestores Ambientais para o cargo, apenas, eng., biólogos, quimicos e etc. Gostaria de saber se, uma vez aprovada em um desses concursos, a alguma chance de conseguir algo como um mandato de segurança, para assumir o cargo?

  63. no dia 6 de maio de 2011 cláudio arcelino de Paula escreveu:

    Estava fazendo o curso de tecnólogo ambiental , tranquei muita problema, sera que vai ter vantagem, para os que estão empregados qual é o salário.

    Sem mais abraços a todos.

  64. no dia 11 de maio de 2011 Tadeu de Souza escreveu:

    Caro companheiro Arnaldo, assim como você,todos os Gestores ambientais estão com direito ao CRAS aqui em SC.saiba que a minha turma foi a primeira turma formada aqui,e se conquistarmos o direito que sera de direito ao CREA está livre por optar,e nos somos Gestores,mas meio ambiente é Campo,como já é notado na grade curricular,com Revegetação,conservação de solos,licenciamento.auditoria e Prad e por ai vai.

  65. no dia 12 de maio de 2011 PATRICK MEDEIROS escreveu:

    Meu, tem uma coias en vigos se a faculdade não registra as grades, no CRA,CRQ, não podemos fazer o Registro, deste o protocolo da Instituição, não for, destinada para ambas partes ok.

  66. no dia 17 de maio de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Prezada Vera Lucia,
    Sua pergunta cria a possibilidade de esclarecer uma dúvida
    bastante comum.
    O que se entende por “projetos ambientais”?
    Num processo de licenciamento ambiental, muitas profissões participam. Como bióloga, você pode e deve responder, inclusive, tecnicamente, pelo seu conhecimento específico.
    Para isso serve o crBio. Como gestora ambiental, executando tarefas que extrapolem tais conhecimentos, não será necessário uma responsabilidade tecnica exclusiva.
    Um relatorio é um juntado de conhecimentos exclusivos e outros não exclusivos.
    Sua pós graduação lhe dá o direito de registrar seu diploma no crBio, conhelho de origem de sua graduação
    e lhe assegura conhecimentos para administrar um processo com diversos profissionais ( procedimento de montagem de um processo)
    Você não precisa do CREA para nada, alias, este conselho apenas fiscaliza as atividades que estão dentro da área de exclusividade das engenharias. Portanto, exceto no caso de você ser engenheira ambiental ,civil, agronoma, ou outra dentro das carreiras desse conselho, esquessa este conselho
    Recorra ao crBio para equacionar seus problemas de atribuições e registrar sua pós

  67. no dia 17 de maio de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Gestores ambientais tecnologos e bacharéis registro no CRA- O CREA NÃO possui normativa para o registro desses profissionais.
    Outras carreiras como biólogos com pós graduação em gestão ambiental: registrem seus diplomas de pós no conselho de origem de sua graduação , nesse caso, o crBio.

  68. no dia 17 de maio de 2011 Ednei Martins escreveu:

    Sou Tecnólogo Ambiental me formei em 2006 na Universidade de Santo André (UNIA). Gostaria de saber se é possível fazer pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho, pois sou Técnico de Segurança, existe alguma forma para que eu consiga a fazer ou preciso fazer Engenharia Ambiental primeiro. Fico no aguardo de uma resposta.

  69. no dia 18 de maio de 2011 Fernanda escreveu:

    Em primeiro lugar achei de grande valia o texto escrito por você. Sou formada em Gestão de Meio Ambiente e Saneamento desde de 2009 e até hoje não consegui encontrar um sindicato em BH que possa nos orientar e lutar por nós, mas o que me deixa mais revoltada é que não temos uma convenção salarial ai como podemos “brigar” por melhores salários?, e mais pelas Faculdades que quando abrem seus vestibulares nos “prometem mundos e fundos”, mas que na verdade não nos auxiliam nesta briga, principalmente depois de formado.
    Estou atuando em uma empresa como Analista de projeto, mas ainda estão estudando um salário, Gente temos que lutar por nossos objetivos afinal foram 2 anos e meio e muito dinheiro investido num sonho que a gente sabe que vai se concretizar mas que muitas vezes parece ser impossível de alcança-lo

  70. no dia 18 de maio de 2011 Fernanda escreveu:

    E não poderia deixar de falar do CRQ, aqui em Minas pelo menos das vezes que entrei em contato eles falam do nosso cadastro, mas não nos fornecem nenhuma conveção e informação adequada. Desejo do fundo de minha alma que isto mude no minimo espaço de tempo e mais ainda que logo tenhamos nosso espaço garantido.
    A todos muito sucesso e espero que nossa luta continue

  71. no dia 19 de maio de 2011 JÚLIO GARCIA escreveu:

    Olá, boa tarde!
    Caro Léo Urbini.
    Em primeiro lugar meus agradecimentos pelo belo trabalho que tens prestado á nossa classe, digo isto tendo em vista que em breve serei mais um deles com as graças de Deus.

    Após fazer uma leitura em seu texto, gostaria de saber se o CREA é quem reconhecerá os Gestores Ambientais? Ou isto ainda não está definido?
    Caso uma pessoa se apresente á uma empresa em que há vagas para Gestor Ambiental, ela poderá ser contratada comapenas a apresentação do Diploma ou é obrigatório o Registro?
    Um grande abraço, e votos de excelente trabalho.

  72. no dia 25 de maio de 2011 Nestor escreveu:

    Caro Leo, Antes de tudo gostaria de parabeniza-lo pela iniciativa e pela defesa do Gestor Ambiental.
    Penso que o CREA tem exacerbado muito de sua competência, visto que um conselho de classe pode atraves de exame como o faz a OAB averiguar competência mas não atribuir currículo e carga horaria as faculdades, isso é competência do ministério da Educação.
    O CREA deveria reconhecer a necessidade do Gestor Ambiental, vemos claramente onde esta competência fez falta, basta olhar certas ocorrências que vislumbramos em muitas áreas.
    Construções em cima de lixões, bairros inteiros em áreas de encostas gerando trajedias, os diversos problemas de impermeabilização de solo, nada contra os engenheiros classe respeitabilíssima e de muitos predicados, tudo contra o fisiologismo doente do CREA que ainda não percebeu que o gestor aliado ao engenheiro pode transformar a maneira como as coisas são feitas, construção de áreas publicas, prédios e residências, investigação de áreas, recuperação delas, aceitar que o contexto ambiental pode ser passado aos novos engenheiros mas que este contexto não foi passado aos engenheiros já formados,fica para nós a impressão de uma busca de reserva de domínio, algo meio feroz, mas as questões ambientais são mais amplas e abordam papeis para o qual o engenheiro não foi talhado, exemplo o direito ambiental, ou ainda a presença de um biólogo em um levantamento de fauna e flora, ou a educação ambiental no em torno de um projeto, a visão de publicidade das ações, e notório a contribuição dos engenheiros a nossa sociedade como um todo, mas o posicionamento equivocado do CREA hj só mostra a visão limitada daqueles que direcionam hoje os princípios desta instituição.
    A tentativa de suprimir Gestor Ambiental só empobrece a discussão, o manejo ambiental envolve tudo que faz parte do ambiente, incluindo o próprio homem, temos o papel do biomédico na análise da agua, do químico na analise de sólidos em suspensão, temos que conhecer a história e crenças de populações ou agrupamentos indígenas onde obras impliquem em uso de seus territórios dai a necessidade de antropólogos assistentes sociais, deste contexto a resolução CONAMA fala de equipes multidisciplinares.
    Agradeço a oportunidade de manifestar .

  73. no dia 27 de maio de 2011 Vilmar escreveu:

    Olá Pessoal.
    Tenho o mesmo problemas de vários, Me formei em Gestão Ambiental pela UNOPAR e gostaria de fazer Pós em Engenharia de Segurança do Trabalho. Só que primeiro preciso do registro no CREA.
    alguém sabe de algum CREA que está aceitando o nosso registro?
    Por favor me ajudem, pois, já tenho emprego garantido, só de começar o curso de Engenharia de Segurança do Trabalho.

  74. no dia 27 de maio de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Olá
    Vejo que apesar de esclarecer insistentemente sobre o que seja pós, ainda não fui suficientemente entendido.
    O sentido de Pós é depois , seguinte, após algo.
    Pois bem. Caso queiram fazer uma pós em engenharia, o interessado deve ter cursado o pré, ou seja deve ser engenheiro. Não posso ser médico do trabalho sem antes ser médico.
    Gestão ambiental nada tem a ver com engenharia.
    caso queira trabalhar com segurança do trabalho faça um curso de engenharia ou tecnologo em segurança do trabalho ou tecnico de segurança do trabalho
    O crea não aceita o gestor ambiental dentro desse conselho
    Gestor ambiental ou vai para o CRA ou CRQ nos casos da grade ter prodominância em quimica.
    É isso e ponto. Não adianta viajar

  75. no dia 27 de maio de 2011 Rafael Fernandes escreveu:

    Boa tarde Leo,

    O CREA aceita quando o curso é de qualidade, como no caso da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS) em que os egressos são vinculados ao conselho profissional de engenharia do mesmo Estado.

    Por mais que se faça aqui apologia ao registro profissional em outros conselhos profissionais (como CRA e CRQ) e tenhamos que reconhecer que a vida dos profissionais Tecnólogos Ambientais (oriundos de Cursos Superiores de Tecnologia em Gestão Ambiental) no CREA não é nada fácil, apesar de tudo isso… não se pode faltar com a verdade… o CREA reconhece alguns cursos sim. E mais, as atividades voltadas ao licenciamento ambiental, às quais minha empresa tem se dedicado, ficariam inviáveis se o meu registro e o registro da empresa que abri fossem por outro conselho profissional!

    Atenciosamente,

    RAFAEL FERNANDES
    Proecológica Assessoria e Consultoria Ltda
    Tecnólogo Ambiental – Espec. em Gestão Pública – UFRGS
    Crea-RS 169437
    http://www.proecologica.com.br

  76. no dia 27 de maio de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Olá Rafael
    Não se trata de fazer “apologia” trata-se de transmitir informações corretas e legais. Agradeço sua informação sobre o credenciamento de profissionais de gestão ambiental no CREA do RS, todavia, gostaria que você nos municiasse de com mais detalhes sobre isso.
    O Confea não possui normativas para credenciar tal ocupação.
    Gostaria que o fizesse documentalmente, até mesmo para que possamos tomar medidas legais contra outros CREAs
    Como isso é feito a revelia do confea e quais atribuições são conferidas?
    A Resolução normativa 1010 do confea é bem clara quanto as ocupações do sistema e atribuições conferidas, e os egressos do curso de gestão ambiental não são contemplados
    por ela, inclusive, recebo dezenas de e-mails de ex-alunos, tanto de federais quanto de privadas ( tecnologicos) que não conseguem o credenciamento.
    Repito que meu discurso contra o CREA não é apológico,
    fundamenta-se na constatação da situação dos GAs pelo Brasil e na citada RN do CREA.
    Caso a rejeição aos GAs terminar meu discurso também mudará.
    Mas , enquanto essas notícias forem inconsistentes e especulativas, continuarei defendendo outro conselho para os gestores ambiental.
    O melhor mesmo é que tenhamos um conselho próprio com atividade regulamentada
    Aguardo documentação pertinente ao assunto e agradeço sua intervenção valiosa.
    Léo Urbini

  77. no dia 27 de maio de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Rafael,
    apenas complementando.
    Esse discurso de que a qualidade do curso é determinante para o credenciamento não podemos reverberar.
    Como autarquia federal submetida aos poderes vigentes, não cabe ao Confea, Lê-se CREAs, aceitar ou rejeitar esse ou aquele graduado por curso reconhecido pelo MEC ( autoridade máxima para avaliar a qualidade do ensino)
    exceto no caso de já ter mudado essa atribuição.
    Quando se trabalha com com questões complexas como essa, não se pode partir do juizo de valor subjetivo, e, opinar sobre qualidade de um curso é muito perigoso se não for pautado em critérios rigorosamente técnicos e isentos de pré-conceitos.
    No atual momento quem habilita um curso é o mec e cabe a um conselho determinado credenciar caso esteja dentro de suas competências de atribuições profissionais.

  78. no dia 27 de maio de 2011 Rafael Fernandes escreveu:

    Leo,

    Não discordamos sobre o que pensamos sobre o CREA e sobre toda essa situação precária na qual está assentado o processo de reconhecimento de cursos e de registro de profissionais egressos dos CST em Gestão Ambiental. Nós, alunos e profissionais somos os mais prejudicados com tudo isso.

    Então, vou procurar sempre auxiliar para que mais profissionais possam estar realizando com pleno êxito as atribuições que lhes são conferidas pela diplomação e, quiçá em breve, por uma lei federal que regulamente de forma clara o exercício dos profissionais egressos dos CST.

    O CREA/RS recebeu os profissionais formados pela UERGS mo CST em Gestão Ambiental baseando-se na Resolução Confea nº 313/1986, já que haviam iniciado o curso superior antes de vigorar a Resol. 1010/2005.

    Estamos aguardando novos formandos do Curso para verificar como ficará o regime de atribuições desses profissionais, para então solicitarmos que nossas atribuições (enquadrados pela Resol. 313/1986) também sejam concedidas pela Resol. 1010/2005.

    A Resol. 1010/2005 não exclui os tecnólogos do sistema Confea, ela apenas a metodologia de “atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de
    atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea”.

    O fato é que, mais importante do que discutirmos a aceitação do CREA ao profissionais (ou a não aceitação), deveríamos nos empenhar para que os órgão públicos da área de meio ambiente e os Responsáveis pelas licitações e contratos públicos afastem as exigências ilegais de registro no CREA/RS e de anotação de ART para a realização estudos ambientais, emissão de laudos e pareceres, etc…

    Esta seria, em boa medida, a melhor maneira dos profissionais egressos dos CST em Gestão Ambiental se verem livres das ARBITRARIEDADES DOS ENGENHEIROS CORPORATIVISTAS manifestadas através dessa máquina política que é o Sistema Confea/CREA.

    Permaneço à disposição!

    RAFAEL FERNANDES
    Proecológica Assessoria e Consultoria Ltda
    Tecnólogo Ambiental – Espec. em Gestão Pública – UFRGS
    Crea-RS 169437
    http://www.proecologica.com.br

  79. no dia 27 de maio de 2011 Rafael Fernandes escreveu:

    Leo,

    Complementando, não sei qual documentação eu poderia te enviar, mas já mandei para ANAGEA o Projeto Político-Pedagógico do Curso da UERGS quando foi solicitado e sobre a documentação de reconhecimento (Processo) dentro do CREA nunca tive acesso. Mas se puder me especificar quais seriam os documentos que ajudariam a ANAGEA eu posso tentar conseguí-los e enviarei no intuito de auxiliar a todos os Gestores Ambientais (que eu prefiro chamar de TECNÓLOGOS AMBIENTAIS).

    Sobre a qualidade do Curso, não gostaria de ser mal interpretado, pois me refir apenas aos outros CSTs em Gestão Ambiental que são ofertados por instuições sem credibilidade no RS e não obtêem registro por razões nada subjetivas como:

    - carga horária reduzida;

    - ausência de biblioteca e bibliografia;

    - professores com titulação acadêmica insuficiente;

    - ausência de laboratórios;

    - cursos à distância;

    - currrículos insuficientes (sem disciplinas de química e matemática/cálculo).

  80. no dia 27 de maio de 2011 Vilmar escreveu:

    Olá Leo;
    Respeitoo seu trabalho, porém sua consideração a respeito da Pós em Eng. de Segurança do Trabalho está equivocada.
    Os Geólogos, Geógrafos, Arquitetos podem fazer Engenharia de Segurança do Trabalho e com certeza caso o curso de Tecnologia de Getão Ambiental venha a ser aceito pelo CREA certamente o Getsor Ambiental poderá fazer Pós e Engenharia de Segurança do Trabalho.
    O Pós não se refere apenas a complementação do curso feito, ou seja, O ensino de pós-graduação é aquele destinado aos indivíduos que possuem diploma universitário (bacharelado, licenciatura ou tecnólogo).
    Já a sua informação “caso queira trabalhar com segurança do trabalho faça um curso de engenharia ou tecnologo em segurança do trabalho ou tecnico de segurança do trabalho” está completamente equivovcada, pois, o Ministério do Trabalho não reconhece o curso de Graduação em Segurança do Trabalho ou de tecnologo em segurança do trabalho.
    ACHO IMPORTANTÍSSIMO QUE NÓS TECNÓLOGOS EM GESTÃO AMBIENTAL CONSIGAMOS O CREA, PARA QUE POSSAMOS ABRIR MAIS UM IMPORTANTE CAMINHO EM UMA ÁREA QUE TEM TUDO A VER QUE É A ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO.

    Sds.
    Vilmar Xavier

  81. no dia 27 de maio de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Rafael
    Parto do seguinte princípio para sustentar minha argumentação: no presente momento, a resolução que vige é a 1010 de 2005 que é a última sobre o tema
    Essa RN destaca a ocupação de tecnologo em saneamento ambiental com atribuições para resíduos e efluentes.
    Isso é o que temos agora. Nada , portanto, para tecnbólogos em gestão ambiental ou bachareis em gestão ambiental, mesmo com carga horaria maior
    Temos, é bem verdade, cursos da melhor qualidade e outros não tão bons assim. Mas não podemos permitir que o CREA decida qual curso deve ser reconhecido, isso pé atribuição do MEC. Discutir esse tema com direitos ao CREA é um tiro no pé. Reflita sobre isso.

  82. no dia 27 de maio de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Vilmar,
    Suas ponderações apenas ratificam minhas observações sobre pós.
    Uma pós graduação deve, obrigatoriamente, ser registrada no conselho de origem da graduação. Segurança do trabalho é atividade exclusividade do CREA, portanto, uma pós nessa área deve ser registrada nesse conselho.
    No presente momento, nós, gestores ambientais somos credenciados pelo CRA e CRQ, portanto, qualquer pós graduação reconhecida pelo MEC deve ser registrada respectivamente nesses conselhos.
    Todavia, o CRA ainda não tem atribuições à fiscalizar por que nossa profissão ainda não é regulamentada.

  83. no dia 27 de maio de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Estou filmando um documentário sobre uma lei cujo texto foi redigido por mim e aprovado em Taboão da Serra.
    Segubndo a lei todas as empresas potencialmente poluidoras devem contratar um profissional graduado ou pós em gestão ambiental. isso começa a quebrar o cartel das ARTs e abrir mercados de trabalho para os GAs sem necessidade desse instrumento de exclusão.
    Em breve o doc será postado no site da ANAGEA

  84. no dia 30 de maio de 2011 Miguel Barbosa escreveu:

    Meu caro Léo bom dia!

    Gostaria que me explicasse os dois comentários feitos por você em datas distintas à leitores diferentes, atendendo à demanda de perguntas. Ao que me parece houve uma contradição nos ditos. Na primeira resposta você fala que é aceitável atuar com o CREA da graduação, apesar de algumas restrições do conselho e na outra resposta a outro leitor você fala que o CREA não aceita gestor ambiental dentro desse conselho. Fiquei sem entender.

    Veja abaixo:

    no dia 5 de abril de 2011 Léo Urbini escreveu:
    Olá Miguel,
    Sua perguntá é muito boa para esclarecer alguns tópicos.
    Como tecnólogo em segurança do trabalho você é credenciado ao CREA. Pois bem, sua pós graduação deve ser registrada no conselho de origem de sua graduação principal, ou seja o CREA. Entretanto você será titulado em Gestão Ambiental apenas como Pós Graduado Sua pós em gestão Ambiental lhe dá o direito de atuar na área sem outro registro apenas com sua titulação de pós desde que reconhecida pelo MEC.
    Mesmo nesse caso há problemas com as atribuições dadas pelo CREA. Verifique.

    no dia 27 de maio de 2011 Léo Urbini escreveu:
    Olá
    Vejo que apesar de esclarecer insistentemente sobre o que seja pós, ainda não fui suficientemente entendido.
    O sentido de Pós é depois , seguinte, após algo.
    Pois bem. Caso queiram fazer uma pós em engenharia, o interessado deve ter cursado o pré, ou seja deve ser engenheiro. Não posso ser médico do trabalho sem antes ser médico.
    Gestão ambiental nada tem a ver com engenharia.
    caso queira trabalhar com segurança do trabalho faça um curso de engenharia ou tecnologo em segurança do trabalho ou tecnico de segurança do trabalho
    O crea não aceita o gestor ambiental dentro desse conselho
    Gestor ambiental ou vai para o CRA ou CRQ nos casos da grade ter prodominância em quimica.
    É isso e ponto. Não adianta viajar

  85. no dia 30 de maio de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Olá Miguel,
    De fato você tem razão, minha fala parece contraditória
    O que ocorre é que qualquer profissional pode fazer uma pós graduação em gestão ambiental , registrar o diploma no conselho de origem da graduação e atuar como gestor ambiental. A isso é dado o nome de transversalidade disciplinar. Por outro lado um graduado em gestão ambiental não pode atuar em outra área com sua graduação.
    Não afirmei, como você disse, “aceitável”. Não se trata de aceitar ou não mas sim de cumprir a lei.
    A situação é tão absurda que um deputado relator de um desses projetos de lei que circula pelo congresso emitiu parecer contrário afirmando que não há necessidade de uma comissão de meio ambiente em uma empresa. Segundo o parecer, a SIPA já é uma comissão de meio ambiente, não precisa, portanto, de um gestor ambiental para cuidar do meio ambiente. Como se o ambiente ambiental estivesse, todo ele, dentro de uma empresa.
    É mesmo dificil de entender, só mesmo quem é da área para compreender esse absurdo, isso não significa aceitar.
    cordialmente

  86. no dia 30 de maio de 2011 PATRICK MEDEIROS escreveu:

    Pois como eu formado na falculdade Unopar de londrina-PR,
    pois fiquei muito triste de saber, que os gestores não temos como de credenciar ao CREA, pois as falculdade, sabendo q so apenas,dar entrada de documentaçoes a o CREA, como protocolo a esta instituição, tem como de fazer isto, ok.

    como faz;

  87. no dia 1 de junho de 2011 PATRICK MEDEIROS escreveu:

    Em atenção ao seu contato protocolado sob o número 153456/2011, informamos que o título “Tecnólogo em Gestão Ambiental” não se encontra inserido na tabela de títulos do CONFEA (Resolução nº473/2002). No entanto, alguns cursos de “Tecnologia em Gerenciamento Ambiental”, “Tecnologia em Gestão Ambiental” e “Tecnologia em Meio Ambiente” possuem cadastro junto a este Conselho.

    Na ocasião do cadastramento do curso, são analisadas as documentações e programas das disciplinas do curso e a Câmara defere o título e as atribuições a serem concedidas aos egressos.

    Considerando a diversidade e o grande número de títulos profissionais existentes, o que torna necessária a normatização dos procedimentos de grafia dos registros profissionais, subsidiando os serviços de fiscalização e de definição de competência profissional, o CONFEA criou a Resolução nº473/2002, a qual Institui Tabela de Títulos Profissionais do Sistema Confea/Crea e dá outras providências. Apesar do título de “Tecnólogo em Gestão Ambiental” não estar inserido nesta tabela, quando do registro de Cursos semelhantes no CREA-PR, a Câmara concede um título que mais se aproxima ao que foi cursado na graduação, no caso “Tecnólogo em Saneamento Ambiental”. As atribuições concedidas a estes profissionais são aquelas do Art. 3º e 4º da Resolução nº313/1986 do CONFEA.

    Você poderá conferir a legislação acessando nosso site (em “legislação”, clique em “legislação CONFEA”).

    Atenciosamente,

    ASSESSORIA DA CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA CIVIL

    *Atenção, este e-mail não deve ser respondido. Para entrar em contato com CREA-PR, use o Fale Conosco
    do Site do CREA (www.crea-pr.org.br) ou ligue para a Central de Informações 0800 41 0067.

    agora vcs tem a solução ok.

    pode ligar la e verificar , pois cada faculdade tem de ter o seu cadstro ao CREA, para aceitar.
    pesso q a sociação

  88. no dia 1 de junho de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Caro Patrick,
    O que exatamente você está sugerindo?
    A resposta do CREA-PR é exatamente a que já conhecemos. Tecnólogo em Gestão Ambiental é consideravelmente diferente de Tecnologo em saneamento ambiental.
    O CREA concede registro ao Gestor ambiental, porém, com atribuição de saneamento ambiental.
    Caso uma turma de gestão ambiental decida reduzir suas atribuições e solicitar registro nesse conselho, peça a faculdade para efetivar o cadastro por conta e risco da turma e da faculdade.
    Até quando estive na presidência dessa associação, ela não se prestava a esse tipo de negociação com o CREA.
    Eu, pessoalmente não sujeito meu diploma e atribuições adquiridas ao longo de três anos mais cursos de pós e especialização aos caprichos desse conselho. No entanto, muitos preferem se submeter , mesmo perdendo atribuições e autonomia.
    Esse assunto deve ser resolvido entre os egressos, a faculdade e o CREA.
    Boa sorte

  89. no dia 12 de junho de 2011 Rafael escreveu:

    Olá LÉO, minha pergunta é sobre os cursos á distância de GA, pois fiz o curso pela Metodista(UMESP) e inda não saiu o registro do CRA e nem CRQ, como posso solicitar tais registros? E a falta desses, me traz algum problema para trabalhar na área?

  90. no dia 15 de junho de 2011 Léo Urbini escreveu:

    EAD é uma modalidade de graduação que pode ser tecnológico ou bacharelado, isso se considerarmos apenas GRADUAÇÃO.
    Você deve saber qual dos dois você fez
    e se o curso é reconhecido pelo MEC. No caso de ser tecnológico, deve levar seu diploma ao CRA e solicitar o credenciamento.
    Todavia, alguns conselhos desrespeitam a lei e desconsideram o EAD como curso válido, mas já existe juriisprudência sobre o assunto em favor dos egressos de cursos EAD

  91. no dia 23 de junho de 2011 rosanete dos santos torres escreveu:

    quero saber se um tecnologo pode assina projeta e fazer esta é minha duvida pois eu indo para a segunda fase,e se possivel me dizer o que um tecnologo pode assina.
    LÉO ME RESPONDA SOU DE ARARANGUA SC.
    BJS

  92. no dia 29 de junho de 2011 César Augusto de Oliveira Figueiredo escreveu:

    Prezados Colegas debatedores, atualmente, sou funcionário do Crea em meu estado, já tenho quase 10 anos trabalhados nessa autarquia e gostaria de contribuir chamando a atenção para alguns pontos (estou diariamente dentro do Crea, ouvindo, interagindo e observando, exercendo um cargo de chefia, diretamente ligado ao Presidente do meu Regional. Vejamos:
    1. A Resolução 1010 foi criada e aprovada em meio a embates e discussões violentíssimas abraçadas por diversos grupos da sociedade civil. Até mesmo entre os conselheiros que participaram dos grupos de discussão e elaboração das matrizes curriculares não houve paz e conceno: mesmo assim, o Plenário do Confea aprovou a Resolução, recusando-se a ampliar o período de discussão;

    2. Infelizmente, a forma como a fiscalização do exercício profissional foi estabececida e vendo sendo aplicada, no âmbito dos Creas, dá aos Engenheiros um poder exagerado e perigoso, além de transformar os Creas em verdadeiras empresas fazedoras de dinheiro, extorquindo (a palavra é essa!!!)os profissionais submetidos a eles! O profissional cadastrado no Crea, além de pagar uma anuidade de quase R$300,00 reais, ainda é obrigado a pagar por cada tarefa ou trabalho que desenvolva, através da geração obrigatória das famigeradas ART’s. O pior é que os milhões arrecados anualmente são pessimamente utilizados – a maior parte da receita é gasta para sustentar privilégios de algumas entidades de classes e diversões dos conselheiros (que são engenheiros em sua maioria).
    3. As perseguições perpetradas pelo sistema Confea/Creas são intencionais e premeditadas: barram tudo que podem quando as decisões se referem aos aos técnicos e tecnólogos porque os enchergam como concorrentes de nível inferior!! Nas reuniões, que participo e presencio, os técnicos e tecnólogos são motivo de desdém e piadas baratas!!!!! Isso tem que acabar ee só vai acabar quando a sociedade civil reconhecer a nocividade desta autarquia federal (que “legisla” em causa própria), abraçar essa luta e forçar a classe política para a modificação de toda essa vergonha!!!!

  93. no dia 5 de julho de 2011 GISLENE escreveu:

    OLÁ, TENHO UMA DÚVIDA, PRA EU SER CONTRATADA PELA MINHA EMPRESA COMO TECNÓLOGO EM GESTÃO AMBIENTAL EU PRECISO ESTÁ COM REGISTRO NO CREA?

  94. no dia 7 de julho de 2011 rosanete dos santos torres escreveu:

    quero saber se um tecnologo pode assina projeta e fazer esta é minha duvida pois eu indo para a segunda fase,e se possivel me dizer o que um tecnologo pode assina.
    LÉO ME RESPONDA SOU DE ARARANGUA SC.

    por favor responda a minha pergunda

  95. no dia 7 de julho de 2011 rosanete dos santos torres escreveu:

    quero saber se um tecnologo pode assina projeto, e elaborar esta é minha duvida pois estou indo para a segunda fase,e se possivel me dizer o que um tecnologo ambiental pode assina.
    LÉO ME RESPONDA SOU DE ARARANGUA SC.

    por favor responda a minha pergunda

  96. no dia 13 de julho de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Rosanete,
    Sim, um tecnólogo tem esta competencia.
    Todavia, por obra do “destino” temos um crea em nosso caminho que, em muitas situações, inibe as empresas e orgãos públicos de aceitar projetos elaborados por tecnólogos, mas não há legislação que o proiba de elaborar e assinar projetos
    Na CBO (classificação brasileira de ocupações) elaborada, predominantemente por engenheiros,os tecnologos podem elaborar projetos, mas não assiná-los. Isso não diz muita coisa, é apenas uma verificação de mercado e uma recomendação burra de um entendimento que só existem projetos de engenharia, eles ignoram que existe área de humanas, que existem homens no espaço artificial.
    Um gestor ambiental (qualquer modalidade de graduação) pode elaborar e assinar projetos, desde que não seja de área exclusivizada por lei federal ( profissões regulamentadas e com atribuições próprias e exclusivas)

  97. no dia 13 de julho de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Um tecnólogo em gestão ambiental não precisa ser cadastrado em conselho de classe.
    Não há, por enquanto, regulamentação das atribuições desse profissional, portanto, não existe exigência legal para um conselho de classe.
    A função de um conselho é fiscalizar atribuições regulamentadas, mas como ainda não temos a profissão enquadrada nessa condição, não há essa obriga~toriedade, exceto por status de ter um conselho ( status caro, para ser bem honesto)

  98. no dia 13 de julho de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Em resposta a um e-mail que recebi do geografo Euclides dos Santos sobre o exercício de algumas atribuições de tecnico em meio ambiente:
    Assim como o gestor ambiental, o tecnico em meio ambiente não possui atribuições exclusivizadas por lei, portanto, a pratica de algumas dessas atribuições são livres. Mas por uma questã de bom senso, cabe a cada um concordar com o acumulo de atribuições ou não. O motorista de ôbnibus que acumula a função de cobrador pode colocar em risco a segurança dos passageiros, além de eliminar um posto de trabalho pelo favorecimento do lucro. Um geografo, com pós em gestão ambiental que pretende assumir atribuições de técnico, além de tirar emprego de alguém, pode não realizar o trabalho com a devida atenção e sem formação acadêmica que garanta o pleno treinamento e conhecimento sobre o assunto.

  99. no dia 14 de julho de 2011 rosanete dos santos torres escreveu:

    leo então eu posso ficar despreoculpada em relação em assina e fazer projetos,e pra mim assina eu preciso ter uma RT,E COM REGISTRO.aguardo resposta e deste de já agradeço.

  100. no dia 15 de julho de 2011 PATRICK MEDEIROS escreveu:

    pois ja sei q para nos ter o registro no crea, a instituição de todos tem de ir ao crea e credeciar a intituição, assim, nos temos de apertar sim , a faculdade q todos fizerão o curso ok.

    colocano a nossa grade no crea ok.
    como faz se todos so fica parada eu estou apertando a Unopar de barra do garças-mt,
    para ver se cadastra o polo , no crea-mt,

  101. no dia 15 de julho de 2011 jorge Luis T. Euzebio escreveu:

    Em resposta a varios questionamentos a respeitos dos conselhos,CRQ,CRA,CFA,CREA e CRBIO, no tocante ao Tecnologo em Gestão Ambiental, so tenho a dizer que toda esta confusão esta sendo mal interpretada, se a graduação e de gestão ambiental nada mais justo que seja feito o registro no CRA OU CFA pois o mesmo aceita as atribuições do CBO valorizando estes profissionais. esquecem outros conselhos pois o que nos acolhe profissionalmento e por lei e o CRA ou CFA, pois e so entrar no site do CFA e ali esta toda a informação que voces precisão sobre tecnologo
    em gestão ambiental. Não tem o poruqe de toda esta discusão, pois sou formado e tecnologo em gestão ambiental, pela universidade uniasselvi do estado de santa catarina e ja estou com o meu registro profissional, no conselho fedral de administração sob o nºcra/cfa 6-00063.
    entrem em contato com o conselho federal de administração e procurem mais informação, e fiquem felizes por serem gestores ambientais. não desistem pois o meio ambiente precisa de gestores ambientais.

  102. no dia 17 de julho de 2011 Léo Urbini escreveu:

    ART significa “anotação de responsabilidade tecnica”. uma imposição de conselhos profissionais para profissões regulamentadas por lei. Os GAs não têm sua profissão regulamentada, portanto, estão desobrigados de recolher tal tributo (taxa). Muito embora os tecnólogos estejam amparados pelo CRA ( conselho de administração) , não sendo a profissão regulamentada não existe atribuição a ser fiscalizada.
    Regulamentação é diferente de reconhecimento.
    Regulamentação é um processo político de delimitação de atribuições adquiridas na academia (faculdade ) ou pelo exercício de dada atividade. Reconhecimento é uma observação que o ministério do trabalho realiza para constatar quais atribuições determinado profissional realiza e quais recursos utiliza para executá-las
    Tecnologos em Gestão ambiental é uma profissão reconhecida como ativa no mercado de trabalho, mas ainda não é regulamentada.
    Em resumo, você não precisa de “ART” para executar seu trabalho.
    Recomendo que os colegas que estejam enfrentando restrições por parte dos Departamentos de Recursos Humanos de empresas, que peçam para encaminharem e-mail para este endereço para os devidos esclarecimentos legais sobre o assunto e sobre os procedimentos para a contratação e atribuições permitidas a este profissional
    Léo

  103. no dia 18 de julho de 2011 Jardel escreveu:

    Boa tarde!!!

    Me formei ano passado como tecnólogo em gestão ambiental e tenho algumas dúvidas sobre esta profissão. Onde posso encontrar as atribuições que o gestor ambiental possui? Posso participar em equipe multidisciplinar para a realização e assinatura de um estudo Ambiental Simplificado? Assinar projetos de licenciamento ambiental de empresas, etc….? É aconselhável eu me regisrar no CRA? O crea devemos deixar de lado, pois é um órgão manipulador e que só pensa nos interesses dos engenheiros e em arrecadar?

  104. no dia 18 de julho de 2011 Jardel escreveu:

    Qual a lei que regulamenta os Tecnologos em Gestão Ambiental. Caso eu assinar algum projeto ou participar em equipe multidisciplinar, a FATMA, órgão licenciador do estado de santa catarina, é obrigado a aceitar este trabalho, visto que os seus coodenadores são engenheiros? Qual a lei que nós podemos nos embasar caso eles nao aceitem nossos projetos?

  105. no dia 19 de julho de 2011 Alexsandra escreveu:

    Olá a todos…Nossa foi muito gratificante ter achado esse site, e saber que não estou sozinha, pois tenho as mesmas dúvidas…
    Gostaria de saber se REALMENTE A LICENÇA DE OPERAÇÃO SÓ PODERÁ SER ASSINADA POR UM TECNÓLOGO EM GESTÃO AMBIENTAL??
    DESDE JÁ AGRADEÇO.

  106. no dia 21 de julho de 2011 Jardel escreveu:

    Em relação ao comentário seu, n.º 101, de 17 de julho de 2011, tenho a perguntar o seguinte;

    Então eu posso participar, por exemplo, em equipe multidisciplinar para a elaboração de um EAS, EIA/RIMA, ou outros estudos ambientais, em processos de licenciamentos ambientais, junto a FATMA/SC? Observando as Instruções Normativas da FATMA, eles sempre pedem ART ou AFT do técnico, e pelo que entendi, os gestores ambientais nao precisam e nem tem como apresentar isso!!! Muito bem, se a fatma exigir ou indeferir uma licença por este motivo, tenho a quem recorer ou existe uma lei que eu possa me embasar para me defender e fazer com que eles aceitem o meu trabalho?

  107. no dia 21 de julho de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Jardel,
    Não se tratando de atribuição exclusiva a outra profissão
    o GA tem competência legal para executar as atribuições elencadas por você. Temos um arcabouço legal bastante robusto para exigir o acatamento de projetos assinados , também, por um GAs.
    O único instrumento legal efetivo que temos é a constituição federal/ código cilvil. Proibir um cidadão de exercer um trabalho que não seja exclusivizado por lei
    é crime previsto no codigo cilvil- Normas estaduais ou municipais não estão acima da constituição federal.
    As normas da FATMA não estão acima da constituição federal.

  108. no dia 21 de julho de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Euzébio,
    parabenizo-o e a todos os GAs pela conquista, mas não vamos muito longe apenas com o nº de conselho. Se as atribuições não forem regulamentadas não há o que fiscalizar, muito menos ARTAs para emitir.
    O Estado de Goias publicou norma específica com exigencia de ARTAs para os inscritos no CRA, mas quais atribuições fiscalizar?
    Na verdade, devemos lutar pela regulamentação e constituição de conselho próprio para os GAs,
    que abarque todos os graduados na área ( são três modalidades que merecem atenção)
    Mas ouve avanços, sem duvida, e tudo isso pela mobilização e empenho de todos. Cordialmente

  109. no dia 21 de julho de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Alexsandra.
    Licença de operação é um procedimento administrativo que pode ser elaborado por qualquer Gestor ambiental
    Entende-se, nesse caso, qualquer profissional que domine o procedimento burocrático para tanto.
    Não se trata de uma atribuição exclusivizada por lei a nenhuma profissão

  110. no dia 21 de julho de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Lê-se houve e não ouve no post nº 108.

  111. no dia 22 de julho de 2011 Minelvino Rocha Pacheco escreveu:

    CORREÇÃO:
    Primeiro: parabenizo a ANAGEA pela fonte de informações que é este site e desejo comentar a nota 101 do Euzebio e 108 do Léo Urbini.
    É claro que não podemos perder de vista a luta pela regulamentação da profissão e constituição do conselho próprio dos GAs. Porém será uma luta longa, com resultado futuro.
    No presente estou totalmente de acordo como o Eusebio: vamos para o CFA/CRAs que nos ampara legalmente (veja Resolução Normativa n 374 CFA). Aliás, devemos ter o cuidado para não ingressar em outros conselhos de forma irregular, pois podemos estar gerando problemas para o futuro.
    Entendo que nossa luta se inicia no CFA/CRAs, onde registrados podemos começar a nos reunir, exercer influencia na entidade, participar da direção, criar uma secretaria dos GAs, etc… Enfim, para lutar pelos nossos objetivos de amanhã temos que ocupar os espaços que a legalidade nos permite agora.

  112. no dia 26 de julho de 2011 Mayko Santos escreveu:

    Primeira mente quero parabenizar o site e o gostaria saber se depois de formado posso fazer alguma especialização ou uma pós? Estou começando agora no segundo semestre o curso de Técnologia em Gestão Ambiental aqui no Rio de Janeiro na UNICARIOCA.

    Muito Obrigado.

  113. no dia 27 de julho de 2011 Raimundo Neto escreveu:

    Bom Dia Caros Amigos Gestores

    Quero expressar a minha paixão que tenho pela profissão de Gestor Ambiental, ingressei no curso de Tecnologia em Gestão Ambiental por acaso, mas tudo ocorreu perfeitamente, pois após ter concluído o curso iniciei a minha Pós em AIA e depois passei em dois concurso públicos. Estação das DOCAS de Santana/AP (Nível Técnico) e Instituto Federal do Amapá (Nível Superior), porém fico as vezes descepcionado pela falta de reconhecimento de nossa profissão, principalmente pelas empresas privadas, bem como algumas entidades públicas. Ex.: Petrobrás.
    Atualmente Leciono no IFAP, campus Laranjal do Jari e digo a todos os Gestores Ambientais que verão essa mensagem, Acredite nesta Profissão; Sinta-se honrados em trabalharem com as qestão ambiental – Ser um GESTOR AMBIENTAL. Acredite, apesar da inúmeras dificuldades que passamos.
    Porém apesar de acreditar nos tecnólogos, creio que os cursos desta área devam passar por algumas reformulações, Ex.: Obrigatoriedade de Estágio Supervisionado; TCC e Período mínimo de 2 anos e meio. Além de acrescentar algumas disciplinas, como desenho técnico, uma melhor noção de física, química e biologia. Não somos engenheiros e nem queremos ser, entretanto concordo com algumas opiniões destes profissionais que quer queira quer não sou imprescindíveis para a sociedade, sobre as deficiências curriculares presentes em nosso cursos.

    Mercado tem para todos, só basta haver dialogos para estabelecer as competências de cada profissional inserido na sociedade….

    Declarações de um GESTOR AMBIENTAL
    Raimundo de Moura Rolim Neto
    Tecnólogo em Gestão Ambiental
    Espc em Avaliação de Impacto Ambiental
    Espc Gestão de Recursos Hídricos – Cursando
    Professor do IFAP

  114. no dia 28 de julho de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Raimundo,
    Seu testemunho é prova de que com empenho, vontade e amor pelo oficio o GAs podem fazer a diferença nesse debate de suma importância para o planeta, para a natureza.
    Reverbero seu parecer sobre o aprimoramento contínuo e reformulação ou inserção de disciplinas que elevem a capacitação desse profissional. Mas, nunca devemos perder de vista o amor pela profissão e o respeito pelos colegas
    Nesse espaço, procuramos fazer exatamente isso: transmitir informação, debater em alto nivel e levantar a alta estima dos GAs que pensam não ter saida para nossa situação. Seu depoimento nos demonstra exatamente isso, há solução para nosso caso de amor profissional, e, em breve, teremos os GAs plenamente “reconhecidos” socialmente
    e com sua profissão regulamentada por lei.
    Obrigado pelo depoimento e parecer
    Contamos sempre com sua participação

  115. no dia 28 de julho de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Minelvino,
    Seu parecer enriquece o debate, é bastante ponderado e, sob certo ponto de vista, realista. Porém, não podemos nos esquecer que a carreira continua fragmentada dentro do CRA.
    Esse conselho ampara, segundo a res. 374, apenas os tecnologos. As demais modalidades de formação continuam sem guarida e, sem atribuições regulamentadas,esse conselho e nada são a mesma coisa.
    A ANAGEA tem trabalhado no sentido de equacionar todos esses entraves.
    Comemoro, junto com vocês, os GAs no CRA. Mas queremos mais, muito mais. Queremos aquilo que merecemos por justiça, e, se para isso tivermos que brigar, brigaremos. Sempre cordialmente, mas com firmeza e embasamento

  116. no dia 28 de julho de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Mayko,
    Sua pergunta me dá a oportunidade de falar sobre o assunto de modo pormenorizado.
    Qualquer complementação ao curso de graduação é tratada como pós graduação. Nesse roll, desde uma simples especialização até um mestrado ou doutorado, desde que seja na área da graduação é tratado como pós. Uma pós em áreas degradadas é um exemplo de extenção possível.
    Mas, não queira fazer uma pós em outra área que não seja da graduação, não será reconhecida, você estará jogando dinheiro fora.

  117. no dia 29 de julho de 2011 ROSANI / RIO GRANDE DO SUL escreveu:

    DIRECIONADO A COLEGA QUE SOLICITOU AS ATRIBUIÇÕES DO GESTOR AMBIENTAL.

    O Tecnólogo em Gestão Ambiental planeja, gerencia e executa as atividades de diagnóstico, avaliação de impacto, proposição de medidas mitigadoras – corretivas e preventivas – recuperação de áreas degradadas, acompanhamento e monitoramento da qualidade ambiental. Regulação do uso, controle, proteção e conservação do meio ambiente, avaliação de conformidade legal, análise de impacto ambiental, elaboração de laudos e pareceres são algumas das atribuições desse profissional. Pode elaborar e implantar, ainda, políticas e programas de educação ambiental, contribuindo assim para a melhoria da qualidade de vida e a preservação da natureza.
    “Profissional que trabalha com a gestão ambiental e com a elaboração de projetos de desenvolvimento sustentável”
    Fonte: Redação Brasil Profissões
    O que é ser um gestor ambiental?
    O gestor ambiental é o profissional que trabalha com a elaboração de projetos de gestão ambiental que visem a preservação do meio ambiente aliada ao progresso, ou seja, é considerado um administrador do meio ambiente. O profissional promove o desenvolvimento sustentável, projetando a exploração natural por meio de técnicas não-poluentes, analisa as condições da região e coordena sua ocupação, tentando ao máximo diminuir os efeitos da poluição e da presença humana. O gestor ambiental também pode participar de projetos de tratamento de dejetos industriais, de armazenamento e de reciclagem do lixo, além de planejar a drenagem da água da chuva. Em lugares já degradados, esse profissional tem o objetivo de tentar recuperar o meio ambiente, e trabalhar junto a educação e conscientização da população.
    Quais as características necessárias para ser um gestor ambiental?
    Para ser um gestor ambiental é necessário que o profissional seja consciente sobre seu papel na sociedade e sobre sua responsabilidade ambiental. Conhecimentos adquiridos durante o curso de física, química e biologia também são imprescindíveis. Outras características interessantes são:
    gosto pela natureza
    visão de projeto
    capacidade de observação
    capacidade de organização
    dinamismo
    responsabilidade
    raciocínio rápido
    sensibilidade
    realismo
    determinação
    metodologia
    Qual a formação necessária para ser um gestor ambiental?
    Para ser um gestor ambiental é necessário diploma de graduação ou de tecnologia em gestão ambiental. O curso, pode ter duração de dois ou quatro anos e forma um administrador do meio ambiente completo. Algumas matérias que fazem parte da grade curricular do curso são: ciências da natureza, tratamento e análises de dados, fundamentos da ciência ambiental, sistema planetário, sociedade, meio ambiente e tecnologias, introdução à química, ambiente aquático, ambiente terrestre, biomas brasileiros, ecologia humana, hidrogeologia, entre outras.
    Principais atividades de um gestor ambiental
    elaborar, implementar e manter projetos de gestão ambiental
    aprimorar os sistemas de gestão e administração ambiental já existentes
    analisar a região e planejar sua ocupação de modo a preservar o meio ambiente
    elaborar produtos ou serviços ambientalmente compatíveis a realidade da região
    elaborar o aproveitamento das matérias-primas
    promover o desenvolvimento sustentável de uma região, planejando a exploração natural de modo a não comprometer o meio ambiente
    elaborar projetos de tratamento e eliminação de dejetos industriais
    elaborar a eliminação de dejetos sólidos
    trabalhar com o armazenamento do lixo e com técnicas de tratamento
    trabalhar com a reciclagem e processos de reaproveitamento de materiais
    realizar a medição e a avaliação dos resultados dos projetos implementados
    elaborar projetos de recuperação e manutenção de áreas degradadas
    elaborar projetos de drenagem da água da chuva
    trabalhar com a educação ambiental e com a conscientização da população nesse sentido
    incentivar o investimento no setor ambiental
    desenvolver projetos que promovam a
    Áreas de atuação e especialidades
    educação: trabalhando com a educação e conscientização da população em escolas e comunidades, mostrando para a sociedade que o desenvolvimento pode ser aliado à preservação da natureza. A sustentabilidade de economia é imprescindível para que os processos de extração naturais continuem
    extração natural: trabalha junto a processos de retirada de recursos naturais, implantando projetos e técnicas que visem a preservação ambiental e utilizem a matéria-prima da maneira mais consciente possível. Nesse setor, pode trabalhar com empresas públicas ou privadas, promovendo sempre a sustentabilidade das atividades exercidas
    projetos de gestão e ocupação: trabalha com a análise de uma região e com a elaboração de projetos de ocupação na tentativa de reduzir os danos ambientais
    fiscalização: trabalha na fiscalização do cumprimento das normas ambientais, e na manutenção de projetos de administração ambiental existentes
    reversão de danos: trabalha em projetos de reversão dos danos causados e de revitalização do meio ambiente, como despoluição de rios e solos, etc
    obras: trabalha no acompanhamento de grandes obras o no planejamento de projetos de diminuição dos danos causados por elas, estabelecendo o local mais adequado e as técnicas que devem ser utilizadas. Esses projetos podem ser de ordem pública ou privada, como por exemplo: projetos de construção de hidrelétricas, de transposição de rios, de construção de industrias, de sistemas de drenagem e irrigação, entre outros.
    Mercado de trabalho
    O mercado de trabalho para o profissional dessa área é amplo, principalmente agora, com a preocupação ambiental em primeiro plano, pois a humanidade está tomando a consciência de que a sobrevivência depende de cuidados tomados em relação a isso. Apesar de tudo, o setor ainda deveria ser mais incentivado, pois ainda há muito que fazer nesse sentido. Empresas públicas e privadas investem em projetos de gestão ambiental e de preservação natural, embora ainda não seja o bastante. Os profissionais dessa área são muito requisitados, tanto no setor privado quanto no setor público. ONGS (Organizações não-governamentais) ligadas ao meio ambiente também empregam profissionais da área.
    Atividade de Tecnólogo é Regularizada Pelo Ministério do Trabalho
    sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Até que enfim o Ministério do Trabalho, através do CBO, regularizou 67 atividades do Tecnólogo que antes não era considerado profissão por não possuir o Código Brasileiro de Ocupação. Agora as empresas que optarem por contratar estes profissionais encontrarão respaldo legal para proceder o registro profissional.

    Entre as atividades regularizadas estão o Tecnólogo em Gestão Ambiental (CBO 2140-10), Tecnólogo em Segurança do Trabalho (CBO 2149-35).

    A descrição sumária das atividades – 2140-10 – Tecnólogo em meio ambiente – Tecnólogo em gestão ambiental – Tecnólogo em processos ambientais – Tecnólogo em saneamento ambiental: Elaboram e implantam projetos ambientais ; gerenciam a implementação do sistema de Gestão Ambiental (SGA) nas empresas, implementam ações de controle de emissão de poluentes, administram resíduos e procedimentos de remediação. Podem prestar consultoria, assistência e assessoria.

    A todos um bom desempenho proficional.
    ROSANI
    VICTOR GRAEFF/RS.

  118. no dia 2 de agosto de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Rosani, obrigado pela prontidão.
    Mas vai aqui pequenas correções sobre atribuições dos gestores ambientais.
    Grosso modo, todos, inclusive ministério do trabalho, via CBO fazem confusão entre atividades e atribuições.
    Atividade, por exemplo é: Avaliação de Impacto Ambiental.
    Dentro dessa atividade existem diversas atribuições possíveis. Algumas, exclusivizadas a outras profissões e outras não.
    Licenciamento Ambiental é uma atividade que possui diversas atribiuções, nesse caso segue a mesma regra da AIA.
    E assim por diante. Temos que saber distinguir entre atividades e atribuições, a depois fazer uma leitura correta do texto postado por você, mas de qualquer modo sua intevenção foi bastante útil para abordarmos este particular da questão por este ângulo
    Obrigado

  119. no dia 16 de agosto de 2011 Eçuélio escreveu:

    Caro Leo e demais colegas.
    Dois pntos fundamentais devem ser considerados.

    1º- Precisamos de um Conselho (seja ele CREA, CRA, ou CRQ)

    2º- O conselho ideal será aquele que emitir ART,s para os tecnólogos em gestão Ambiental para projetos conforme é feito no CREA, sem frescura!!!!.

    Nos atuamos na área ambiental, e nao vamos conseguir mudar normas ambientais no país inteiro.
    portanto, conclamo ao Sindicato e os demais colegas, que o melhor a fazer, neste momento é convencer o CRA, a emitir as famigeradas ARTs, pois já estamos com o credenciamento liberado neste conselho, ou pleitear na justiça, o que não podemos mais continuar é pedindo migalhas para poder trabalhar
    Abraços
    Eçuélio

  120. no dia 16 de agosto de 2011 carlos alexandre g. oliveira escreveu:

    Boa noite, apesar de ter escultado de um engenheiro, que um gestor ambiental tecnicamente não valia nada, mais não nos deve dismotivar porque somos verdadeiros ambientalistas é tanto lutamos, vivemos e preservamos na prática e não atravez de resultados somatorios ou de previsões. vivenciando e tentando combater todas as agreções que nós mesmos causamos mesmo com o crescimento do progresso. Devemos lembrar que um Gesto Ambiental vai sempre fazer a diferença, porque vivemos nas trincheiras do sustentavel.
    muito obrigado, pelo desabafo.

  121. no dia 18 de agosto de 2011 Lucas escreveu:

    Mais uma profissão para roubar o lugar do Engenheiro Ambiental.

  122. no dia 18 de agosto de 2011 Eçuélio escreveu:

    Boa tarde a todos.
    Sabemos que para criar um conselho exclusivo para aclasse é muito dificil, temos exemplos de outras profissoes que até hoje nao conseguiram, e trabalham com liminar, é o caso dos Tecnólogos em Optometria” nos ja temos o CRA, basta apenas o sindicato ANAGEA, que já vem comprando esta briga, e que por sinal parabenizamos, fazer o CRA entender que precisamos de ART, e que este (orgao CRA)pode regulamentar para que possamos ter acesso a este documento.
    Os orgãos amientais nao aceitam projetos sem ARTs, eu falo com seurança pois depois de formado já protocolei (5) projetos de licenciamentos, “para loja de agrotoxicos, posto de gasolina etc,”, e tive que ameaçar entrar na justiça para conseuir as ARTs, que por sinal veio tipo declaração que estou apto para pazer os projetos. então nao adianta difilcultar o que ja está dificil, precisamos que o sindicato intervenha junto ao CFA/CRA, no sentido de emitir as ARTs para projetos aí entao o Tecnólogo em Gestão Ambiental não terá dificuldade para trabalhar.
    Agradeço pelo espaço

  123. no dia 20 de agosto de 2011 Eçuélio escreveu:

    Para Lucas Comentario 121.
    Nos não viemos roubar lugar de ninguem, nem tao pouco do engenheiro ambiental, porem o sol nasce para todos, e projetos ambientais não é reserva de mercado para os Eng. Ambientais ou qualquer outra profissão, o que posso te informar que dos (5) projetos que protocolei, todos foram aceitos pelo orgão ambiental e com louvor, inclusive (2) duas licenças de operação ja foram emitidas, entao meu caro se voces trabalharem direito terão exito tambem.
    grato
    eçuélio

  124. no dia 5 de setembro de 2011 Leo Urbini escreveu:

    Caro Lucas (comentário 121),

    Você deve estar preocupado com a carreira de gestão ambiental e posta algumas palavras sem fundamento . Engenharia ambiental foi criada pela resolução 447 de 22 de setembro de 2000. Apenas a título de informação, a carreira de gestor ambiental de que trata este site foi criada em 1996. Informe-se antes de emitir opinião.

  125. no dia 8 de setembro de 2011 Pedro Simoes escreveu:

    Gostaria de salientar que não existe roubo de profissão por parte de nenhuma das carreiras, tanto gestores quanto engenheiros estudam para manter as questões relacionadas ao meio ambiente ativas e funcionais…procurando sempre melhorar a relação homem X natureza…acho de extrema perda de tempo a briga e discussão entre ambas as partes quando na verdade deveria-mos estar procurando uma maneira mutua de nos ajudar…sendo que ambas as carreiras tem um objetivo em comum… grato Pedro

  126. no dia 12 de setembro de 2011 Gilson Martins escreveu:

    Afinal os Gestores Ambientais irão censeguir o CREA ou não?
    Pois existe muitos questionamentos a respeito de assinaturas de projetos tais como: LAU, CAR, GEO e sabemos que o CRA e CFA não nos dá esse direito.

  127. no dia 15 de setembro de 2011 Gilson Martins escreveu:

    Afinal os Gestores Ambientais irão censeguir o CREA ou não?
    Pois existe muitas especulações a respeito de assinaturas de projetos tais como: LAU, CAR, GEO e sabemos que o CRA e CFA não nos dá esse direito.

  128. no dia 15 de setembro de 2011 Eçuélio escreveu:

    Para GIlson – 127.

    O rapaz, vc não leu o artigo, nem um conselho de classe dá direito a quem quer que seja, quem lhe dá direito de responder tecnicamente por projetos ambientais e o MEC, SE O SEU CURSO FOR RECONHECIDO, eo o que é CAR, LAU, GEO?, afinal estudou onde?, o curso de gestão ambiental já tem conselho que é o CRA, o que precisamos é que este Conselho emita as ART,s para que todos nos possamos trabalhar com tranquilidade, esquece o CREA- valeu!

  129. no dia 18 de setembro de 2011 Francisco escreveu:

    Há muito tempo, acompanho os comentários postados neste espaço, sobre a polêmica concernente ao registro regional dos conselhos de classes atribuídos aos Gestores Ambientais. A insistência por parte de alguns colegas de profissão quanto a inclusão da profissão junto ao CREA, e algumas perguntas desconexas ao nobre guerreiro Léo Urbini, me deixa de certa forma desconfortável.
    Sou mais um Gestor Ambiental inserido neste contexto, dos conselhos de classes. Atualmente estou atuando na área de gestão ambiental em empresa pública e cursando pós-graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária no estado do Paraná.
    Ainda não me cadastrei em nenhum conselho de classe, mas de acordo com minhas atividades na empresa e a matriz curricular de minha graduação, tende-se para o CRQ. Particulamente bons projetos sociosambientais apresentados em qualquer órgão ambiental, independentemente do estado não vai ser indeferido por questão de conselho de classe.
    Já apresentei vários projetos em órgãos ambientais de âmbito estadual e federal, e felizmente a maioria foram aprovados.
    Entretando, nós Gestores Ambientais, devemos se preocupar sim com o nosso conselho, essa figura é o nosso norte verdadeiro, mas primeiramente vamos desenvolver projetos sustentáveis, somente desta forma rompiremos os entraves da política interna do CREA.
    Um grande abraço ao nobre guerreiro Léo Urbini!

  130. no dia 21 de setembro de 2011 Aline escreveu:

    Caros colegas!

    Nas discussões foi dito sobres as ARTs, gostaria de saber o que o Gestor Ambiental pode assinar. ex PRAD, PCA, sem a RT não podemos fazer, certo?

    Gostaria que me informassem.

    Obrigada!

  131. no dia 22 de setembro de 2011 Gilson Martins escreveu:

    Para Eçuélio 128

    O QUE É O CADASTRO AMBIENTAL RURAL – CAR?

    É um instrumento de identificação do imóvel rural, emitido pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente do MT(SEMA/). Este documento contém um número ÚNICO que constará em todas as Licenças , Autorizações e outros documentos emitidos para a regularização ambiental da propriedade rural.

    O CAR-MT é obrigatório e está vinculado ao imóvel rural, independente de transferência de propriedade, posse e domínio.

    PARA QUE SERVE CAR?

    - Serve para dar continuidade ao processo de regularização ambiental do empreendimento rural (Licença Ambiental Rural – LAR) e/ou Ordenamento Ambiental;

    - Segurança para o agente financeiro (Bancos) na liberação de recursos para os imóveis cadastrados;

    - Para o proprietário ou posseiro o mapeamento e registro das obrigações ambientais de seu imóvel rural permite o cumprimento do Código Florestal Brasileiro. Além disso, o CAR serve para os produtores rurais agrícolas e pecuaristas também ficarem habilitados a vender a sua produção para grandes empresas compradoras da produção local.

    QUAL A DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA REALIZAÇÃO DO CAR?

    I – Pessoa Física:
    a) Cadastro de Pessoa Física (CPF).
    b) Cópia da Cédula de Identidade (R.G)

    II – Pessoa Jurídica:
    a) Cadastro de Pessoa Física (CPF)
    b) Cópia da Cédula de Identidade (RG) e do representante legal;
    c) Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e
    d) Cópia do ato constitutivo em vigor.

    III – Propriedade: número da matricula no Cartório de Registro de Imóveis ou número do Titulo Definitivo

    IV – Posse ( quando do CAR definitivo ) : cópia da certidão do órgão fundiário ao qual estiver vinculado o imóvel atestando a regularidade da ocupação do imóvel em nome do requerente ou declaração expedida pelo Sindicato, Associação de Produtores ou Cooperativas a qual o interessado estiver vinculado ou Prefeitura, além de outros.

    V – Anotação de Responsabilidade Técnica – ART: emitida pelo CREA do profissional responsável pela elaboração do mapa digital.

    Decreto Estadual no. 1148 de 17/07/2008

    Dispõe sobre o Cadastro Ambiental Rural – CAR-MT, área de Reserva Legal e dá outras providências.
    O Governador do estado de MT, no uso das atribuições que lhe confere o art. 135, inciso V, da Constituição Estadual, e tendo em vista o disposto na Lei n° 4.771, de 15 de setembro de 1965, com a redação dada pela Medida Provisória n° 2.166-67, de 24 de agosto de 2001, o Decreto Estadual n° 2.593, de 27 de novembro de 2006, a Lei n° 6.462, de 4 de julho de 2002, e a Lei nº 5.887, de 9 de maio de 1995,

    Art. 1° O Cadastro Ambiental Rural – CAR-MT como um dos instrumentos da Política Estadual de Florestas e do Meio Ambiente, obriga o cadastro de todo imóvel rural localizado no Estado do MT, mesmo aquele que não exerça qualquer atividade rural economicamente produtiva.

    Parágrafo único. O imóvel rural que não estiver inscrito no CAR-MT, será considerado irregular ambientalmente, estando sujeito às sanções administrativas, penais e civis.

  132. no dia 22 de setembro de 2011 Gilson Martins escreveu:

    Para Eçuélio 128

    LICENCIAMENTO AMBIENTAL

    O licenciamento ambiental é uma obrigação prévia à instalação de qualquer empreendimento
    ou atividade potencialmente poluidora ou degradadora do meio ambiente.

    1.1 Política Nacional de Meio Ambiente
    (Lei Nº 6938/1981 – Dispõe sobre a Política Nacional de Meio Ambiente)

    1.2 Política Estadual de Meio Ambiente
    (Lei Ambiental do Estado N° 5.887 de 1995).

    1.2.1 Para fins de Preservar, Consevar, Proteger, Defender o Meio Ambiente Natural e
    Recuperar e Melhorar o Meio Ambiente Antrópico.

    Capítulo VIII – DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL

    Art. 93 – A construção, instalação, ampliação, reforma e funcionamento de empreendimentos
    e atividades utilizadoras e exploradoras de recursos naturais, considerados efetiva ou
    potencialmente poluidoras, bem como, os capazes de causar significativa degradação
    ambiental, sob qualquer forma, dependerão de prévio licenciamento do órgão ambiental.

    Art. 94 – Para efeito do disposto no artigo anterior, o licenciamento obedecerá às seguintes
    etapas:

    I – Licença Prévia (LP) – emitida na fase preliminar da atividade, devendo resultar da análise
    dos requisitos básicos a serem atendidos quanto a sua localização, instalação e operação,
    observadas as diretrizes do zoneamento ecológico-econômico, sem prejuízo de atendimento
    ao disposto nos planos de uso e ocupação do solo;

    II – Licença de Instalação (LI) – emitida após a fase anterior, a qual autoriza a implantação da
    atividade, de acordo com as especificações constantes do projeto executivo aprovado;

    III – Licença de Operação (LO) – emitida após a fase anterior, a qual autoriza a operação da
    atividade e o funcionamento de seus equipamentos de controle ambiental, de acordo com o
    previsto nas Licença Prévia e de Instalação.

    CONAMA Nº 237 / 97

    Atividades Passíveis de Licenciamento Ambiental:

    Poluidor / Degradador

    Transporte de Produtos Perigosos
    Incineração de Resíduos
    Extração de Minérios
    Extração e Beneficiamento de Madeira
    Postos de Combustíveis
    Aeroportos
    Cemitérios
    Indústrias
    Aterro Sanitário
    Atividades agropecuárias
    Uso de recursos naturais

  133. no dia 22 de setembro de 2011 Gilson Martins escreveu:

    Para eçuélio 128

    O que é georreferenciamento?

    O georreferenciamento consiste na descrição do imóvel rural em suas características, limites e confrontações, realizando o levantamento das coordenadas dos vértices definidores dos imóveis rurais, georreferenciados ao Sistema Geodésico Brasileiro – SGB, com precisão posicional fixada pelo INCRA.

    O trabalho de georreferenciamento envolve , além do levantamento de dados, cálculos , análises documentais, projetos e desenhos, em consonância com o disposto na Legislação Federal e na Norma Técnica do INCRA – 2ª edição. O trabalho possui estreita relação com o processo gerencial da propriedade, pois é através deste que o proprietário atualiza a situação cartorial e cadastral da propriedade,
    além disso, é com base nestes dados que o proprietário irá unificar e gerenciar de forma mais eficiente as informações da propriedade no que diz respeito INCRA, Receita Federal e Cartórios. de Registro de Imóveis.

    A Lei 10.267 de 28 de agosto de 2001, regulamentada pelo decreto 4.449 de 30 de outubro de 2002 que foi alterado pelo decreto 5.570 de 31 de outubro de 2005, criou o Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (CNIR).

    A referida Lei torna obrigatório o georreferenciamento do imóvel para inclusão da propriedade no CNIR , condição esta, necessária para que se realize qualquer alteração cartorial da propriedade.

    Quem esta obrigado a fazer o Georreferenciamento?

    Os proprietários que detem o domínio direto e útil dos imóveis rurais, que desejarem realizar alterações cartoriais como, venda, desmembramento, parcelamento, remembramento, qualquer tipo de transferência ou em caso de utilização da propriedade para fins de financiamento e hipoteca.

    Em que implica a não realização do Georreferenciamento?

    Após o vencimento dos prazos ocorre o impedimento da efetivação, de qualquer transcrição na matricula do Imóvel.

    Quais são os prazos para a realização do Georreferenciamento?

    O Decreto 5.570/05 de 31 de outubro de 2005 fixou os prazos legais para o georreferenciamento de imóveis rurais:

    • Áreas iguais ou superiores a 5.000 ha o prazo entrou em vigor em 21-02-2004;
    • Áreas entre 1.000 e 5.000 ha o prazo entrou em vigor em 21-11-2004;
    • Áreas entre 500 e 1.000 ha o prazo entrou em vigor em 21-11-2008;
    • Áreas inferiores a 500 ha o prazo vencerá em 21-11-2011;
    • Em caso de processos judiciais todas as áreas devem ser georreferenciadas.

  134. no dia 23 de setembro de 2011 Eçuélio escreveu:

    Para Gilson,
    voce finalmente esta escrevendo como gestor ambiental, todos nos sabemos o que é CADASTRO AMBIENTAL, georreferenciamento, LICENCIAMENTO AMBIENTAL, mas siglas ou modismo fica difícil de entender.
    abraços
    Eçuélio

  135. no dia 24 de setembro de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Sobre ARTs
    Olá Aline,
    ART significa Anotação de Responsabilidade Técnica.
    Foi instituida por lei federal no final dos anos 70 como ferramenta especificamente ao Confea (CREA)Essa lei determina o registro de qualquer projeto (trabalho) junto ao CREA da região do engenheiro ou outro profissional vinculado a este conselho. Por esse registro o profissional paga uma taxa estabelecida pelo conselho.
    Vale dizer que essa tal ART não diz respeito aos profissionais de outras priofissões,como por ex. os gestores ambientais.
    Nem todos os trabalhos da área ambiental são da área das engenharias, porém, a maioria das agencias ambientais exigem o registro e recolhimento da taxa. O nome disso é ILEGALIDADE ADMINISTRATIVA FLAGRANTE E EXCLUSÃO PROFISSIONAL CRIMINOSA.
    Quando criadas, essas agencias ambientais tinham , predominantemente, engenheiros em seus quadros e para estabelecer os protocolos para qualquer pedido colocaram a exigência esdruxula e descabida que se mantém até hoje.
    Leo

  136. no dia 25 de setembro de 2011 Léo Urbini escreveu:

    Temos trabalhado, ao longo de quatro anos de existência da ANAGEA, na questão dos conselhos profissionais, atribuições e perfil do gestor ambiental. Desde a última assembléia da associação, tenho, a pedido da nova diretoria eleita, trabalhado, especificamente, na questão “regulamentação profissional e atribuições” como consultor e assessor
    Peço que, definitivamente, seja entendido que o conselho de engenharia não é o conselho para os GAs.
    Que as eventuais ARTAs do conselho de administração só podem ser emitidas no caso de
    ATIVIDADE REGULAMENTADA , e que isso vale também para o CRQ ou qualquer outro conselho.
    No caso do CRQ, apenas pode emitir guias de autorização de atividades circunscritas na área da quimica.
    Que nenhum conselho, que não o nosso próprio, comprará briga com outros conselhos, muito menos com o CREA.
    Que não existe instrução normativa do CREA para abarcar o gestor ambiental COM TODAS atribuições inerentes à formação, muito menos cadastrar o curso de gestão ambiental tecnológico com as especificações do MEC
    Como já disse anteriormente, temos, ao longo de quatro anos, desmistificado tais questões
    de modo claro e paciente, afinal, mesmo os que já sairam da facu, enfrentam dificuldades para entender esse processo.
    A colaboração entre os GAs é fundamental para esse entendimento e, assim como respondo a mesma pergunta inúmeras vezes com a esperança de um dia conseguirmos nosso conselho, peço que colegas também o façam com todos aqueles que ainda tenham dúvidas.
    Outro dia um colega me perguntou. “Quando vou poder assinar perícia ?”
    e eu respondi. “a qualquer momento a partir da sua colação você estará apto para isso” (informe-se num fórum de sua região ou município) só não conte isso ao CREA, ele vai querer processar a justiça.
    A inclusão dos GAs tecnólogos na CBO representa um avanço enorme que , em breve, se estenderá aos Bacharéis
    Como podem ver, estamos tão distantes do entendimento de nossas atribuições e do que elas significam que mal conseguimos pensar ordenadamente.
    Essa tem sido a função da ANAGEA desde sua fundação e, particularmente, minha função como consultor e assessor para a questão em pauta a partir da eleição da dessa nova diretoria. A ANAGEA tem tratado do assunto com a maior seriedade e, para isso, conta com a paciência de cada um de vocês.
    Um fraternal abraço em todos os GAs do Brasil

  137. no dia 14 de novembro de 2011 Antonio Moreira escreveu:

    Bom dia traballno no setor publico. é difício mudar de cargo, mas já dei opiniões que foram bem aceitas por engenheiros da prefeitura.
    queria saber se posso assinar passivo ambiental para postos de combustíveis,cemitérios,aterros,sanitários e encineração de residuos.essa é a minha dúvida. obrigado o comentário Eçuélio me animou.Léo e Eçuélio me responda ai.

  138. no dia 21 de dezembro de 2011 DANIEL MACHADO escreveu:

    Olá ! excelente artigo ! NOTA 10… EXTREMAMENTE ESCLARECEDOR ! A grande dúvida em torno deste mistério do CREA é:
    Para Gestores Ambientais que tem como interesse trabalharem na gestão ambiental em contrução civil ! qual é a melhor solução órgão para se filiar !? sempre pensei que para tal situação o melhor era se cadastrar no CREA mas com esse “rolo” todo ai por parte deles fica a dúvida. Poderei atuar nesta área, mesmo estando filiado a CRA ou CRQ !? OBRIGADO

  139. no dia 7 de janeiro de 2012 Eçuélio escreveu:

    para Daniel comentario 138.
    Ola Daniel, se voce for Gestor Ambiental certamente que pode, porem o conselho que aceita a sua filiação até o momento é o CRA, por outro lado, os orgão ambientais exigirão as famigeradas ART,s (Anotação de Responsabilidade Técnica)para projetos, aí começa a pegar, pois o unico conselho de classe que emite este documento para projetos e o CREA, nos Gestores Ambientais devemos apoiar a ANA

  140. no dia 7 de janeiro de 2012 Eçuélio escreveu:

    a ANAGEA, nesta luta, entendo que a exigencia dos orgãos ambientais por um documento que apenas um conselho de classe emite chega a ser um absurdo, mas devemos cobrar do CRA uma solução, pois aceitarão o registro deste curso de Gestao Ambiental e deveriam saber que precisariamos deste documento.
    Abraços
    Eçuélio

  141. no dia 7 de janeiro de 2012 Eçuélio escreveu:

    Para ANtoninio Moreira (comentario 137).
    Ola Antonio, se voce for Gestor Ambiental certamente que pode, porem o conselho que aceita a sua filiação até o momento é o CRA, por outro lado, os orgão ambientais exigirão as famigeradas ART,s (Anotação de Responsabilidade Técnica)para projetos, aí começa a pegar, pois o unico conselho de classe que emite este documento para projetos e o CREA, nós Gestores Ambientais devemos apoiar a ANAGEA, nesta luta, entendo que a exigencia dos orgãos ambientais por um documento que apenas um conselho de classe emite chega a ser um absurdo, mas devemos cobrar do CRA uma solução, pois aceitaram o registro deste curso de Gestao Ambiental e deveriam saber que precisariamos deste documento para trabalhar, só existe uma saída, precionar o CRA para emitir as ART,s e aí nao precisaremos de CREA.
    Abraços
    Eçuélio

  142. no dia 7 de janeiro de 2012 Eçuélio escreveu:

    Para ANtoninio Moreira (comentario 137).
    Ola Antonio, se voce for Gestor Ambiental certamente que pode, porem o conselho que aceita a sua filiação até o momento é o CRA, por outro lado, os orgão ambientais exigirão as famigeradas ART,s (Anotação de Responsabilidade Técnica)para projetos, aí começa a pegar, pois o unico conselho de classe que emite este documento para projetos e o CREA, nós Gestores Ambientais devemos apoiar a ANAGEA, nesta luta, precionar o CRA para emitir as ART,s e aí nao precisaremos de CREA.
    Abraços
    Eçuélio

  143. no dia 15 de janeiro de 2012 Bruno escreveu:

    Boa dia, Gostaria de saber se um Gestor Ambiental que possua registro no CRQ podera emitir ART para licenciamento ambiental e serviços que que se faz necessario a utilização da mesma, pois lendo no site do CRQ 2 vi que o profissional registrado no CRQ pode sim emitir ART, o que tenho duvidas é si a mesma é aceita para projetos ambientais como um exemplo licenciamento ambiental?.

    Att,
    Bruno

  144. no dia 19 de janeiro de 2012 Eçuélio escreveu:

    Bruno, se no guia de percurso do seu curso estiver previsto licenciamentos ambientais e o CRQ, nao fez objeção, vc poderá sim, mas aconselho a vc verificar no seu conselho de classe para ver a sua área de atuação.

    Abraços
    Eçuélio

  145. no dia 26 de janeiro de 2012 Eçuélio escreveu:

    Boa tarde, caro Leo Urbini

    Esta semana me deparei com mais uma necessidade do mercado e que acredito que nós Gestores Ambientais poderemos suprir esta lacuna. Ocorre que o INCRA, ja vem a algum tempo exigindo o georefenciamento das propriedades rurais no país, e nao tem profissionais habilitados em condições de preencher esta laguna, que por sinal é enorme, o CREA so admite que preste este serviço os Geógrafos e Engenheiros Agrimessores, os demais profissionais deste conselho terao que ter pos na area, acredito que a ANAGEA possa viabilizar junto a uma Universidade uma pós a distancia para os Gestores Ambientais, e lutar junto ao Incra para que este Orgão aceite o cadastro dos Gestores Ambientais, pois ja verifiquei o conteudo da legislaçao e tenho plena certeza de que os Gestores Ambientais poderão fazer com tranquilidade este georeferenciamento, claro que a pós na área ajudará e muito, precisamos avançar, e nos qualificar, a maioria dos profissionais do CREA nao tem qualificação nesta área.
    Abraços
    Eçuélio

  146. no dia 28 de janeiro de 2012 Eçuélio escreveu:

    digo Georreferenciamento de propriedades ruarais

  147. no dia 4 de fevereiro de 2012 Adalberto Gaspar de Resende escreveu:

    com referência conselho profissional GA. Trabalho conselho profissional do CRQ MG. POR CREA tem exigência sem fundamentos sob nosso curso.Nós tem deixar esse conselhos só Nós gestores devem integrar ANAGEA. Pela nossa definição direitos assinar projetos ( AIA,PRAD,PCA EIA/RIMA) tendo conselho profissional GA dando direito apropriar legal uso devido a nossa formação (acadêmico)em tecnologia em Gestão Ambiental.

  148. no dia 5 de fevereiro de 2012 Antonio escreveu:

    Boa noite a todos,
    Me formei em 2010 como Tecnologo em Gestao Ambiental,hoje eu trabalho na area de informatica,mas a minha idéia futuramente criar uma empresa de CONSULTORIA AMBIENTAL,vou ter problemas para abrir esta empresa devido esta briga de regulamentação?
    Obrigado

  149. no dia 15 de fevereiro de 2012 Tássio escreveu:

    Pessoal, boa noite. Já participei de dois Enegeas (III e IV). Ainda não está claro a definição de nossa profissão. Entretanto, já estou atuando 2 anos na área de Gestão Ambiental numa indústria. Sou formado em tecnologia em saneamento ambiental (CREA), e conforme discutido, não agrega muita coisa, uma vez que, para o CREA apenas ENG tem competência plena. Agora estou me formando em Bacharel em Gestão Ambiental. A ideia do IFGoiano- Campus Rio Verde (Rio Verde – Goiás), é ir atrás do CRQ, o que nos tranquiliza pq poderemos atuar na área de gestão de resíduos e tratamento de água e efluentes. Poderemos tbm ser responsáveis químico de uma indústria. Um conselho que daria para o pessoal que é tecnologo em gestão ambiental é abraçar o CRQ. Para quem quer assinar EIA/RIMA não adianta, tem que fazer Engenharia, de preferência ambiental, pois dará para aproveitar algumas disciplinas do tecnologo. Não adianta, até a Arquitetura já tem conselho próprio. Na minha visão o CREA irá perder muitos profissionais, já existe a possibilidade da Agronomia criar um conselho próprio. Sem estes profissionais é menos dinheiro para a Instituição CREA, azar deles. Enquanto isso o CRQ se fortacele.

    Tássio
    Insituto Federal Goiano – Rio Verde Go

  150. no dia 25 de fevereiro de 2012 Lorena escreveu:

    Olá,

    Gostaria de uma opinião sincera. Estou a 9 meses de concluir meu TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE, e passei na UNOPAR para o CURSO SUPERIOR DE GESTÃO AMBIENTAL , e estou na dúvida de dar prosseguimento… e se o TÉCNICO vai me valer de alguma coisa. Por favor, com o conselho vai me ajudar muito.

    Desde já OBRIGADA.

  151. no dia 28 de fevereiro de 2012 lucelino escreveu:

    Estou cursando gestão ambiental(uniasselvi), será que poderia creditar materias para o curso de engenharia ambiental?

    Segundo a Uniasselvi polo Belém, o nosso conselho de classe éo CRQ.

  152. no dia 1 de março de 2012 lucelino escreveu:

    Galera ao invés de ficarmos querendo que o crea nos aceite por causa dessa ART, quero dizer que existe um documento desse porte na CFA que se chama RRT(registro de responsabilidade técnica), então temos que fazer as empresas aceitarem esse documento pois éo proprio conselho de administração que nos concede esse documento……. vamos fazer valer…
    RN CFA 415 de 18/11/2011.

    gostaria de sugestão enquanto a isso…….ok

  153. no dia 2 de março de 2012 Eçuélio escreveu:

    Boa Lucelino.
    verifiquei o documento e similar a ART do CREA, tem os elementos necessário das art,s do crea, porem temos que cobrar do CRA para liberar este documento pra nós Gestores Ambientais, que facilitará muito o nosso trabalho.
    para os gestores verificarem, buscar no google (RRT CFA/CRA)

    Abraços
    Eçuélio

  154. no dia 13 de março de 2012 Carlos escreveu:

    Srs. Boa tarde
    sou profissional de Saúde Segurança do Trabalho, e queria saber em quais os fatores do curso de Gestão ambiental poderá mim beneficiar alem do conhecimento, falo com respeito de qualificações pós eou doutorados.
    Obrigado
    Carlinhos.

  155. no dia 14 de março de 2012 FERNANDO escreveu:

    BOM DIA A TODOS.
    LEO, EU TENHO CURSO SUPERIOR EM PEDAGOGIA, MAS FIZ PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL, BIODIVERSIDADE E SUTENTABILIDADE, POR ACREDITAR QUE NA AREA AMBIENTAL TEM QUE HAVER METODOLOGIAS PARA APLICAÇÃO E OU CONCIENTIZAÇÃO DE QUALQUER QUE SEJA A INTERVENÇÃO NO AMBITO AMBIENTAL,POIS BEM, O QUE EU PUDE PERCEBER É QUE O GESTOR AMBIENTAL ESTÁ SUFOCADO COMO UM DOS COMENTARISTA DISSE ANTERIORMENTE, “POR INTERESSES OUCULTOS”. GOSTARIA DE SABER LEO SE COMO PÓS GADUADO POSSO ME ENQUADRAR NO PERFIL DO SEU ARTIGO COM AS MESMAS ABRAGENCIA NO TRABALHO DOS DEMAIS, UMA VES QUE A PÓS SE DIVIDE EM CARGA HORÁRIA,

  156. no dia 14 de março de 2012 Léo Urbini escreveu:

    Fernando,
    A resposta para seu questinamento é mais extensa que o espaço me permite. Como pós graduado em GA e graduação em pedagogia você possui o status de analista ambiental, pode concorrer a uma vaga com essa especificação.Veja asatribuições para essa especificação.
    Sim, os GAs estão sufocados por forças, algumas ocultas e outras nem tanto.
    As ocultas são as políticas, e as outras, são aquelas que já conhecemos: CREA , outras profissões , etc…
    Hás o entendimento de que o profissional graduado em gestão ambiental não é devidamente preparado para ocupar cargos na área, percepção que não corresponde a realidade.
    Para te explicar todo esse embróli, demandaria algumas páginas e não poucas linhas.
    Mas acho que o que você pergunta, objetivamente, está respondido.
    Grosso modo, podem concorrer a vaga de analista ambiental todos que já possuem uma graduação em outra área e pós em GA.
    Léo

  157. no dia 26 de março de 2012 Sandro Labonia escreveu:

    Olá apesar de trabalhar com meio ambiente à dois anos, formei-me em 2011. Agora busco conselho cujo registro me autorize atribuições específicas. No CRA, não encontrei estas diferenças. Já no CRQ, existem muitas diferenças e níveis desses atribuições. Dependendo dos trabalhos a serem executados, podemos escolher o registro que nos permita.
    Seria interessante organizar uma tabela contendo essas atribuições, o conselho que a autoriza e o órgão ambiental que o reconhece, haja visto que as tratativas variam dentro de um órgão e suas divisões.

    Sandro Labonia

  158. no dia 30 de março de 2012 fabio senatore escreveu:

    Olá, sou gestor ambiental como todos os gestores a minha situação não é diferente, as duvidas são eminentes porem gostaria de saber de vocês porque não criar um conselho federal ou regional para defender os interesses dos Gestores haja vista termos atingido um patamar considerável de formados na área. Aguardo Resposta on-line. Obrigado

  159. no dia 8 de abril de 2012 rosemary nobre escreveu:

    Olá, sou Tecnologa em Gestão Ambiental, e vejo que temos muito a avançar nessas questões, mais com vc estarei também inserida nessa luta, pq o mercado é promissor e o reconhecimento da profissão é primordial,e as empresas só teem a ganhar e nós gestores também.
    Meus agradecimentos a todos vcs.

  160. no dia 10 de abril de 2012 fabio senatore escreveu:

    Com relação as ARTs, o CRA emite ATP Anotaçoes tecnicas profissionais segundo o CRA é a mesma coisa que as ARTs so muda a nomenclatura, INFORMEM-SE nos CRAs de sua regiao. OBRIGADO

  161. no dia 15 de abril de 2012 Mesne escreveu:

    olá, gostaria de saber se para eu fazer um PGRSS eu preciso de ART?? e se para assinar mensal a liberação de um ART mensal eu preciso de ter o CREA??? ou seja, o que eu mais quero saber é se eu preciso do CREA para assinar um ART?????

    abraços

  162. no dia 21 de abril de 2012 weliton marques escreveu:

    Olá, é com grande orgulho que lhe parabenizo léo e todo pessoal da ANAGEA pela iniciativa, sou formado e trabalho na área ambiental, mas não tenho ainda o registro, o que me impede muito a algumas atividades e me deixa sem algumas atribuições, não somos os “matemáticos da natureza” , gerenciamos e fazemos um uso sustentável dos recursos naturais de forma a que as próximas gerações venham também a desfrutar dos mesmos, o que está faltando é união, mais ainda temos muito a avançar, acredito no trabalho dos que nos ajudam e defendem.
    Grato !

    Weliton Marques
    Tecnólogo em Gestal Ambiental

  163. no dia 22 de maio de 2012 tatiana reis escreveu:

    olá,
    sou licenciada em geografia e pós-graduanda em licenciamento ambiental, gostaria de saber como fica a minha situção?será que terei que voltar para a faculdade para concluir o título de bacharel para conseguir exercer ´profissão de licencadora ambiental??? por favor me dêem uma luz em relação a esta situação.
    grata.

  164. no dia 22 de maio de 2012 tatiana reis escreveu:

    olá,
    até pensei em fazer um curso de gestão ambiental com a finalidade de conseguir um cadastro no CREA, mas vi que não vale á pena, pois eles também não podem se cadastrarem ,…Qual a melhor saída? fazer um curso de engenharia? preciso me tornar engenheira para exercer a profissão de licenciadora ambiental já que sou licenciada em geografia.
    grata,

  165. no dia 23 de maio de 2012 Léo Urbini escreveu:

    Tatiana,
    Primeiramente, a crença de que para trabalhar com licenciamento ambiental o profissinal da área necessita do CREA é um enorme equivoco. Licenciamento ambiental não é de exclusividade dos profissionais de engenharia.
    Como gestora ambiental graduada você possui competências para tanto. Nos ajude a aprovar a regulamentação de nossa profissão que esse crea não poderá mais abrir o bico.
    em segundo lugar licenciamento ambiental é uma atividade de demanda para varios oprofissionais e não para um.
    O proprio IBAMA depõe a favor dessa máxima. Estamos juntos nessa briga

  166. no dia 23 de maio de 2012 Cleiver Robson escreveu:

    Amigos, sou Gestor Ambiental formado e com registro no CRA de Goiás. O CFA regulamentou no inicio deste mês o formulário denominado ARTE – Anotação de Responsabilidade Técnica Específica. Este formulário é muito semelhante ao ART do CREA. O único problema que estou encontrando é que o CRA exige que a empresa para qual estamos desenvolvendo o projeto ambiental, esteja cadastrada no CRA, o que não é obrigatório para as empresas. Assim, o que realmente falta para solucionar este problema, é o CFA definir que as empresas não precisam obrigatoriamente serem cadastradas junto ao CRA. Isso sendo feito, teremos a tão esperada maneira legal de poder exercer a profissão. Entendo que falta muito pouco para isso.

  167. no dia 23 de maio de 2012 daniel machado escreveu:

    nosso amigo léo, foi PERFEITO no comentário. eu sou formado em gestão ambiental e no momento sou responsável pelo meio ambiente de uma empresa de santa catarina. minhas informações é que com artifícios legais o crea TEM QUE ACEITAR / emitir art etc… porem somente na base da briga judicial… para licenciamento. nao tem a menor diferença se tu és engenheiro ou gestor, para licenciamento mesmo o que sei que influencia mais é sua experiencia etc… assim como para estudos de impacto ambiental onde para se ter credibilidade voce precisa de um pouco de bagagem no assinto. nao ache que se formando engenheira ambiental, tu vai sair licenciando e assinando estudo por ai…

  168. no dia 23 de maio de 2012 Léo Urbini escreveu:

    Tatiana,
    Percebi que lhe atribui o título de gestora ambiental depois percebi que você é licenciada em geografia. Mas de qualquer modo você possui graduação e pós em licenciamento.
    O que resta saber é quanto ao reconhecimento de sua pós pelo mec Nesse caso você está plenamente qualificada para exercer as competências adquiridas na pós.
    O grande e mal problema de todos os aqueles que trabalham com meio ambiente no brasil é a pequena sigla composta pelas letras C.R.E.A e seu espirito de corpo.
    assine o abaixo assinado pela regulamentação dos gestores ambientais e divulgue entre amigos de sua rede Vamos esquentar esse debate e demonstrar que há massa critica capaz de sustentar o debate.

  169. no dia 23 de maio de 2012 Léo Urbini escreveu:

    Daniel,
    obrigado pelo testemunho e informações. Vamos sacudir esse Brasil com informações da melhor qualidade. Não vamos esperar o crea fazer isso, eles nunca farão. Para eles, quanto mais confuso for o mercado profissional na área, melhor.

  170. no dia 24 de maio de 2012 Léo Urbini escreveu:

    Olá Cleiver Robson,
    Suas informações são da maior importância para aqueles que ainda têm duvidas sobre qual carreira seguir. Aos poucos vamos rompendo as barreirs que impedem que trabalhemos como gestores ambientais plenamente capacitados e com formação acadêmica para isso. Nossa pressão é fundamental para consolidar essa posição no CRA. Esse conselho deve ser entendido como transitório e não definitivo. Somos gratos ao abrigo, todavia, apenas o conselho dos GAs pode dar conta e confrontar as adversidades que encontramos para o exercício da profissão. Entramos na chuva e nela vamos ficar até que a alma esteja lavada e nosso conselho consolidado.
    Grande abraço

  171. no dia 1 de junho de 2012 anderson escreveu:

    ola sou formado em tecnico em segurança do trabalho e no proximo mês vou se formar em tecnologo em gestão ambiental estou com duvida qual conselho tevo seguir.
    qual é o melhor visando o mercado de trabalho o cra ou crq ou crea?
    qual é a diferença entres eles ,quais as funções de cada um?

  172. no dia 2 de junho de 2012 Léo Urbini escreveu:

    Anderson,
    Vamos começar pela função de um conselho.
    Um conselho de classe é criado para fiscalizar as atividades de uma dada profissão regulamentada, exclusivamente.
    ESQUEÇA O CREA, PELO AMOR DE DEUS. esse conselho não abarca o ga pelo simples fato de não ter normativa para isso. Ele abarca os tecnologos em SANEAMENTO AMBIENTAL.
    Dependendo da grade do curso o credenciamento pode ser feito pelo CRQ no caso de a universidade se cadastrar nesse conselho. A grade deve ter predominancia em quimica.
    O CRA não exige o cadastramento da universidade, apenas o diploma do curso por uma universidade autorizada e credenciada pelo mec para o curso em questão.
    Espero ter sido claro.
    UMA COISA DEVE SER ENTENDIDA DE UMA VEZ POR TODAS. O CREA NÃO ABARCA OS GAs COM TODAS AS ATRIBUIÇÕES DA GRADE.
    E NÃO TEM PODER SUPREMO SOBRE O MEIO AMBIENTE.
    ENQUANTO OS GESTORES AMBIENTAIS FICAREM AFAGANDO ESSE CONSELHO, CONTINUAMOS A COLTIVAR A CONFUSÃO

  173. no dia 10 de junho de 2012 Ernandes Silva escreveu:

    Bom dia Lêo por favor sou graduado em Administração e possuo registro no CRA/ES e fiz pós graduação em engenharia ambiental pela UCAM-Universidade Cândido Mendes este curso esta regularizado, fui tentar fazer meu registro do CREA/ES e fui barrado alegaram que eu só faria jus ao registro caso tivesse graduação na área de engenharia , minha pergunta é posso fazer meu registro como engenheiro ambiental no CRA/ES com a finalidade de atuar na área fazendo PCA e licenciamentos e emitindo RRT

  174. no dia 10 de junho de 2012 Léo Urbini escreveu:

    Caro Ernandes,
    Um curso de pós é diferente de um curso de graduação.
    Qualquer curso de pós deve ser registrado no conselho de origem de sua graduação,ou seja, no CRA.
    Assim funciona o protocolo de registros de cursos do MEC.
    A principio digo que: pode sim fazer seu registro no CRA.
    Mas todos os procedimentos de conselhos de classe devem estar amparados por normativas, e essa situação toda, criada a partir da multidisciplinaridade é muito nova e a maioria dos conselhos ainda não se adaptou a nova realidade. Não sei se é o caso do CRA-ES.
    Como engenheiro você só poderá se registrar no CREA, e um curso de pós não lhe garante o título de graduado em engenharia.
    Mesmo que a denominação de seu curso de pós seja “engenharia ambiental”, sem a graduação você nunca será um engenheiro, título exclusivo daqueles que fazem graduação em engenharia.

  175. no dia 10 de junho de 2012 Sergio Rezende escreveu:

    Sou Graduado em Gestão Ambiental, trabalho no exterior e ocupo o cargo de Gerente de Sustentabilidade em uma empresa de grande porte no ramo da engenharia e construção (empresa multi-nacional). tenho registro no CRA e CRQ. Esqueçam o CREA!
    Parabenizo a ANAGEA, pela dedicação à luta pela classe de GA. O projeto de lei 5825/2009 é um grande passo (Obs: quando estava da faculdade DF, elaboramos um doc.parecido com abaixo-assinado e entregamos a um Deputado).
    Sugiro a ANAGEA que analise a possibilidade de criarmos nosso proprio conselho de classe.
    Mais uma vez, Parabéns!
    Sérgio Rezende
    Gestor Ambiental

  176. no dia 11 de junho de 2012 Léo Urbini escreveu:

    Continuação da resposta ao Ernandes
    Partindo do principio dos protocolos de registros de diplomas de graduação e pós, temos a seguinte situação:
    Você possui uma pós cujo nome do curso é ” engenharia ambiental”
    A meu ver o nome do curso está equivocado pelos excetos apresentados acima ( na resposta 174)
    Caso o curso seja reconhecido pelo MEC, você está apto a exercer as atividades do curso de pós, não como engenheiro, mas sim como administrador especializado nas disciplinas de sua pós
    Espero ter esclarecido sua questão

  177. no dia 17 de junho de 2012 DIEGO DUARTE escreveu:

    EU E MINHA ESPOSA ESTAMOS CURSANDO O CURSO GESTAO AMBIENTAL
    E GOSTARIA DE SABER SE A ANAGEA JA ESTÁ CORRENDO ATRAZ DE FAZER SEU PROPIO CONSELHO (CONSELHO NACIONAL GESTOR AMBIENTAL)PARA TERMOS NOSSA PROPRIA CARTEIRA E NAO PRECISARMOS DO CREA.

  178. no dia 18 de junho de 2012 José Carlos Silva de Oliveira escreveu:

    Uma empresa que está trabalhando com o Licenciamento Ambiental da Rodovia Norte Sul em Ilhéus aqui na Bahia,já reconhece o Tecnólogo Graduado em Gestão Ambiental, tanto sim que solicitou este profissional, para fazer parte do seu quadro de empregados e isto é um avanço pois,este profissional aqui não é reconheido.

    Abraços.

  179. no dia 18 de junho de 2012 Éric Zucatelli libardi escreveu:

    Sou graduado em Tecnológo de Gestão Ambiental em Linhares-ES, fiz uma pós em Engenharia Ambiental. Cara, realmente iniciei minha faculdade pensando concorrer à vagas na Petrobrás etc…porém mesmo depois de ter real noção deste preconceito não desisti pois me identifiquei muito com o curso. Bom, hoje trabalho como operacional numa empresa de coleta de sementes florestais e ainda não assinei como getor ambiental embora a empresa já me confirmou esta possibilidade. Minhas angústias são duas: a empresa me assina como gestor. Uma futura avaliação de currículo me olhará com melhores olhos mesmo que não tenho registro no CRA ou este registro tornase-á quase uma obrigação? Será que se eu passar como médio na Petro (faltei só 1 pontinho nesta)minha graduação nunca será lembrada nem como possíveis “cargos de confiança” ou vcs acham que este quadro mudará um dia também nestas empresas gigantes. Grato pelo espaço e resposta de alguém!

  180. no dia 19 de junho de 2012 Léo Urbini escreveu:

    Diego,
    Sim,a ANAGEA tem trabalhado essa questão. Acompanhe os fóruns de debates do site e tomará pé da situação e das questões que orbitam em torno do assunto que você aborda

  181. no dia 19 de junho de 2012 brígida Regina Soares escreveu:

    Caro Léo, Estou de olho no concurso do IBAMA, e vi que será diretamente para o setor administrativo. Sou especialista em gestão ambiental poderi concorrer?

    Desde já meus agradecimento, votos de muita força para que você possa continuar ne luta. Abraço!!!!

  182. no dia 19 de junho de 2012 Léo Urbini escreveu:

    Brigida,
    Ainda não vi o edital, mas prometo dar uma olhada para te responder com certeza. Para você e para os demais colegas que pretendem fazer essa prova. Ok?

  183. no dia 25 de junho de 2012 Léo Urbini escreveu:

    Oi Brígida,
    Não consegui localizar o edital do concurso do IBAMA, mas pelas informações que consegui, temos a seguinta situação.
    As vagas são baseadas na lei 10.410 que estabelece os seguintes cargos para a administração pública federal.
    Analista Ambiental- Qualquer curso superior pleno.
    Gestor ambiental – graduado em gestão ambiental
    Tecnico em administração _curso médio na área
    Gestão em administração- curso específico em administração.
    Nesse panorama, considerando que você é pós graduada em GA
    Acho que o cargo que sobra para você é Analista Ambiental
    Que é uma das melhores vagas do concurso

  184. no dia 25 de junho de 2012 daniel machado escreveu:

    Entao eu sendo formado como superior tecnologo em gestao ambiental posso fazer o concurso para analista ambiental tambem ? E em outros orgaos fica valendo isso sera ou teria q ser analisado caso a caso ?. Abraco

  185. no dia 25 de junho de 2012 Léo Urbini escreveu:

    Muito bem observado meu caro Daniel.
    Em tese e por normas, sim.
    Sendo portador de um diploma em curso superior qualquer, inclusive tecnológico, você tem prerrogativas para pleitear a vaga por meio de concurso.
    Todavia, o IBAMA não entende assim e restringe, através de editais direcionados, o acesso dos tecnólogos.
    Ficam, portanto, reservadas as vagas de analistas ambientais as profissões escolhidas pelo ibama para determinados concursos.
    Essa é uma das lutas da ANAGEA.

  186. no dia 29 de junho de 2012 Éric Zucatelli libardi escreveu:

    Também estou de olho neste concurso. Bom, para ICMbio em 2008, o edital dizia Curso de Graduação em qualquer área ( então: também tecnólogos) pois para restringir deve-se vir Curso de bacharel….não estou certo? Para este só o tempo responderá: após a publicação do edital.

  187. no dia 6 de agosto de 2012 José Roberto escreveu:

    bom dia a todos, sou formado tecnologo em gestao ambiental, e tenho as mesmas dúvidas, a respeito do registro em qual orgão deveria faze-lo.

  188. no dia 13 de agosto de 2012 samuel David escreveu:

    BOM DIA ! ESTOU INICIANDO NO CURSO DE GESTÃO AMBIENTAL, NA VERDADE ESTOU CURSANDO MAIS PARA TENTAR CONCURSOS A NIVEL SUPERIOR, SENDO QUE É UM CURSO RAPIDO. MINHA DUVIDDA É A SEGINTE, ESTE CURSO É RECONHECIDO PELO MEC, É ACEITO PARA CONCURSOS QUANDO NÃO ESPECIFICADO O TIPO DE CURSO SUPERIOR, OU ESSES COMENTARIOS QUE LI SOBRE CREA TAMBEM NOS IMPEDE DE TENTAR CONCURSOS A NIVEL SUPERIOR, POR EXEMPLO POLICIA FEDERAL? E QUANDO FORMADO A GENTE PEGA O DIPLOMA E INSCRITO EM QUAL CATEGORIA? DESCULPEM SE ESTOU SENDO MEIO DESATENTO, MAS ESTOU INICIANDO AGORA E COM MEDO DE ENTRAR NUM BARCO FURADO! ABRAÇOS NO AGUARDO!

  189. no dia 13 de agosto de 2012 Léo Urbini escreveu:

    Prezado Samue,
    Considerando suas pretensõe e vocação é sim um barco furado.

  190. no dia 16 de agosto de 2012 Marcelo Failla escreveu:

    Bom dia,

    Divulgo o projeto de lei aprovado pela Câmara de Curitiba/PR, que com a sanção do prefeito, tornará obrigatória a contratação de um profissional de meio ambiente por empresas potencialmente poluidoras que estejam enquadradas no conteúdo da lei em questão, segue o link para leitura:

    http://www.cmc.pr.gov.br/wspl/sistema/ProposicaoDetalhesForm.do?select_action=&ordena=005.00174.2009&popup=s&chamado_por_link&pro_id=28397&pesquisa=potencialmente%20poluidoras

    O que me preocupa é a definição dos profissionais de meio ambiente citados no art. 2º da PL.

    Por este motivo posto aqui e conhecer as demais opinões.

    Abraço e boa sorte aos homens de bem…

  191. no dia 17 de agosto de 2012 Léo Urbini escreveu:

    Caro Marcelo,
    Sua preocupação procede. Temos assistido uma enxurrada de PLs sem pé nem cabeça. Sim, o texto exclui muitos profissionais capacitados e habilitados na forma da lei.
    Tudo indica que essas tais comissões jurídicas de câmaras municipais e assembleias legislativas de estados, sequer sabem pesquisar. Ignorar a própria constituição federal é ultrajante.
    Por essa razão precisamos que os gestores ambientais fiquem atentos ao que ocorre nessas casas de respeitáveis senhores, e lhes informar sobre suas atribuições.
    Considerando que nem as suas próprias eles conhecem, imaginem as dos outros.
    Não se preocupe, esse projeto não passa da primeira esquina. Ainda temos uma CONSTITUIÇÃO FEDERAL para nos proteger de tanta ignorância.
    Léo Urbini

  192. no dia 29 de agosto de 2012 DAMAR VILAS BOAS escreveu:

    Bom dia Léo,
    Sou formado em Engenharia Industrial Mecânica, e estou pensando em fazer Pós em G.Ambiental, pergunto como ficariam as atribuições, será que tal profissional poderia se responsabilizar pelas Rima, Eia, laudos e etc.?
    Grato pelas informações.
    Parabéns pelo trabalho.

  193. no dia 30 de agosto de 2012 Liliane C. de Souza escreveu:

    Boa Noite

    Acabei de me formar em Gestão Ambiental e confesso que estou totalmente perdida e um pouco descontente com o curso e o mercado de trabalho que parece não abrir vagas e muito menos interesse para um profissional dessa área pois o tec. De segurança do trabalho resolve isso (isso na minha região).
    A minha dúvida é a seguinte eu posso atuar como consultor, ou seja, posso prestar serviços dar assistência em empresas nessa área somente com o registro no CRA? Posso tirar ART? Fazer Laudos, Projetos etc.??
    Ou para isso vou sempre precisa de um Engenheiro?
    Obrigada pela atenção.

  194. no dia 4 de setembro de 2012 Antonio Francisco Affonso da Silva escreveu:

    Boa noite, Léo e amigos.
    Meu nome é Antônio F.A.da Silva,também sou GESTOR AMBIENTAL desde 2003 com muito orgulho.
    Bradamos o mais alto que pudermos em defesa da VIDA.
    Algum dia seremos reconhecidos.
    Aquele abraço aos que estão nesta luta.
    Não desanimem, o AMBIENTE precisa de nós.

  195. no dia 18 de setembro de 2012 Francisco de Assis Coelho e Pinho escreveu:

    Todo curso de pós graduação deve ser reconhecido pelo MEC e seu respectivo diploma registrado no conselho de origem do curso de GRADUAÇÃO. Tudo bem. Eu, assim como muitos outros, tenho apenas Pós-Graduação(Especialização Lato Sensu) em Gestão Ambiental ou Ciências Ambientais. Mas a graduação é diversa, fora da área de biologia e engenharia, todavia reconhecida pelo MEC. No meu caso sou Bacharel em Direito. Quero atuar como Consultor Ambiental ou Gestor Ambiental. Neste caso, em qual Conselho devo requerer ou tentar minha inscrição profissional (ademais sou parte integrante de equipe multidisciplinar). Pergunto, ainda, posso assinar meus projetos ou meus pareceres, como especialista, mas sem inscrição em algum Conselho? Então, se um curso de especialização profissional é autorizado pelo MEC, creio que deva ter valor prático, ou então o MEC não deveria credenciar/autorizar. Penso que cabe Mandado de Segurança contra o Conselho afim que se negar a conceder o registro. Corroboro com os que defedem a nomeNclatura GESTOR AMBIENTAL, por não ser excludente.
    Aguardo uma resposta.
    Muito Obrigado.
    Assis (Manaus-AM)(assis-pinho@hotmail.com)

  196. no dia 18 de setembro de 2012 Eçuélio escreveu:

    Leo Urbini e
    Caros Colegas.

    Ontem pesquisando sobre legislação que apoie os Tecnólogos, encontrei algo bastante interessante, o Projeto de Lei que tramita no senado, e que já foi aprovado em diversas comissões, faltando apenas uma comissão, de Constituição e Justiça, entrei em contato com o Camara dos Deputados que me responderam, quero compartilhar a respostas com todo.

    Solicitante: Eçuélio Alves de Oliveira
    Assunto: Gostaria de saber se já foi aprovado o Projeto de Lei 2.245/2007?

    Protocolo:BE7C102820416

    Senhor Eçuélio,
    A Câmara dos Deputados agradece o seu contato.
    Em atenção ao solicitado, após pesquisa no nosso Sistema de Informação Legislativa (Sileg) da Câmara dos Deputados, informamos que, localizamos o Projeto de Lei nº 2245 de 17/10/2007 (PL 2245/2007), de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT/MG).

    A seguir, daremos um breve sumário da tramitação deste PL, nesta Casa Legislativa:
    O PL 2245/2007 foi apresentado no Plenário, desta Casa Legislativa, em 17/10/2007, cuja ementa o descreve: “Regulamenta a profissão de Tecnólogo e dá outras providências”.

    Em 22/10/2007, a Mesa Diretora da Câmara despachou a matéria às Comissões de: Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP); de Educação e Cultura (CEC) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). Proposição sujeita à apreciação conclusiva pelas Comissões, que tramita em regime ordinário.

    A matéria já passou pela CTASP e CEC, cujos pareceres dos respectivos relatores: pela aprovação da matéria, foram aprovados pelos colegiados parlamentares, de cada uma das comissões.

    Na atual legislatura, encontra-se na CCJC, onde já foi designada como relatora, a deputada Fátima Bezerra (PT/RN). No momento, aguarda-se o seu parecer, que será submetida à apreciação, pelos membros da CCJC.

    Se a matéria for aprovada, em todas as comissões, a que foi submetida, será encaminhada diretamente ao Senado, sem passar pelo crivo do Plenário da Câmara.

    Concluindo, todas as proposições tem que passar pela Câmara e pelo Senado, ou vice-versa, antes de serem encaminhadas à sanção presidencial.

    O PL em questão, está na reta final, quanto ao tramite legislativo, dentro desta Casa, depois irá ao Senado.

    O senhor poderá cadastrar-se para acompanhar a tramitação do PL 2245/2007 no Portal da Câmara:

    http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=372560
    (PL 2245/2007)

    Pois Bem, O projeto de Lei em questão é o de nº 2.245, que estou repassando tambem o parecer o conteúdo da matéria.

    O Congresso Nacional decreta:
    Art. 1º É livre o exercício das profissões dos tecnólogosaos portadores de diplomas de graduação tecnológica:I – expedido por instituição brasileira de ensino superioroficialmente reconhecida; ouII – expedido por instituição estrangeira de ensinosuperior, revalidado na forma da lei, cujos cursos foram consideradosequivalentes aos mencionados no inciso I do

    caput

    deste artigo.Art. 2º São atividades dos tecnólogos, no âmbito de cadamodalidade específica, de acordo com análise do perfil profissional do diplomado, de seu currículo integralizado e do projeto pedagógico do cursoregular, em consonância com as diretrizes curriculares nacionais:I – analisar dados técnicos, desenvolver estudos, orientare analisar projetos executivos;II – elaborar e desenvolver projetos;III – elaborar especificações, estudos de viabilidade,instruções, divulgação técnica, orçamentos e planejamentos;IV – dirigir, conduzir, orientar, coordenar, supervisionar efiscalizar serviços técnicos nas suas áreas de competência;V – desenvolver processos, produtos e serviços paraatender a necessidades de projetos e de demandas de mercado;VI – realizar vistorias, avaliações, pareceres e laudos técnicos;

    VII – executar e responsabilizar-se tecnicamente porserviços e empresas;VIII – desempenhar cargos e funções técnicas no serviçopúblico e nas instituições privadas;IX – prestar consultoria, assessoria, assistência, auditoriae perícia;X – exercer o ensino, a pesquisa, a análise, aexperimentação e o ensaio; eXI – conduzir equipes na execução de serviços técnicos.§ 1º Poderão ser exercidas outras atividades, inclusive asrelativas a habilidades eventualmente adquiridas em cursos de pós-graduação,de especialização ou de aperfeiçoamento, além das previstas nos incisos do caput deste artigo, mediante análise, pelo correspondente órgão de fiscalizaçãodo exercício profissional, do conteúdo curricular do curso superior de tecnologia considerado.

    Por tanto meus amigos, temos praticamente nossa profissão regumentada, precisamos acompanhar e cobrar cerelidade neste processo, pois continuamos sendo discriminados nos diversos orgãos, devido o loby, de outras categorias.

    Um abraço a todos

    Eçuélio

  197. no dia 18 de setembro de 2012 Eçuélio escreveu:

    Digo Congresso,

    o Importante é que cada tecnologo, procure na internet o Projeto de Lei, 2.245/2007 e conheça o voto do relator de cada comissão.

    vamos que vamos, pois tem outras categorias precionando para nao aprovar na reta final.

    temos que apoiar os Deputados que estao nessa batalha

  198. no dia 23 de setembro de 2012 CLEIBE escreveu:

    Amigos,bom dia !.

    Formei-me em gestão ambiental em 2010,ate hoje não encontrei emprego na área,moro em Brasilia-DF.Hoje estou cursando no IFB, técnico em agronegócios.Pois bem,a gestão ambiental deu-me conhecimento,e esta ajudando muito no curso de agronegócios.Estou torcendo para que a profissão do gestor ambiental seja regulamentada,para que não jogue fora os sonhos de dias melhores para quem e gestor ambiental.

  199. no dia 5 de outubro de 2012 Edson escreveu:

    O Conselho em que o Tecnólogo em Gestão Ambiental deve se cadastrar é o CRQ (Conselho Reginal de Química).
    Vejam os links:
    http://www.crq4.org.br/default.php?p=texto.php&c=titulos_obrigatorios (SP)
    http://www.crq3.org.br/formacoes (RJ)

  200. no dia 10 de outubro de 2012 Jairo César escreveu:

    Boa tarde, quero saber se o Crea MG pode emitir um Crea para Gestor Ambiental feito na Unopar a distancia, sabendo que ja tenho Crea com Técnico em Agropecuára.

    Sem mais agradeço a atenção.

  201. no dia 9 de novembro de 2012 Rosanete dosa Santos Torres escreveu:

    Sera que os deputados esqueceram da nossa classe?Espero que ainda este ano sai a nossa resposta que estamos esperando.

  202. no dia 30 de novembro de 2012 Adimilson Ferreira Velozo escreveu:

    Ola, bom dia a todos…
    Referente ao assunto que estão discutindo, eu também sou um Tecnologo em Gestão Ambiental, formado pela Unopar (Univesidade Norte do Paraná) e trabalho no Complexo Industrial da Vale do Rio Doce, meu registro é pelo CRA, e estou sendo cobrado pelo registro no CREA.

    Uma noticia maravilhosa: entrei em contato com a Unoparonde estudei, e dai eles entraram em contato com a Unme informaram que o curso esta registrado no Crea Unopar do paraná, e eles disseram que eu posso fazer o meu registro lá, e depois pegar um visto de trabalho em minha cidade que é Vitória, e isto eles me garantiram que não existe nenhum problema e posso trabalhar em qualquer lugar no Brasil com um visto de trabalho… e Conversando com o Diretor do Polo onde estudei, ele disse que Unopar do Paraná, falou que a partir de 2013, todos os Tecnologos em Gestão Ambiental pela Unopar, vão poder fazer seus registros sem problema no Crea do seu estado ou cidade….

    Mais uma Vitória para os Profissionais Tecnologos em Gestão Ambiental!!! aqueles que quiserem pesquisar, é so ligar para o Crea do Paraná!!!

  203. no dia 30 de novembro de 2012 Adimilson Ferreira Velozo escreveu:

    Ola, bom dia a todos…

    Referente ao assunto que estão discutindo, eu também sou um Tecnologo em Gestão Ambiental, formado pela Unopar (Univesidade Norte do Paraná) e trabalho no Complexo Industrial da Vale do Rio Doce, meu registro é pelo CRA, e estou sendo cobrado pelo registro no CREA.

    Uma noticia maravilhosa: entrei em contato com a Unopar onde estudei, e dai eles entraram em contato com a Unopar do Paraná e eles informaram que o curso esta registrado no Crea do paraná, e eles disseram que eu posso fazer o meu registro lá, e depois pegar um visto de trabalho em minha cidade que é Vitória, e isto eles me garantiram que não existe nenhum problema e posso trabalhar em qualquer lugar no Brasil com um visto de trabalho… e Conversando com o Diretor do Polo onde estudei, ele disse que Unopar do Paraná, falou que a partir de 2013, todos os Tecnologos em Gestão Ambiental pela Unopar, vão poder fazer seus registros sem problema pelo Crea do seu estado ou cidade….

    Mais uma Vitória para os Profissionais Tecnologos em Gestão Ambiental!!! aqueles que quiserem pesquisar, é so ligar para o Crea do Paraná!!! tem um 0800 no site!

  204. no dia 2 de dezembro de 2012 ROSANI HECKLER escreveu:

    OLÁ PESSOAL, EU SOU GRADUADA EM TÉCNÓLOGA EM GESTÀO AMBIENTAL, E PÓS GRADUADA EM GESTÀO E LICENCIAMENTO AMBIENTAL.

    TENHO MEU REGISTRO JUNTO AO CREA-RS, PELO FATO DA MINHA UNIVERSIDADE ESTAR CADASTRADA JUNTO AO CREA.

    ATUA COMO CONSULTORA AMBIENTAL E TENHO ACESSO A ARTs.

    ROSANI HECKLER CREA-RS 188707.

    SUCESSO A TODOS(A).

  205. no dia 3 de dezembro de 2012 Daiane escreveu:

    Olá Pessoal.

    Tenho o mesmo problemas de vários, me formei em Gestão Ambiental pela UNOPAR e gostaria de fazer Pós em Engenharia de Segurança do Trabalho.
    Alguém sabe de algum CREA que está aceitando o nosso registro, porque o pessoal não sabe direito, uns dizem que é Administração, Agronomia, Quimica e por fim Eng. Civil?
    Por favor me ajudem, pois, já tenho emprego garantido, só quero começar o curso de Engenharia de Segurança do Trabalho e o pessoal diz que Tecnologos Ambientais não podem fazer Pos graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho.

    Como posso fazer uma Pos- Graduação em qualquer area da engenharia e qual o meu CREA certo.

    Mora no Rio Grande do Sul.

    Por favor me ajudem.

  206. no dia 3 de janeiro de 2013 Hugo escreveu:

    Olá Daiane, por lei um gestor ambiental não pode atuar como engenheiro pois não fez engenharia correto?

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L7410.htm

    Mas registrar no CREA será uma grande conquista.

    Quero saber se alguém da UNOPAR já se registrou?

  207. no dia 7 de janeiro de 2013 Cleiver Robson escreveu:

    Amigos, sou formado em Tecnologia em Gestão Ambiental pela Unopar – meu polo é de Jataí, Estado de Goiás. Aqui em Goiás eu registrei no CRA – Conselho Regional de Administração. Recentemente o CFA – Conselho Federal de Administração, regulamentou a ARTE – Anotação de Responsabilidade Técnica Espefífica, documento idêntico à ART do CREA. Assim, aqui em Goiás estou exercendo perfeitamente a profissão, já com várias ARTEs emitidas e aceitas por órgãos fiscalizadores e regulamentarores. E não tenho o menor interesse em mudar de conselho, pois sou muito bem atendido pelo CRA.

  208. no dia 17 de janeiro de 2013 Cristina escreveu:

    Bom dia, sou Graduada em Turismo,estou terminando minha Pós- Graduação em Gestão Auditoria e Pericia Ambiental. Quero saber se posso me cadastrar em algum desses conselhos que habilita a assinar o CAR

  209. no dia 17 de janeiro de 2013 Savio escreveu:

    Uma questão que me vem a cabeça, e os outros profissionais que tem formação de graduação, como geógrafos ou engenheiros ambientais, onde ficam nessa história?

  210. no dia 20 de janeiro de 2013 Jadelson Pereira escreveu:

    Sou Técnico de Segurança do Trabalho e vou ingressar no Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental do IFPI -Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Piaui. Quanto aos os Técnicos de Segurança do Trabalho que desejam fazer especialização em segurança do trabalho sem terem um diploma de qualquer engenharia, sinto muito dizer que terão uma frustração pois de acordo com a Lei Nº 7410, de 27 de novembro de 1985 Art. 1º – O exercício da especialização de Engenheiro de Segurança do Trabalho será permitido exclusivamente:

    I – ao Engenheiro ou Arquiteto, portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, a ser ministrado no País, em nível de pós-graduação;

    II – ao portador de certificado de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, realizado em caráter prioritário, pelo Ministério do Trabalho;

    III – ao possuidor de registro de Engenheiro de Segurança do Trabalho, expedido pelo Ministério do Trabalho, até a data fixada na regulamentação desta Lei.

    Parágrafo único – O curso previsto no inciso I deste artigo terá o currículo fixado pelo Conselho Federal de Educação, por proposta do Ministério do Trabalho, e seu funcionamento determinará a extinção dos cursos de que trata o inciso II, na forma da regulamentação a ser expedida.

    Resumindo muitas universidades e faculdades até oferecem a pós – graduação em Eng. de Segurança para profissionais de outras áreas mas legalmente só podem atuar como Engenheiro de Segurança os profissionais engenheiros ou arquitetos com pós- graduação em Eng. de Segurança.

  211. no dia 27 de janeiro de 2013 Léo Urbini escreveu:

    Caro Sávio, Saudações.
    As demais profissões ficam como sempre estiveram. O PL de regulamentação dos gestores ambientais diz respeito apenas as atribuições desse profissional e a denominação “gestores ambientais”. os demais profissionais mantém suas atribuições de sempre, sem tirar nadinha. Ok?

  212. no dia 28 de janeiro de 2013 antonio sergio de oliveira escreveu:

    Ola sou de Rio verde-go estudo na unopar daqui estou muito contente pelo esforco que voces estao dando ha nossa classe vamos lutar com todas as forcas juntos,juntos seremos uma so forca um abraco ate mais!!!!

  213. no dia 26 de fevereiro de 2013 Anna Soraya escreveu:

    Leo Urbini,

    Com relação ao post 204, a ROSANI HECKLER conseguiu o registro no CREA pelo fato da Universidade e Curso dela estarem cadastrados junto ao CREA-RS, não é isso ?
    No CREA-PR, para o Curso de Gestão Ambiental, estão cadastrados a UNOPAR, FATECIE, Dom Bosco, FACER-Araucária, Evangélica-PR, as Integradas dos Campos Gerais e UFPR-Campo Mourão e Medianeira.
    Como a UNOPAR e o curso estão cadastrados no CREA-PR, por que os Gestores Ambientais do Paraná não conseguem o registro ? Isso não abre precedente ?

  214. no dia 27 de fevereiro de 2013 manuela amaral ribeiro piaui escreveu:

    OLÁ, BOA TARDE TRABALHO NUMA EMPRESA QUE PRESTA SERVIÇOS PARA REFORMA E CONSTRUÇÃO EM POSTOS DE COMBUSTÍVEIS,E TEMOS QUE EMITIR ARTS DE RETIRADA DE TANQUES,LIBERAÇÃO DE OBRAS,LICENCIAMENTOS, E OUTRAS, PARA UM TÉCNOLOGO DA MINHA CIDADE. ENTÃO COMECEI A FAZER A FACULDADE DE TECNOLOGO EM GESTÃO AMBIENTAL, E ESTOU ADORANDO MAS UM POUCO CONFUSA AINDA CO TANTAS INFORMAÇÕES E DUVIDAS SOBRE ESSA ÁREA DE TRABALHO QUE PRETENDO INGRESSAR E SE DEUS PERMITIR COM SUCESSO, E QUERIA SABER EM QUANTO TEMPO, POSSO ME CADASTRAR EM ALGUM ORGÃO DE COMPETÊNCIA PRA ESSA ÁREA E QUAL SERIA.OU SE TENHO QUE TERMINAR A FACULDADE, PARA DEPOIS ME CADASTRAR PARA SÓ ENTÃO COMEÇAR A EMITIR ESSAS ARTS. E SE POSSO ME CADASTRAR NO CREA DA MINHA CIDADE PARA ESSA FUNÇÃO OU NÃO E SE ESTOU NO CAMINHO CERTO,E SE ESSAS FUNÇÕES ATRIBUIDAS ONDE TRABALHO SE SÃO MESMO RESPONSABILIDADE DO TECNOLOGO EM GESTÃO AMBIENTAL E SE É NO CREA,CRA OU CRQ QUE DEVO ME INSCREVER QUANDO O CURSO TERMINAR.

  215. no dia 27 de fevereiro de 2013 manuela amaral ribeiro piaui escreveu:

    EU QUERIA TAMBÉM ALGUMAS DICAS DE LIVROS DE CÓDIGOS E LEIS VIGENTES,LIVROS TAMBÉM QUE ABRANGEM GESTÃO AMBIENTAL COMO UM TODO E UM ESPECIALMENTE QUE FALE SOBRE ESSA ÁREA QUE TRABALHO QUE É LICENCIAMENTOS,AUTORIZAÇÕES E EMISSÃO DE ARTS DO CREA.
    PRA PODER ME INTERAR MAIS DO QUE SE TRATA E DE COMO FUNCIONA REALMENTE POIS TENHO TOTAL INTERESSE EM APRENDER E ESTOU PRECISANDO MIM ENCAMINHAR NO MERCADO DE TRABALHO, E CREIO EU QUE QUERER APRENDER E LÊ COM HUMILDADE TODOS NÓS VAMOS LONGE.E EU GOSTEI MUITO DA FORMA QUE VOCÊ RESPONDE AS PERGUNTAS.

  216. no dia 21 de março de 2013 Letícia Ribeiro escreveu:

    Olá, sou formada em Geografia e estou interessada em fazer o mestrado em engenharia ambiental.
    Eu posso atuar como engenheira?

  217. no dia 5 de abril de 2013 Valdeni escreveu:

    Olá, primeiro dou-lhes os parabéns por estarem a frente na tentativa de conquistas para esta nova classe de trabalhadores, que serão sem duvida responsaveis por um mundo melhor, mais sustentavel com a elaboração e gestão de projetos de busca por energia limpa, gestão de resíduos, saneamento, controle de efluentes e etc etc, contudo gostaria de perguntar em que pé se encontra o famoso projeto de lei do sr.Renato Amary de 2009 que diz “A exigência de um responsável técnico para o
    exercício das funções inerentes à gestão ambiental das empresas cadastradas a exemplo do que ocorre em relação à saúde e segurança do trabalho, pode levar não apenas à maior conformidade com a legislação ambiental, mas
    também a ações pró-ativas voltadas à sustentabilidade ambiental.”

  218. no dia 16 de abril de 2013 ROSANI HECKLER escreveu:

    OLÁ PESOAL!!!!
    SIM EU TENHO CREA, PELO FATO DA MINHA UNIVERSIDADE E MEU CURSO ESTAREM REGISTRADOS JUNTO AO CREA-PR.
    SÓ TEM UM POREM EU TENHO REGISTRO COMO TECNÓLOGO EM SANEAMENTO AMBIENTAL, APESAR DE ESTAR FORMADA COMO TEC. EM GESTÃO AMBIENTAL, POR ESTA RAZÃO EUTOU LIMITADA AO EMITIR AS ARTs, TENHO ATRIBUIçÕES APENAS SOBRE POUCAS.
    TRABALHO COMOCONSULTORA AMBIENTAL, E TENHO PARCERIA COM UMA ENG. AGRÔNOMA PARA EMIÇÃO DAS DEMAIS ARTs.

    OBS: DEVEMOS CUIDAR PARA NÃO EMITIR ARTs PELA QUAL NÃO TEMOS AS ATRIBUIÇÕES.

    Att. ROSANI……………
    GESTORA ABBIENTAL CREA-RS 188 707.

  219. no dia 16 de abril de 2013 jorge luis euzebio escreveu:

    porque insistir no CREA. pois os tecnólogos que estão com registro no conselho de administração já podem emitir ARTES.
    e de acordo com SIGA/RS, Sistema Integrado de Gestão Ambiental.SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO AMBIENTAL
    Governo do Estado do Rio Grande do Sul
    Yeda Rorato Crusius
    Governadora
    Secretaria Estadual do Meio Ambiente
    Berfran Rosado
    Secretário de Estado
    Edição
    Projeto Responsabilidade Ambiental:
    Mudando Conceitos e Atitudes.
    A Secretaria do Meio Ambiente e a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luis
    Roessler – FEPAM mantêm estruturas de apoio e assessoramento aos municípios com técnicos
    que se dedicam à participação nas câmaras técnicas e em reuniões pertinentes e no apoio aos demais
    órgãos públicos estaduais e federais com interface com a área ambiental. Estes técnicos dedicam-
    se principalmente à orientação às administrações municipais sobre os critérios e requisitos
    para obter a chancela do Conselho Estadual do Meio Ambiente para a realização do licenciamento
    dos empreendimentos e atividades de impacto ambiental local.
    4.2.4. Equipe Técnica

    O licenciamento ambiental é um processo complexo que necessita de uma diversidade de análises balizadas em profundo conhecimento técnico e ampla experiência na área ambiental. Desta forma, é fundamental que o quadro técnico seja composto por profissionais qualificados, experientes e habilitados a concluir e decidir sobre a concessão ou não dos licenciamentos requeridos.

    Pela dicção da Resolução nº 167/2007, verifica-se que são três os requisitos para a composição de equipe técnica municipal: a) responsável pelo licenciamento; b) responsável pela fiscalização; c) equipe multidisciplinar.

    Vejamos:

    “§ 1º – A qualificação de que trata o caput observará:

    [...]

    c) a organização de órgão municipal do meio ambiente, com quadro de profissionais legalmente habilitados para a realização do licenciamento ambiental, próprio ou à disposição, emitindo a devida Anotação de Responsabilidade Técnica (ART);

    d) possuir servidores municipais com competência para o exercício da fiscalização ambiental;

    [...]

    § 2º – Os responsáveis pelo licenciamento e pela fiscalização ambiental deverão integrar os quadros do Município, devidamente designados pelo Chefe do Poder Executivo “(grifo nosso)”.

    No processo de qualificação do órgão ambiental municipal junto ao CONSEMA, deve ser demonstrada a existência de equipe técnica multidisciplinar que possibilite a análise dos projetos de licenciamento ambiental da sua competência e florestal a ser delegada. Essa multidisciplinaridade, se não alcançada no próprio órgão ambiental municipal, deve restar demonstrada pela disposição dos profissionais por formas diversas, como por exemplo, a cedência de servidores por outros órgãos ou secretarias do Município, a contratação de serviços terceirizados junto a consultorias privadas, fundações universitárias ou agências de desenvolvimento, ou a constituição de consórcios intermunicipais e associações municipais.

    A demonstração da disposição dos profissionais se dará conforme o vínculo e qualificação de cada componente da equipe: documentos relativos a nomeação, rol de atribuições legais e capacitação profissional dos que integram os quadros de servidores efetivos e comissionados; e documentos relativos às cedências ou contratos, estatutos e quadros das empresas e demais profissionais
    à disposição.

    4.2.4.1. Profissionais Responsáveis pelo Licenciamento (e Florestal) e pela Fiscalização Ambiental

    Os responsáveis, ou responsável, pelo licenciamento ambiental deverão atender aos seguintes requisitos: a) integrar os quadros do Município, compreendidos os quadros efetivos ou comissionados;
    b) ter qualificação técnica compatível com a atribuição, qual seja, o registro em conselho profissional (CRBio, CREA, CRQ, CRMV ou outros); c) formação em nível superior, decorrente da necessidade de concluir e decidir sobre projetos de responsabilidade de seus pares, também com formação nesse nível.

    Não há, pela Resolução do CONSEMA, exigência de formação técnica e superior para o exercício da fiscalização ambiental. Desejável, entretanto, que os nomeados ou designados para a função detenham conhecimentos técnicos mínimos, é recomendável que sejam servidores concursados e que possuam formação acadêmica técnica. Tendo em vista a responsabilidade e complexidade da atividade a ser desenvolvida, imprescindível a formação secundária.

    Portanto, os atos próprios, normalmente Portarias, de nomeação e/ou designação desses técnicos responsáveis deverão conter os nomes completos, formação profissional, forma de vínculo, número de matrícula, cargo que ocupam, registro profissional e função a ser desempenhada.
    Para o licenciamento ambiental, se não forem expressas as atribuições legais, acrescer à documentação as devidas Anotações de Responsabilidade Técnica (ART´s).

    4.2.4.2. Equipe Multidisciplinar

    A composição de equipe técnica multidisciplinar que possibilite a análise dos processos relativos aos diversos tipos de licenciamento ambiental é fundamental. Além de responsável pelo licenciamento e fiscalização ambientais, expressamente previstos na Resolução, a equipe deve ser dimensionada em função da vocação, demanda por licenciamento e fragilidades dos recursos naturais a serem protegidos. A equipe mínima no órgão ambiental é aquela que atenda à demanda potencial de licenciamentos no órgão local determinada pela correlação das tipologias consideradas como de impacto local e empreendimentos previsíveis nos respectivos Municípios.

  220. no dia 16 de abril de 2013 jorge luis euzebio escreveu:

    e de acordo com o Catálogo
    Nacional de
    Cursos
    superiores
    de Tecnologia
    2010.
    CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA
    EM GESTÃO AMBIENTAL
    O tecnólogo em Gestão Ambiental planeja, gerencia e executa as atividades de diagnóstico,
    avaliação de impacto, proposição de medidas mitigadoras – corretivas e preventivas –,
    recuperação de áreas degradadas, acompanhamento e monitoramento da qualidade
    ambiental. Regulação do uso, controle, proteção e conservação do meio ambiente, avaliação
    de conformidade legal, análise de impacto ambiental, elaboração de laudos e pareceres são
    algumas das atribuições deste profissional, podendo elaborar e implantar ainda políticas e
    programas de educação ambiental, contribuindo assim para a melhoria da qualidade de vida
    e a preservação da natureza.
    Carga horária mínima
    1.600 horas
    Infraestrutura recomendada
    Biblioteca incluindo acervo específico e atualizado
    Laboratório de informática com programas específicos

  221. no dia 8 de maio de 2013 Anna Soraya escreveu:

    Rosani,

    Vc poderia nos informar quais suas atribuições, quais vc emite ARTs ?

  222. no dia 15 de maio de 2013 fabio senatore escreveu:

    resposta para Jorge Luiz Euzebio, toda essa conversa é balela tenho o CRA/MT aqui no meu estado o CRA não me deixa emitir nada diz que não é de competência do CRA projetos ambientais pois o CRA é uma entidade de administração, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente não aceita nossos projetos pois só aceitam projetos por profissionais vinculado ao CREA/MT haja vista o quadro de analista da SEMA ser composto por engenheiros, trabalho em escritório de Engenharia onde elaboro todos os projetos mas não assino nada. Então meu caro sem ofensas mas todas essas atribuições que você diz que é do Gestor Ambiental infelizmente não saiu do papel digo infelizmente porque o curso existe desde 1996 e até agora não assinamos nada a não ser nossa carta de demissão. As empresas quando lançam vagas, é somente para engenheiros ou biólogos ou químicos mas nunca para um gestor ambiental, tenho uma amiga formamos juntos ela tentou pleitear uma vaga de técnico ambiental o engenheiro que avaliou o currículo dela disse que a preferencia era de por técnico e não por um tecnólogo pois esse curso não era valido, então meu caro é o seguinte aconselho a quem tem o curso de gestão ambiental unir forças para cobrar uma legislação que nos ampare ou fazer um curso de engenharia. Esse é o meu desabafo pois estou formado desde 2011 e até agora nada. desculpe-me pela franqueza e muito obrigado.

  223. no dia 21 de maio de 2013 jorge luis euzebio escreveu:

    resposta para o Fabio senatore, não seja tão pessimista e continue lutando, pois eu continuo acreditando no que diz a lei. estou anexando provas de que temos competência sim e pelo conselho do cfa/cras. no facebook da anagea confira

  224. no dia 22 de maio de 2013 fabio senatore escreveu:

    Replica para Luis Euzebio, não sou pessimista amigo, eu luto e muito pela nossa classe aqui no Mato Grosso, acompanho todas as tramitações da PLs que estão em andamento tanto na Camara dos Deputados como no Senado Federal, entenda uma coisa companheiro eu não tenho mais idade para viver devaneios e esperar uma luz no fim do túnel, eu sou um pai de familia que tenho que trabalhar, sustentar meu filho e esposa caí no conto do Vigário quanto à legitimidade do Curso em relação ao trabalho pós formado investi em duas Pós Graduação, daí chego no CRA/MT onde sou habilitado para responder tecnicamente por uma empresa o chefe da fiscalização me diz que não tenho ou melhor o CRA/MT não tem competência para esses trabalhos, vou À SEMA/MT protocolar projeto e eles não aprovam porque quem faz as analises são engenheiros que por sua vez não nos deixam trabalhar. Meu amigo não sou pessimista, sou REALISTA.

  225. no dia 22 de maio de 2013 Arivaldo Almeida escreveu:

    Será que esse ano teremos alguma novidade em relação à PL 2664 ????

  226. no dia 23 de maio de 2013 jorge luis euzebio escreveu:

    meu amigo Fabio, não sei o que tu quis dizer com devaneios, me recuso a interpretar tal atitude tua, se dando por derrotado e não acreditando nos deus ideais, se investiu em duas pros graduação e porque acreditas em tua capacidade, e nuca e tarde para ter esperança, eu estou com 58 anos e continuo lutando por aquilo que acredito, e com o maior prazer estou aqui para defender a nossa profissão de tecnólogo na área de gestão ambiental. sera que a ARTE que foi emitida aqui pelo meu estado não serve como prova de que não prova de somos habilitados. conferiu no face da anagea, me confirme.

  227. no dia 6 de junho de 2013 gil mateus escreveu:

    Anagea e nossa maior aliada nesta guerra.

  228. no dia 9 de junho de 2013 delzio almeida escreveu:

    PARABÉNS …INICIATIVAS COMO A SUA GARANTEM NOSSA COLOCAÇÃO…
    O CREA QUER FISCALIZAR E CONTROLAR TUDO….
    PORÉM SABEMOS QUE NÃO CONSEGUEM GERIR NEM O QUE LHES FOI CONFIADO.
    NÃO VAMOS DESISTIR …. TECNÓLOGOS AMBIENTAIS SÃO O QUE MAIS SE PRECISA NO SISTEMA NACIONAL DE MEIO AMBIENTE.
    CONTE CONOSCO NESTA LUTA
    ALUNOS DA UNICESUMAR.

  229. no dia 9 de junho de 2013 Elmar Magalhaes escreveu:

    09 de Junho de 2013.
    “Eu sempre acreditei que o Brasil só terá chance de ser um País melhor por meio da Educação. Como eu sou uma pessoa engajada em causas humanitárias e totalmente a favor do meio ambiente, fui buscar algo que houvesse esse entrelace. A escolha pelo curso de Gestão Ambiental da UCB foi preponderante na minha vida, pois gostaria de trabalhar na elaboração e na implantação de políticas e programas de educação ambiental. Hoje eu estou no último semestre e me sinto muito realizado com o curso”.
    Se, assim tivermos pelo brasil, muitos profissionais nesse engajamento seremos uma fortaleza, na mitigação das problemática ambientais. Trazendo hábitos melhores de vida para o homem, usa-los a favor do meio ambiente.

    Elmar Magalhães Tcgº em Gestão Ambiental.

  230. no dia 11 de junho de 2013 Rosanete dos santos torres escreveu:

    Boa noite
    sou de ararangua sc do polo da unopar:gostaria de saber aqui em sc qual conselho faz o Registro do Tecnologo em Gestão Ambiental
    pois estou no ultimo semestre ,e quero atuar na Area.

  231. no dia 14 de junho de 2013 ROSANI HECKLER escreveu:

    RESPOSTAS A ROSANETE E ANNA SORAYA.
    EU TENHO REGISTRO JUNTO AO CREA-RS, PELO FATO DO MEU CURSO PELA UNOPAR ESTAR REGISTRADO JUNTO AO CREA DO PARANÁ.

    NA VERDADE TENHO PARCERIA COM UMA ENG. AGRÔNOMA QUE EMITES ALGUMAS ARTs, TAIS COMO SUPRESSÃO DE VEGETAIS POIS NÃO TENHO ATRIBUIÇÃO PARA TAL, APENAS OS ENGENHEIRO A TEM.

    ROSANI S. HECKLER
    CREA-RS
    VICTOR GRAEFF/RS.

  232. no dia 18 de junho de 2013 Vanessa escreveu:

    Boa Tarde Léo Urbini,

    Sou Formada desde 2009 em Gestão Ambiental pela universidade Catolica no estado do Tocantins. Cursos extremamente maravilhosos, porem sempre levado pelo CREA com desdenho.Quando terminei tive que decidir entre CRQ OU CRA. Fiquei com CRA, esperando que um dia possa ter finalmente o que e por direito nossos. Gostaria muito de ter novidades sobre o andamento desta nossa batalha e o que eu posso fazer para ajudar.

  233. no dia 19 de junho de 2013 Rômulo - Ceará escreveu:

    Bom dia pessoal!

    Gostaria de saber se tem algum pós graduado em gestão ambiental que seja registrado no CRA-CE ,que já tenha emitido ARTE.

    Rômulo

  234. no dia 24 de junho de 2013 Arivaldo Almeida escreveu:

    Caros GA.s
    Vamos nos mobilizar………..
    Rumo à Brasília…………………

  235. no dia 1 de julho de 2013 Eugênio escreveu:

    Bom dia.

    No meu caso, minha formação superior é Licenciatura em Ciências (Habilitação Biologia). Tenho a especialização pela USP em Gestão Ambiental. Já tive registro no CRBio-SP, mas cancelei o registro, devido a que, na época, não estava exercendo a Profissão. Segundo eles, para reaver o Registro, o processo seria mais rápido. Como atualmente atuo na área de Gestão Ambiental (ou melhor Gestão Socioambiental), gostaria de saber:
    a) Posso realizar meu registro no CRBio, com especialização em Gestão Ambiental?

    b) Posso realizar registro no CREA-SP? Caso venha a fazer alguma Pós (especilização, mestrado ou doutorado) em Engenharia Ambiental poderia obter o CREA.
    OBS.: igualmente ao caso acima, já tive registro no CREA, porém como técnico.

    Obrigado.

    Eugênio.

  236. no dia 7 de julho de 2013 Rosanete dos santos torres escreveu:

    Boa noite ROSANI S. HECKLER

    Com o registro no CREA voce assina ART , dentro de sua competencia,ou seja tudo o que diz a Grade Curricular .
    Aguardo resposta

  237. no dia 25 de julho de 2013 José P. Neves escreveu:

    Boa tarde,

    Sou formado em Gestão Ambiental pela UCDB de Campo Grande, porém moro em Brasilia, gostaria de saber qual entidade consigo fazer meu registro. Pelo que vejo todos tem um unico pensamento, CREA, porém como esta o andamento.

    José Neves

  238. no dia 26 de agosto de 2013 André escreveu:

    Me formo ano que vem em Gestão ambiental, estive observando os varios debates sobre a questão do conselho de registro, sou do Mato Grosso não sei ainda se Gestor Ambiental pode ou não se registrar junto ao CREA, vi sugestões a respeito do CRQ e CRA, e fica minha duvida, com CRQ seria mais para algum tipo projeto na area quimica, ja o CRA na parte administrativa. Quer dizer, que tudo que vimos junto a faculdade, e estudamos, e aprendemos quanto a nossa profissão, para elaborar EIA/RIMA, PRAD, EIA, ART, estudos ambientais projetos, nada disto sera possivel sem o CREA que é o unico orgão que regulamente o profissional e o torna apto a elaborar e assinar tais projetos. Acho absurdo a posição do CREA neste ponto, tendo em vista que o GESTOR AMBIENTAL nao tem um conselho proprio. Ou seja quem quiser trabalhar na area elaborar algum projeto estudo, vai precisa contar com outra pessoa para assinar por ela. A categoria precisa se unir mais, precisamos de lideranças fortes que vao até Brasilia e que projeto de lei que regulariza nossa profissão seja votado o quanto antes.

  239. no dia 26 de agosto de 2013 Joao batista de freitas escreveu:

    Boa tarde conclui o curso de Tecnologia em Gestão Ambiental

  240. no dia 26 de agosto de 2013 Joao batista de freitas escreveu:

    Boa tarde ,eu conclui o curso de Tecnologia em Gestão Ambiental e quero saber o procedimento do registro do CREA do curso GRATO AGUARDO RESPOSTA.

  241. no dia 9 de setembro de 2013 Domingos da Silva escreveu:

    Boa tarde Sou GESTOR AMBIENTAL e ainda não dei entrada no meu registro trabalho na área mas não sou registrado em nenhum órgão .
    Já tenho experiencia no ramo acho que foi isso que facilitou mas fica no ar a duvida em qual conselho devo me registrar poderia me orientar, fico no aguarde de resposta ha e parabéns pois precisamo mesmo de pessoas pra brigar pela nossa categoria.

  242. no dia 14 de setembro de 2013 Eclair Amaral escreveu:

    O Brasil precisa de muitos Profissionais para atuar na área Ambiental, porém faltam vagas e as poucas vagas que existem o salário é uma vergonha para quem vai fazer Gestão do Meio Ambiente para um Futuro melhor de nossa humanidade.

  243. no dia 23 de setembro de 2013 Eugênio escreveu:

    Olá.

    No meu caso, como sou Biólogo e tenho Especialização em Gestão Ambiental, verifiquei que posso registrar-me no CRBio, pois projetos, auditorias, etc, na área ambiental estão dentre as atribuições do Biólogo, conforme lei, inclusive podendo emitir ART por aquele Conselho. Assim sendo, registrei-me naquele Conselho, até que venha ser criado algum outro mais específico (por exemplo, um Conselho dos Gestores Ambientais).
    Eugênio.

  244. no dia 1 de outubro de 2013 Luciano Medeiros escreveu:

    Se o CRQ, CRBio, CREA emitem ART cabe ao CRA se renovar e evoluir nesse quisito. O profissioanis precisam d eum copnselho que os permitam trabalhar e como todos sabem o que vale no Brasil é papel. Sem ART sem oportunidade crescimento tecnico.

  245. no dia 27 de outubro de 2013 Rômulo escreveu:

    Boa tarde!

    Tenho pós graduação em Gestão Ambiental, gostaria de saber se posso me associar na ANAGEA.Já trabalho com PGRS e sou cadastrado na SEUMA de Fortaleza-Ce.

    Att.:

    Rômulo

  246. no dia 17 de novembro de 2013 Maria do Socorro Peres da Costa escreveu:

    Caraba!! será que passei tres anos estudando pra nada? me profissionalizei mas não serei reconhecida por não ter um coselho definido no qual eu possa obter meu registro profissional, esse é meu Brasil aaffs!!!10 para o brasil, -0- pra mim…

  247. no dia 24 de novembro de 2013 Antoni Centurion escreveu:

    Tenho algumas duvidas sobre Gestão Ambiental, pois vou começar este ano pela UNOPAR – ead e gostaria de trocar ideias com formados neste curso e de preferencia pela própria UNOPAR. Lendo os posts antigos ainda não consegui saber se o curso é reconhecido totalmente??? Por favor não quero desistir antes de começar, me ajudem ai.

  248. no dia 29 de novembro de 2013 Marcelo escreveu:

    Boa Tarde, boas suas palavras, mas eu tenho uma duvida q não consegui tirar com tudo isso de letras ai em cima, posso dizer;
    Fiz o curso de Gestão Ambiental e Tecnologia em Segurança do Trabalho, curso de 2 anos. Pode me dizer se este curso q Eu fiz eu sou alguma coisa ou Eu não sou ninguém até o momento, devo escolher se faço Engenharia Ambiental ou se faço Engenharia de Segurança , porque até hoje nem uma entrevista me pega , só Currículo atras de currículo. Dizem q Gestão e nada é a mesma coisa, porq eu não tenho Carteirinha nenhuma.

  249. no dia 11 de dezembro de 2013 Leandro Barbosa escreveu:

    Ola td bem
    Gostaria de saber sobre asunto sou Tecnico em Agropecuario registro no crea sou formado administração se eu fizer pos em gestao ambiental vai inclui no meu crea

  250. no dia 12 de dezembro de 2013 Fernando escreveu:

    Olá Pessoal,
    Esou com uma pequena duvida, sou formado em engenharia de produção, fazendo a pos graduação em gestao ambiental, poderei fazer lisciamentos, prad e etc:

    ou isso é apenas atribuiçoes para o engenheiro ambiental

  251. no dia 27 de janeiro de 2014 Renato luis de vardas escreveu:

    Boa noite.Gostaria de saber como esta a posição do registro dos tecnólogos em gestão ambiental perante o crea.

  252. no dia 31 de janeiro de 2014 Caio Souza escreveu:

    Interessante este seu argumento, mas pelo visto aparenta entender que tratando dos Conselhos de Classe na área Gestão Ambiental está voltado mais para os tecnólogos e quanto aos bacharéis da área que têm uma graduação bem mais dinamizada e com uma maior carga horária?

    O que os senhores têm a tratarem desse assunto?

  253. no dia 9 de fevereiro de 2014 Odenir escreveu:

    Ola para todos,
    Realmente falta muita informação nas instituições que oferecem o curso de Gestão Ambiental, isso gera uma desconfiança e insegurança daqueles que buscam uma profissão no mercado. O próprio MEC deveria dar um esclarecimento melhor, para um curso que tem sua aprovação. É terrível você estar concluindo um curso, onde o profissional tem que provar que seu curso lhe da direito de assinar pelo qual foi concedido pelo MEC.Porque tanta demora, para se criar um conselho, e tanta burocracia para aprovar, algo que esta aparentemente engavetado nesse congresso. Gostaria que as respostas fossem mais objetivas e diretas.
    Obrigado

  254. no dia 10 de fevereiro de 2014 miller escreveu:

    Só tenha há te agradecer pelas suas palavras em defesa aos gestores ambientas. Precisamos nos unir,juntos seremos mais fortes nessa luta..!Leo urbini tudo de boom mesmo pra você!saúde e sorte ..

  255. no dia 17 de fevereiro de 2014 José de Matos Lima escreveu:

    Me deixou muito preocupado essa briga com o CREA, pois estou me formando e faculdade me disse que posso me credenciar ao CREA,CRQ e CRA. Meu curso é superior de tecnologia em gestão ambiental e é 2 anos e meio.

  256. no dia 12 de março de 2014 Antonio Moraes escreveu:

    BOA NOITE

    Concordo com o Sr Eugenio diante de tanta burocracia e questionamento a solução óbvia seria a criação de um conselho voltado especificamente para os Gestores ambientais ou profissões semelhantes a estar, para libertar estes profissionais para o mercado de trabalho. Como já vimos a presente desse profissional faz-se necessária para liderar equipes multidisciplinares. Pois Soo Técnico em agropecuária estou cursando o terceiro semestre no polo de UNOPAR EM MACAPÁ e agora estou com duvida se continuo com este curso ou vou para pois estou me graduando numa profissão que não é reconhecida para fins profissionais.
    ANTONIO MORAES

  257. no dia 21 de abril de 2014 Robson Matos escreveu:

    Os graduados em gestão ambiental podem ser filiados ao conselho regional de química.

  258. no dia 4 de maio de 2014 Leila Evangelista escreveu:

    Ola, estou terminando o tecnologo em gestao ambiental, se for possivel o cadastro no CRQ, poderei assinar laudos e pericias? Posso fazer a pos em pericia? Obrigada

  259. no dia 15 de junho de 2014 Eduardo Ziggiatti escreveu:

    Me parece que a CBO nos direciona ao CREA ?!!?

    2140 :: Engenheiros ambientais e afins

    2140-05 – Engenheiro ambiental
    Engenheiro de meio ambiente

    2140-10 – Tecnólogo em meio ambiente
    Tecnólogo em gestão ambiental, Tecnólogo em processos ambientais, Tecnólogo em saneamento ambiental

    Descrição Sumária
    Elaboram e implantam projetos ambientais ; gerenciam a implementação do sistema de Gestão Ambiental (SGA) nas empresas, implementam ações de controle de emissão de poluentes, administram resíduos e procedimentos de remediação. Podem prestar consultoria, assistência e assessoria.

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